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Fernanda Souza anuncia data do casamento com Thiaguinho
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A atriz Fernanda Souza, em entrevista ao Jornal Hoje (Globo), neste sábado (18), revelou a data do casamento com o cantor Thiaguinho.
A cerimônia será realizada em São Paulo, no dia 24 de fevereiro de 2015.
Na entrevista, a atriz contou que Thiaguinho estará de férias neste período, mas que ela, possivelmente estará gravando ainda.
— É o primeiro dia de férias do Thi. Ainda não sei se estarei gravando, mas se estiver a gente joga a lua de mel mais para frente.
A atriz também explicou que a escolha pela capital paulista foi porque as famílias dos dois vivem na cidade e, então, quiseram facilitar a proximidade mesmo morando no Rio. Os dois pretendem cuidar juntos dos detalhes da cerimônia.
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CBF teria oferecido R$ 4 milhões para Lusa jogar Série B
Um documento supostamente enviado pela CBF à Portuguesa é a nova polêmica que teria acontecido no Campeonato Brasileiro do ano passado. De acordo com informações da reportagem do “Sportscenter”, da ESPN Brasil, a entidade teria oferecido um empréstimo de R$ 4 milhões ao clube para que ele desistir de qualquer tentativa de alterar a decisão do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), que tirou quatro pontos pela escalação irregular do meia Héverton, e dispute a Série B.
Caso – No final do ano passado, por terem escalado Héverton e André Santos em condições irregulares, contra Grêmio e Cruzeiro, respectivamente, o STJD tirou quatro pontos da Portuguesa e do Flamengo. O fato salvou o Fluminense, que havia caído para a Série B, e rebaixou o clube paulista.
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Cachorro salva dono, mas acaba sendo picado por cobra, em Goiânia

Um cachorro sem raça definida foi picado por uma cobra ao defender um dos donos, na noite de sexta-feira (17), em Goiânia (GO). Toquinho, como é chamado, foi picado na testa, próximo ao olho, e agora passa por tratamento em uma clínica veterinária na Avenida Paranaíba, no Setor Central. “Ele salvou minha vida”, afirmou emocionado o estudante Daniel Martins, 16.
O rapaz estava no quarto, sentado usando o computador, quando a cobra entrou. “Quando ela foi dar o bote o cachorro entrou na frente e a cobra picou ele”, conta Daniel. Após ser picado, o cão latiu para a cobra duas vezes antes de se esconder sob uma cama, gemendo de dor.
Em seguida, o padrasto do estudante matou a cobra, de cerca de 1,5 metros, com um pedaço de pau. Eles socorreram Toquinho, que foi levado ao veterinário. O cachorro toma soro, está sob medicação e a urina é coletada por sonda.

O drama da família é conseguir manter o animal de estimação internado, já que o custo da diária é de R$ 190. “Ele está estável, mas tem que deixar lá se não ele não sobrevive. Tem que ficar no mínimo até segunda. Esse é o problema. Não temos condições de pagar”, afirma o outro dono do cachorro, Danilo Martins, 16.
Para Polícia Civil médico pode ter se matado em Porto Seguro
| Foto: RADAR 64 |
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| Médico foi encontrado enforcado no condomínio onde morava, em Porto Seguro |
A Polícia Civil de Porto Seguro informou, neste sábado (18), que todas as linhas de investigação apontam que o médico Adonay Cavalcanti de Oliveira, 34 anos, tenha cometido suicídio. O médico foi encontrado morto, por volta das 6h30 da manhã, no condomínio onde morava no bairro de Taperapuan, orla norte.
A vizinha que encontrou o corpo pendurado por um corda em uma pilastra declarou para a polícia que tudo leva a crer que Adonay Cavalcanti morava sozinho no local. Alguns moradores disseram que não ouviram barulho durante a madrugada e outros contaram que Adonay era muito fechado e não costumava conversar com ninguém.
Natural de Bom Sucesso, em Rondônia, Adonay trabalhava na rede pública de saúde do município de Santa Cruz Cabrália e estava na região há menos de um mês. Conforme a polícia, o último lugar que o médico trabalhou foi na cidade do Rio de Janeiro.
- Os agentes da Polícia Civil ainda não conseguiram localizar familiares e nem pessoas que conviviam socialmente com o médico. O corpo está no Instituto Médico Legal.
Itambé: Fábrica vai ocupar os dois pavilhões e gerar 500 empregos
A cidade de Itambé, Localizada no sudoeste baiano, em breve vai está recebendo uma grande empresa, que vai ocupar os dois pavilhões que eram ocupados pela Vulcabrás/Azaléia, gerando 500 postos de trabalho.
Bárbara Krás Calçados

