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:: ‘Política’

Prefeito de Belo Campo é cassado, mas deverá continuar no cargo

CésarO prefeito de Belo Campo César Ferreira (PP) e o vice-prefeito, tiveram os mandatos cassados pela Justiça Eleitoral. Pesa contra Ferreira e o seu vice, acusação de compra de votos na Eleição de 2012. A denúncia é do Ministério Público. Segundo informações o prefeito César Ferreira já está amparado para continuar no cargo até julgamento do mérito no TRE.

Em um trecho do despacho o juiz assim manifestou: (…) “ Ante o exposto, com fincas no art. 14, § 10, da CR/88 c/c art. 41-A da Lei n.º 9.504/97, julgo parcialmente procedente o pedido para desconstituir os diplomas dos impugnados eleitos CÉSAR FERREIRA DOS SANTOS SILVA e ROBERTO LIMA DE LIMA, tornando insubsistentes seus mandatos e, ainda, declarando-os inelegíveis pelo prazo de 8 (oito) anos a contar desta última eleição. Por conseguinte, proclamo eleitos os segundos colocados no pleito eleitoral de 2012, VIVALDO TIBO LARANJEIRA e ANTÔNIO GOMES DA SILVA NETO, respectivamente, como Prefeito e Vice-Prefeito do Município de Belo Campo/BA. Julgo improcedente o pedido com relação ao impugnado Márcio Robério Ferraz de Aguiar. Sem custas.

Todos os prefeitos do Estado da Bahia que foram cassados, motivados por condutas vedadas no pleito passado, continuam à frente de suas prefeituras. O Tribunal Regional Eleitoral, até agora, acatou todas as liminares que estão garantindo o exercício do mandato dos prefeitos cassados pela  1ª  Instância de cada Comarca responsável pela eleição do município alvo da cassação. Adversários do prefeito já comemoram a decisão da Justiça.Confira no link abaixo do Diário da Justiça  Eletrônico do Tribunal Regional Eleitoral na página 18.

TRE BELO CAMPO

Anúncio de Neto e rejeição dão tom à semana política

Anúncio de Neto e rejeição dão tom à semana política

Foto: Max Haack/ Ag Haack/ Bahia Notícias
O prefeito de Salvador ACM Neto (DEM) deve anunciar nesta terça-feira (8) a chapa das oposições para concorrer nas eleições de outubro. O martelo foi batido em relação à cabeça da coligação, com Paulo Souto (DEM), mas após encomendar pesquisas Geddel Vieira Lima (PMDB) aguarda o resultado para definir o que deve fazer. O peemedebista não quer ficar com a pecha de que saiu do blocão oposicionista e promoveu a vitória do candidato de situação. Rui Costa (PT), diante de todos os nomes até então postos, é quem tem menor taxa de rejeição, por desconhecimento do grande eleitorado. Souto, Geddel e Lídice da Mata (PSB) são antigos conhecidos e dividem as opiniões neste quesito. 

Após proposta de ACM Neto, Geddel diz que levará em conta interesse público


Após a opção do prefeito ACM Neto por Paulo Souto para que seja o “cabeça” da oposição nas próximas eleições, restou ao peemedebista Geddel Vieira Lima duas opções: lançar uma candidatura própria, fragmentando o grupo político ou aceitar a proposta feita pelo líder do bloco, que ofereceu os postos de vice-governador e o Senado para que não desista de fazer parte da chapa.

Reflexivo e balançado com a proposta, o ex-ministro da Integração Nacional postou no Twitter:

“Deixa eu dizer para vocês: Agora é um momento meu. Já ouvi todos. Decisão só se toma você com você mesmo, levando em conta sua crença no interesse público”, escreveu Geddel em sua conta pessoal.


A decisão de Geddel Vieira Lima é aguardada, ansiosamente, pelos Democratas e pode ser decisiva nas próximas eleições. Além de conversar com o prefeito, o peemedebista também sentou com Domingos Leonelli, do PSB. A diálogo girou em torno de uma aliança nacional para apoiar o presidenciável Eduardo Campos.

ACM Neto oferece vice e Senado para PMDB de Geddel

Com a decisão não oficial do prefeito ACM Neto (DEM) em destacar o ex-governador Paulo Souto (DEM) da disputa pela vaga ao posto ao governo da Bahia em 2014, o também pré-candidato oposicionista Geddel Vieira Lima (PMDB) poderá lançar voo solo – com o apoio do PSC – e provocar um racha no bloco que desde a eleição de Neto para a prefeitura de Salvador sempre pregou a união.

Mas, neste domingo (6), oBocão News recebeu a informação de uma figura influente peemedebista que revelou uma contraproposta oferecida pelo DEM na Bahia para garantir o apoio do PMDB e a união do grupo. Na movimentação de peças, o PSDB do deputado federal Antônio Imbassahy, que teria a vaga de vice garantida para João Gualberto (PSDB) perderia o posto.

A fonte afirma que Neto ofereceu as vagas de vice e do Senado para o PMDB de Geddel em troca do apoio ao pré-candidato Paulo Souto. O peemedebista não confirma, mas também não nega que a proposta tenha abalado a alta cúpula da sigla e o momento, garante, é de reflexão.

