CPI governista convoca dirigentes da Petrobras e já blinda Lula
Comissão chamou 35 autoridades e ex-dirigentes para serem ouvidos sobre irregularidades em contratos e obras e denúncias de pagamento de propina
CÃES DE GUARDA – José Pimentel (PT-CE) e Vital do Rêgo (PMDB-PB): escalados pelo governo para controlar a CPI da Petrobras (Geraldo Magela/Agência Senado)
Na primeira reunião de trabalho, a CPI da Petrobras no Senado aprovou nesta quarta-feira pedidos para que sejam ouvidas 35 autoridades, entre elas a atual presidente da estatal, Graça Foster, o ex-presidente da empresa José Sergio Gabrielli e o ex-diretor da Área Internacional da companhia, Nestor Cerveró. Formada por ampla maioria governista, a comissão barrou a convocação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Os primeiros depoimentos começarão na próxima semana, quando serão ouvidos Graça Foster, na terça-feira, e Gabrielli, na quinta.
O pedido para que Lula fosse ouvido foi feito pelo único representante da oposição na CPI, o senador Cyro Miranda (PSDB-GO). “O mandatário de tudo era o senhor Luiz Inácio Lula da Silva, que deveria saber de tudo o que estava acontecendo, por isso acho que o depoimento do ex-presidente é muito importante”, disse o tucano.
A “tropa de choque” governista, porém, reagiu. Dois ex-ministros de Lula, os senadores Humberto Costa (PT-PE) e José Pimentel (PT-CE), relator da CPI, integram o colegiado. “Convocar o ex-presidente Lula não tem nenhuma relação com o que estamos investigando”, disse Pimentel. “Em nenhum momento o nome do ex-presidente Lula foi citado como tendo relação direta ou indireta com esses fatos [sobre a Petrobras]. Não há qualquer conexão em chamá-lo”, completou Costa.
Os governistas também aproveitaram sua maioria para abrir um foco de investigação sobre a refinaria Abreu e Lima, no porto pernambucano de Suape, cuja investigação pode atingir o ex-governador Eduardo Campos (PSB), futuro adversário de Dilma Rousseff nas eleições. Em mais uma sinalização política de que os trabalhos da CPI devem respingar nas candidaturas dos adversários de Lula em outubro, o relator José Pimentel listou, em seu plano de trabalho, investigações sobre o naufrágio da plataforma P-36, da Petrobras, em 2001, durante o governo do tucano Fernando Henrique Cardoso. Foram aprovados, por exemplo, requerimentos para que documentos sobre o acidente sejam enviados à CPI e para que seja ouvido diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo (ANP) na época, David Zylbersztajn.
Roteiro – Em uma tentativa de blindar investigações mais profundas, o relator da CPI, José Pimentel, apresentou previamente uma lista de perguntas que quer ver respondida pelos futuros depoentes. Com isso, é grande a possibilidade de construção de discursos casados para defender a Petrobras e minimizar evidências de má gestão e corrupção na empresa.
Dos treze titulares, apenas três cadeiras pertencem à oposição e, ainda assim, somente o tucano Cyro Miranda aceitou fazer parte da comissão por enquanto. Lúcia Vânia (PSDB-GO) e Wilder Morais (DEM-GO) se recusaram a participar da CPI do Senado.
Com apenas três das treze cadeiras na comissão do Senado, a oposição ainda tenta emplacar uma CPI mista, com deputados e senadores, também destinada a apurar irregularidades na estatal petroleira. A avaliação é que, como na Câmara a base da presidente Dilma Rousseff é mais instável, o governo teria mais dificuldade em tutelar a comissão. PSDB e DEM chegaram a se recusar a indicar membros para a CPI do Senado, o que levou o presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL), a escolher pessoalmente ontem os representantes da oposição.
Ao longo de 180 dias, caberá à CPI apurar irregularidades envolvendo a Petrobras ocorridas entre 2005 e 2014, a compra da refinaria de Pasadena, no Texas, além de suspeitas de lançamento de plataformas inacabadas, pagamento de propina a funcionários da petrolífera e indícios de superfaturamento em obras.
Além das oitivas de autoridades, a CPI aprovou nesta quarta pedidos de cópias de documentos sobre transações da Petrobras envolvendo a refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos, e o compartilhamento de informações em poder do Tribunal de Contas da União (TCU) e da Controladoria Geral da União (CGU), além de diligências para visitas a plataformas da Petrobras e a refinarias administradas pela estatal.