A Bárbara Krás é uma indústria de calçados femininos de Santa Catarina. A empresa está entre as maiores do ramo no Brasil.
Em Itambé existem dois pavilhões que, serviram a Vulcabrás/Azaléia por vários anos e a mais de 1 ano os mesmos encontra-se fechados.
O Pavilhão 1: Serão 250 empregos.
O Pavilhão 2: Serão 250 empregos
Total: 500 empregos
Com essa boa notícia, a cidade vai voltar a sorrir, pois o fechamento das fábricas, deixou muitos desempregados e a economia retraiu.
Agora é só esperar a empresa se instalar, porque o contrato com o governo do estado já foi firmado.

Sertanejo quer ‘roubar’ Lepo Lepo do Psirico
A letra não é lá muito elaborada e a linguagem é até meio chula, mas quem liga? Não falta gente correndo atrás dos direitos autorais de Lepo Lepo, sucesso na voz de Márcio Victor, do Psirico, mas de autoria da dupla Filipe Escandurras e Magno Sant’anna.
Ontem, uma polêmica se iniciou depois que o produtor musical Rafael Vannucci (aquele que é filho da cantora Vanusa, participou da Casa dos Artistas e depois posou para a G Magazine) publicou em seu Instagram um áudio do cantor sertanejo Cristiano Araújo executando a música, acompanhado da hashtag #vazou.

“Sucesso do carnaval com @cris_araujo !! Musica nova !! Lepo Lepo !!! Topissimo !! #vazou”, escreveu ele na rede social.