Em função da mesma proposta, Neto teria – mais uma vez – adiado o anuncio da chapa, que teve o prazo findado na sexta-feira (04). O Bocão News tentou contatos com representantes do DEM e do PSDB para confirmar, ou negar, a informação. Mas, o informante atesta que os detalhes são mais do que seguros e adiantou que ainda na semana em curso todos os nomes da oposição serão anunciados.

A semana foi bastante atribulada para Geddel Vieira Lima. O peemedebista chegou a sentar para conversar com Domingos Leonelli, do PSB. Um dos pontos da conversa foi a probabilidade de fechar um apoio nacional a candidatura do presidenciável Eduardo Campos.

Geddel medita, Neto espera

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 De certo modo, ou de modo inteiro, recaiu sobre o prefeito ACM Neto uma das tarefas mais difíceis para a união da oposição baiana: escolher entre Paulo Souto e Geddel Vieira Lima, líderes das pesquisas até aqui conhecidas, quem será o candidato.
Como liderança nascente na política estadual, com um longo caminho ainda a percorrer, não poderia recusar a causa, porque era o único que estava em condições de coordenar. Mais do que isso.
A sua tarefa não era simplesmente escolher entre dois nomes, mas sim entre duas soluções – as que existem – para a oposição baiana. A recusa seria, então, inaceitável.
Não esperava, no entanto, que a missão fosse tão complicada embora as idas e vindas na política sejam normais, especialmente quando a equação envolve critérios como foram surgindo na postulação de Souto e de Geddel.
De início, o ex-governador ficou indeciso, e sua cabeça girou entre concorrer ou não concorrer. Observando a indecisão visível, Geddel, cuja habilidade é incontestável, colocou para Souto um novo problema: “Se você disser que será candidato a governador neste momento, lhe direi que abro mão e serei candidato a senador”.
Diante da sinuca, Souto silenciou e manteve-se internamente como seu dilema que, pouco a pouco se desanuviou, principalmente com os pedidos de figuras do DEM e clara preferência do terceiro partido, o PSDB.
No vai não vai o ex-governador se definiu por “eu vou” e aí todos olharam na direção de ACM Neto. O que fazer? O prefeito só tinha uma saída: conversar, conversar e conversar com ambos. Por mais que se reunisse com os dois, a solução não se apresentava.
A dupla já estava decidida a concorrer. As pressões se avolumaram. Se os dois não se decidiam, cabia a ele fazê-lo e não poderia ser por critério subjetivo. Geddel a ele dissera que seu momento passara e não aceitava mais ser candidato a senador.
Somou-se a esta divisão um motivo, no seu caso subjetivo. Geddel não gosta de Brasília, fez toda a sua trajetória política por lá e ainda tem uma razão maior para ficar nestas bandas.
É muito apegado à família, especialmente ao pai, de quem cuida com extremo carinho, Afrisio Vieira Lima. Quando se trata do pai, Geddel se emociona fácil e chora por qualquer motivo. Como chorou no aniversário de 15 anos de sua filha, quando Afrisio lhe dissera que não se sentia em condições de dançar a valsa com a neta. Chorou copiosamente.
Esta demora na escolha do candidato da oposição ao governo não se constitui num problema, pelo contrário, pode ser uma vantagem. Isso porque o governador Jaques Wagner decidiu lançar Rui Costa no final de outubro do ano que passou, enquanto Lídice se decidiu um pouco antes, lançado a sua pré-candidatura.
A partir daí as atenções se voltaram para a oposição, que ganhou notícias diárias na mídia enquanto todos passaram a especular quem seria dos dois o candidato. Na capital e no interior, o que pode ser um ganho eleitoral.
Neto se decidiu por Paulo Souto, mas Geddel continua entrincheirado. Sabe ele que dificilmente o quadro pró-Souto mudará. Neto está tentando convencê-lo por ser um quadro importantíssimo no xadrez político-eleitoral. Geddel tem recebido muitas visitas, e parece estar meditado sobre a situação.
Pensou em lançar sua candidatura representando o PMDB de forma independente, mas sabe que talvez não seja por aí. Esta é a razão de o prefeito elastecer seu tempo até meados, mais para o início, desta semana que entra. O presidente do PMDB tem contas a acertar nas eleições de outubro.
Quer impor uma derrota ao governador Jaques Wagner. Entre os dois há um acerto político marcado. Uma pendência.
De outra forma, ainda há o problema nacional da candidatura de Dilma à reeleição. A oposição baiana, inclusive o PMDB, apoiará Aécio Neves e, no segundo turno – se houver – quem ficar para a disputa final,  seja Aécio ou Eduardo Campos. O problema aí está no PT e na necessidade, que será uma marca da campanha presidencial, de uma mudança, de uma renovação, para que haja alternância no poder. Entendem que há um cansaço, que parece enfraquecer Dilma. A oposição não quer um governo petista de 16 anos.