Isis Valverde sobre reconciliação de Cauã e Grazi: “Torci muito”


Em entrevista à revista “Contigo!” desta semana, Isis Valverde falou pela primeira vez sobre a polêmica envolvendo o ex-casal Cauã Reymond e Grazi Massafera. Isis declarou que nunca foi amiga da atriz e negou que teria vivido um romance com o ator durante as gravações de “Amores Roubados” no sertão nordestino. “Ficamos todos os atores juntos por três meses. Viramos uma grande família”, disse.
“Vi a Grazi duas vezes na minha vida no Projac. Então nem cabia eu ligar para ela porque ela ia dizer: ‘Por favor, é minha vida, dá licença?’. Cheguei a ler algumas coisas que eles estavam conversando e se acertando e torci muito para que fosse verdade”.
Em seu aniversário, em fevereiro, Isis realizou uma comemoração para pessoas próximas e Cauã foi um dos convidados. “Somos colegas de trabalho. Amigos, amigos: não. Fiz uma festa e chamei vários atores, meu diretor, meu roteirista… Então, como estava chamando todos os meus amigos, pensei: ‘Por que não?’. Não devo nada a ninguém”, comentou, descartando ter sido o pivô da separação.
Novo affair de Zilu Camargo é cantor sertanejo de 39 anos
Em dezembro, na festa de aniversário de neto, José Marcus, Zilu disse que estava feliz e tranquila
Recém-divorciada de Zezé di Carmargo, Zilu está saindo com o cantor sertanejo Zé Henrique, de 39 anos.
“Eles estão saindo, sim, mas tudo é bem recente porque o Zé Henrique se separou há dois meses. Ele ficou muito surpreso com a repercussão e incomodado também porque não esperava tanta exposição”, revelou aoUOL uma pessoa próxima ao cantor da dupla sertaneja Zé Henrique & Gabriel.
Traficantes com a camisa da Seleção comemoram torneio de futebol no Rio com rajadas de fuzis para o alto. Sem medo da polícia, de ninguém.
É de revirar o estômago, de fazer tremer.
Uma cena dantesca.
Se passasse em algum filme pareceria exagero, absurdo.
Mas é verdadeira.
No domingo, 4 de maio, um torneio de futebol amador.
Na favela da Vila Aliança, em Bangu, no Rio de Janeiro.
Disputa da semifinal por pênaltis.
O Vila Aliança Clube acaba de vencer.
Time que joga com o uniforme da Seleção Brasileira.
Está classificado para a decisão.
A festa pela classificação é diferente.
Cinco jogadores pegam seus fuzis e começam a disparar para o alto.
Sim.
São AR-15, AK-47 e FAL.
Todos de uso restrito militar.
Mas os jogadores disparam com a maior familiaridade.
E eles estão entre centenas de pessoas que assistiam ao jogo.
Moradores da comunidade nem se espantam.
Muitos correm, mas dão risadas.
Os jogadores seriam um grupo de traficantes.
O jornal Extra revela que o Aliança Clube tem um mecenas.
Ele é o traficante Rafael Alves, o Peixe.
Criminoso foragido.
A cena bizarra já ganha noticiários do mundo todo.
A menos de um mês da Copa do Mundo outra vez expõe o Brasil.
Mostra um país sem lei.
Onde bandidos disparam rajadas de fuzis para comemorar jogos amadores.
E a polícia não aparece.
Ou seja, fazem o que querem.
A 1ª Copa de Futebol Vila Aliança era divulgada até no facebook.
A final foi adiada.
Os organizadores informavam ter acontecido um forte tiroteio na favela.
Não, não foi a comemoração da equipe bancada por Peixe.
Desta vez teria sido um confronto entre bandidos e policiais.
A situação está completamente fora de controle.
Enquanto isso, o governo brasileiro insiste.
Tenta convencer turistas que não tenham medo.
E venham para a Copa do Mundo.
Mas a violência urbana tem consequências.
A previsão inicial dava conta que 600 mil viriam para a Copa.
O número baixou para 300 mil.
E o governo já trabalha com o número de 150 mil.
Isso com o país comprometendo R$ 2 bilhões na segurança do torneio.
Unindo Exército, Marinha, Aeronáutica, forças especiais, polícias.
Mesmo assim, as desistências se acumulam.
Até por isso estão sobrando ingressos nas mãos de cambistas no país.
Que pai levaria sua família a um país com 50 mil assassinatos por ano?
Onde traficantes dão rajadas para o alto em um torneio amador de futebol?