O cantor não comentou a postagem, mas hoje o empresário do Psirico e sócio da Penta Eventos, Flávio Maron, divulgou uma nota dizendo que ainda está negociando a exclusividade com os compositores, mas que não vai participar de leilão. “Se eles quiserem vender, paciência”. Como isso vai acabar? Aguardem as cenas dos próximos capítulos. Por enquanto, leia a nota de Maron na íntegra.
"Não foi liberado nada não galera! Inclusive ela está editada na Penta.
Realmente existe interesse de varias duplas sertanejas, inclusive algumas gravaram nos piratas e como eles são muito agressivos é capaz de em alguns lugares eles conseguirem ‘roubar’. O empresário do Cristiano inclusive acabou de negar para Márcio que houve algum acerto. Conversei com os dois compositores tb e os mesmo receberam uma proposta altíssima mas que não foi aceita. Estarei negociando o contrato de exclusividade ainda. Não entrarei em leilão. Se eles quiserem vender, paciência. Fazer o que? De qualquer maneira amanha o escritório de Cristiano receberá uma notificação extra judicial para ser retirada qualquer exibição ou áudio com a música. Enfim, valeu pelo apoio. Abs”
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Operação de BVA afeta mais de 70 fundos.
Mais de 70 fundos de pensão de empresas estatais e de prefeituras de todo o país correm o risco de perder a maior parte dos R$ 2,7 bilhões que investiram na compra de papéis lastreados por empréstimos originados no Banco BVA, em processo de liquidação desde agosto.
O investimento dessas entidades nesse tipo de papel é o dobro do que era conhecido até agora, segundo levantamentos feitos depois que a instituição passou à tutela do Banco Central e aos quais a Folha teve acesso.
Entre os bancos pequenos e médios, o BVA foi um dos que mais atraiu os fundos de pensão. As entidades o ajudaram a ter um crescimento relâmpago. Em seis anos, seus ativos aumentaram 17 vezes: de R$ 430 milhões, em junho de 2006, para R$ 8 bilhões, em junho de 2012.
| Editoria de Arte/Folhapress |
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Para captar os recursos dos fundos de pensão, o banco vendia títulos lastreados nos empréstimos que concedia, conhecidos no mercado como direitos creditórios.
Funcionava assim: o banco financiava empresas e depois transformava a operação num título, que era vendido a investidores.
Quase metade desses papéis, R$ 1,3 bilhão, foi vendida diretamente aos fundos de pensão. Os maiores compradores foram a Petros (dos funcionários da Petrobras), o Postalis (Correios) e a Refer (Rede Ferroviária Federal).
O outro R$ 1,4 bilhão foi negociado com fundos de investimento ligados ao BVA e que tinham os fundos de pensão como cotistas.
Nesse grupo estavam não só as entidades ligadas às estatais, mas também os institutos de previdência de 59 municípios e dos governos estaduais de Tocantins e Roraima.
Nessa ciranda, aparecem cidades do porte de Campinas (SP), Manaus (AM) e Joinville (SC), e entidades de pequenos municípios como Serra (ES), Palhoça (SC) e Bom Jesus dos Perdões (SP).
PERDAS
Nas avaliações de técnicos que destrincharam as operações do BVA, uma parte significativa dos empréstimos que lastrearam os papéis vendidos no mercado foi concedida a empresas com pouca condição de honrar os pagamentos.
Várias não tinham crédito com os grandes bancos. Por isso, aceitavam pagar juros mais elevados no BVA.
Nesse tipo de investimento, quando o devedor não paga, a conta estoura na mão de quem comprou o título. Para se prevenir, os investidores costumam exigir que o banco honre o compromisso, uma “trava de segurança” conhecida como coobrigação.
Nas operações do BVA, só 15% tinham esse tipo de garantia, segundo especialistas que avaliaram o banco.
“Estamos enfrentando um grande prejuízo, apesar de todas as regras que criamos após a quebra do banco Pan-Americano [2010] para proteger esses fundos”, diz Leonardo Rolim, secretário de Políticas de Previdência Social do Ministério da Previdência.
No fim de 2013, o BC obrigou os fundos de investimento a lançar em balanço as perdas decorrentes dos atrasos de pagamento desses títulos. Rolim, da Previdência, espera que os fundos de investimento em que prefeituras e Estados aplicaram consigam recuperar pelo menos parte das aplicações.
Mas as chances não parecem grandes. No ano passado, o liquidante do BVA, Valder Carvalho, fez um leilão para tentar vender trinta operações de crédito do banco.
Seria um teste para avaliar as chances de recuperação da carteira. Como os interessados pediram descontos que passaram de 70%, o liquidante desistiu. Procurado, Carvalho não quis se pronunciar.
Profissionais que tiveram acesso aos empréstimos da instituição calculam que mais da metade da carteira esteja na categoria de “difícil recebimento”.
OUTRO LADO
Ivo Lodo, ex-presidente do BVA, não quis se manifestar. A reportagem também procurou as dez entidades de previdência com maior exposição aos papéis do banco (veja quadro nesta página).
Cinco delas (Postalis, Geap e os fundos de Tocantins, Manaus e Macaé) não responderam até a conclusão desta edição. Os representantes do Refer e do fundo de Roraima não foram localizados.
Por meio de sua assessoria, a Petros informou que não investiu diretamente no BVA. Seus recursos foram para fundos que tinham direitos creditórios “emitidos por empresas de médio porte”.A Faceb, dos funcionários da Companhia Energética de Brasília, confirmou ter aplicado em “títulos estruturados pelo BVA, oferecidos pelo próprio banco”, e que uma parte está inadimplente.Sergio Miers, gerente do Ipreville, da Prefeitura de Joinville (SC), disse acompanhar a situação com cautela.
