Com Paulo Souto definido, DEM tenta manter Geddel na chapa

No início da noite desta sexta-feira (4), a assessoria do presidente estadual do DEM, deputado Paulo Azi, enviou nota à imprensa revelando que o prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), aceitou adiar por mais alguns dias o anúncio da chapa majoritária das forças oposicionistas ao governo da Bahia.
Contudo, é de conhecimento público que os próprios representantes dos democratas tencionaram a relação entre o partido e os peemedebistas, ao defenderem a postulação do ex-governador Paulo Souto (DEM), em detrimento do pré-candidato e presidente do PMDB baiano, Geddel Vieira Lima.Não havia outra medida que não a postergação, até porque, o ex-ministro não topou ocupar outro espaço na chapa majoritária, a não ser a cabeça.

Portanto, a definição depende de quem indicará os nomes para fechar o grupo, além de tentar uma última cartada em busca de manter Geddel no bloco.
A expectativa é a de que, se o anúncio fosse feito hoje, o grupo sairia dividido com duas candidaturas majoritárias. O cenário é o sonhado pelo pré-candidato governista Rui Costa (PT) e o coordenador do processo, o governador Jaques Wagner.

Por contratar empresas pessoais, ex-prefeito de Porto Seguro devolverá mais de R$ 2 mi ao erário

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O ex-prefeito de Porto Seguro José Ubaldino Júnior (PMDB) foi multado em R$ 40,2 mil pelo Tribunal de Contas dos Municípios por irregularidades oriundas de transações da sua administração com empresas pertencentes ao próprio gestor, ou de parentes seus, as quais saiam vencedoras dos processos licitatórios da prefeitura da cidade. O TCM também determinou o ressarcimento de R$ 2.362.005 ao erário municipal, com recursos pessoais, por serviços pagos e não realizados, além da formulação de representação ao Ministério Público Estadual contra o peemedebista. A 26ª Inspetoria Regional de Controle Externo identificou diversas irregularidades relacionadas a licitações fraudulentas, aquisição de produtos de empresas fantasmas, execução de obras e aquisição de produtos superfaturados, além da emissão de notas fiscais fictícias ou sem a prestação dos serviços contratados. Ainda cabe recurso à decisão.

PF investiga conta conjunta entre ex-diretor da Petrobras e doleiro Alberto Yousseff

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Marcelo Piu / Agência O Globo
Novos documentos que são analisados pela Polícia Federal (PF) indicam que o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa e o doleiro Alberto Yousseff têm ampla parceria financeira, inclusive com contas conjuntas que chegam ao exterior. Uma planilha apreendida pela PF faz referência a pagamentos feitos por empresas do doleiro a Costa, entre julho de 2011 e julho de 2012, período em que estava na diretoria da Petrobras. Os dois estão presos em Curitiba e são alvos centrais da Operação Lava-Jato, investigação sobre lavagem de dinheiro, evasão de divisas e corrupção. As suspeitas sobre a sociedade financeira estão entre os indícios que deram base à decretação da prisão preventiva do ex-diretor, no fim do mês passado. “Alguns documentos indicam que a relação de Paulo Roberto Costa com Alberto Yousseff é bem mais profunda que a alegada consultoria”, diz um dos relatórios da operação. A consultoria teria sido oferecida a Yousseff, no ano passado, quando Costa já não estava mais na Petrobras. Em troca, teria recebido um Land Rover, de R$ 250 mil, um dos carros apreendidos pela PF.

Dia ‘D’ para chapa da oposição pode ficar para próxima semana

A expectativa é grande nesta sexta-feira com a possibilidade de se definir a chapa da oposição ao governo do estado. Se não for hoje, o nome deve ser oficializado na próxima semana. Ao que tudo indica, Neto já fez sua opção por Paulo Souto para encabeçar a chapa.


Democratas e tucanos vêm insistentemente tentando convencer o ex-ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima (PMDB), a não lançar candidatura própria ao governo, o que racharia as oposições. Querem Geddel na vice de Souto ou disputando o Senado, e isso o peemedebista não quer de forma alguma. Ao menos, até o momento.
Na terça-feira, Neto falou que poderia jogar essa decisão pra frente, desde que surgisse um fato novo. “Mas se houver algum fato relevante, fica para a outra semana”,afirmou. Novidade talvez não haja, mas os demistas  continuam tentando convencer Geddel a entrar na chapa. Agora, todo o esforço é válido para que a oposição não sai dividida na eleição e veja toda e qualquer chance de vitória ir para o ralo.

Ex-prefeito de Conceição do Coité teve gastos excessivos com combustível


O Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) está marcando em cima os gastos dos prefeitos e ex-prefeitos com combustível. Em Conceição do Coité, auditoria da corte revelou que o ex-gestor Renato Souza gastou mais recursos em diesel do que o sucessor, Francisco de Assis (PT), isso com uma quantidade menor de veículos à disposição da prefeitura. A diferença entre os gastos de 2012 e 2013 chega a 338 mil litros. Vereadores ligados ao atual prefeito cobram investigação por parte do Ministério Público da Bahia. As informações são da coluna Satélite, do Correio

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