Com fuzis de alto poder letal?
E sem o menor medo das autoridades?
Este é o Brasil da Copa do Mundo de 2014.
Onde Nizan Guanaes, o principal publicitário do país, se revolta.
Não quer ver nenhum brasileiro questionando o Mundial.
“Papai e mamãe não discutem a relação na festa de aniversário, diante dos convidados.”
Escreveu na Folha de São Paulo.
“A Copa do Mundo do Brasil não vai ser organizada como a da Alemanha.
Mas ela vai ser mais divertida, mais passional.”
Lógico que ele tem motivo para comemorar.
O Mundial rendeu demais para sua agência de publicidade.
O bordão que Nizan criou foi ótimo.
Combina não só com o Mundial.
É perfeito até com o torneio de futebol na favela Vila Aliança.
Principalmente nas comemorações com tiros de fuzis.
Com as rajadas de balas varando o céu.
Que venha logo a decisão do título.
A semifinal já foi ótima.
“Imagina a festa.”
Verônica conta a novidade para Clara: ‘Sabe o que o Laerte me disse? Que já pediu a Luiza em casamento. E agora só depende dela’, dispara

Foto: Divulgação
Rio – O romance de Luiza (Bruna Marquezine) e Laerte (Gabriel Braga Nunes) está indo de vento em popa e tudo indica que vai dar em casamento. Na sequência de ‘Em Família’, a partir do dia 21, Verônica (Helena Ranaldi) pergunta ao flautista quando vai sair o casamento com Luiza. Laerte revela: “O pedido está feito. Só estou esperando o ‘sim’ da noiva.” A pianista ironiza: “Esperando? Nossa, você já foi mais irresistível.”
Claro que a notícia chega aos ouvidos de Helena (Júlia Lemmertz). Tomando café com Clara (Giovanna Antonelli), Verônica desabafa que o galpão foi um sonho mais dela do que de Laerte: “Batalhei muito, enquanto ele vivia no mundo da lua pensando nas mulheres dele. Agora, tenho que aturar desaforo dele quase todo dia!” Clara rebate que ela precisa desencanar, porque é linda, querida por todos e que deve curtir o violonista Michel (Michel Melamed). É aí que Verônica entrega: “Sabe o que o Laerte me disse? Que já pediu a Luiza em casamento. E agora só depende dela.” Clara: “Nossa, como tem gente rápida nesse mundo. Ou será que sou eu que sou muito lenta?” Verônica: “Neste caso, somos duas. Casamento! Fiquei boba.”
À noite, ao encontrar Helena, Clara não resiste: “Ouvi uma história hoje e me sinto no dever de te contar. Nem sei se deveria falar, mas… Foi uma conversa meio enrolada, não ouvi diretamente de nenhum dos dois. Nem do Laerte, nem da Luiza. Pra resumir numa só palavra? Casamento. Parece que eles estão pensando em casamento. Pra valer mesmo. Na igreja, de véu e grinalda. Foi a Verônica quem me contou.” Helena se irrita: “Não pode ser… ela não pode fazer isso comigo.” E pede para Clara deixá-la sozinha. No dia seguinte, Leninha vai ao Galpão tomar satisfações com Laerte e, quando coloca a mão na maçaneta, Luiza chega, coloca-se na frente e pergunta: “Onde é que você vai, mãe?”
Pai injeta sangue infectado com HIV no bebê para não ter que pagar pensão

Vídeo: apresentadora aponta arma de pregos para si mesma e desespera produção
Fonte: G1
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Tubarão branco ataca bote e desespera tripulantes. Assista!

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Fanática por academia levanta pesos apenas dois dias antes de dar à luz
Uma esportista de 33 anos do Arizona, EUA, resolveu manter a sua rotina de exercícios físicos mesmo muito perto de dar à luz. A diferença é que ela, além de caminhar mais de 4 Km todos os dias com o seu cachorro, ainda mantinha o “desejo” em levantar pesos, como mostra a imagem abaixo.
Meghan Umphres Leatherman ainda estava fazendo treinos como parte de seu regime de fitness cansativo, que também combina ginástica e cardio, mesmo quando ela estava perto de ter o seu bebê.
Segundo seus médicos, aparentemente, as atividades não ofereceram perigo para sua criança, além da caminhada tornar a gravidez mais fácil e saudável.
Depois de dar à luz a uma menina, no início deste mês, ela está ansiosa para voltar à academia
Com informações do Daily Star.

























