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De novo? Suposta camisa divulgada por jornal com escudo de ‘vice’ circula na net

Depois de virar motivo de piada por culpa do Olodum, da Arena Fonte Nova e do SBT, o Vitória voltou a ter seu escudo ‘trocado’ nesta quarta-feira (30). Ao invés do tradicional ‘ECV’, a palavra ‘vice’ foi colocada no símbolo rubro-negro, em um jornal de circulação nacional.

A camisa contém os escudos dos times da Série A, inclusive do rival Bahia, mas apenas os rubro-negros não tiveram seu símbolo divulgado com fidelidade.

Confira a imagem:

 

Não vou me importar com campanha ‘Volta, Lula’, diz Dilma

  • Dilma Rousseff participou do lançamento de três condomínios do "Minha Casa, Minha Vida", na BahiaDilma Rousseff participou do lançamento de três condomínios do “Minha Casa, Minha Vida”, na Bahia

A presidente Dilma Rousseff minimizou a polêmica criada em torno do movimento ‘Volta, Lula’ durante entrevista concedida a emissoras de rádio na Bahia na manhã desta quarta-feira (30).

“Não vou me importar com isso”, afirmou a presidente ao ser questionada sobre o fato de um partido da sua base aliada, o PR, ter lançado um manifesto pela candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “Daqui para o fim do ano, tenho uma atividade importantíssima para fazer e não posso me desligar nenhum minuto dela. É governar esse país”, completou.

Dilma disse que em ano eleitoral “é possível que ocorra todas as hipóteses; essa é uma situação normal”.

A presidente falou ainda que será candidata com ou sem o apoio da base aliada. “Gostaria muito que, quando eu for candidata, eu tivesse o apoio da minha base. Não havendo esse apoio, a gente vai tocar em frente”, disse. “Por trás de todas as coisas existem outras explicações”, divagou.

Maconha deve ser legalizada, e traficantes da droga, anistiados

Legalizar a cannabis e acabar com a guerra às drogas não é somente uma questão de liberdades individuais. É também uma questão de segurança pública e de direitos humanos.

A guerra às drogas está dizimando a juventude mais pobre das periferias, que morre vítima das lutas de facções, da repressão ao tráfico, da violência policial e das milícias. Ou é encarcerada pelo comércio ilegal de drogas ou, em muitos casos, pelo uso delas.

Dependendo da cor e da classe social, a mesma quantidade de substância pode ser considerada para uso ou para tráfico, e a pessoa pode ir parar em presídios superlotados, que são verdadeiros infernos e escolas do crime.

Por isso, o projeto de lei 7270/2014, que protocolei na Câmara dos Deputados, faz muito mais do que legalizar a maconha: ele propõe uma série de mudanças radicais na política de drogas do Brasil.

A legalização tem sido o aspecto mais comentado do projeto, tanto por aqueles que são a favor quanto por aqueles que se opõem, mas a proposta vai além. Entre a lei e sua justificativa, são 60 páginas que recomendo ler a quem quiser criticá-lo. E neste artigo quero falar sobre um ponto do projeto em particular: a anistia.

Números

Mas antes disso, como diz o mestre Eugênio Raul Zaffaroni (jurista argentino), “vamos ouvir a palavra dos mortos”. De acordo com o Ministério da Saúde, o uso de drogas matou 40.692 pessoas entre 2006 e 2010. Desse total, 34.573 (84,9%), morreram em decorrência do abuso (não confundir com o uso) do álcool, e 4625 (11,3%), do tabaco.

Quer dizer: 96,2% das mortes diretamente relacionadas ao uso de drogas foram causadas por duas substâncias que, na atualidade, são lícitas. A droga cujo abuso mais mata, o álcool, não só é comercializada legalmente, como também tem propaganda na televisão — feita até por deputados!

E a maconha? No relatório, ela sequer é mencionada porque é raro alguém morrer por overdose de cannabis, que, no entanto, é ilegal. Vejam que contradição! Mas tem uma série de dados em que os números se invertem: quando falamos das mortes decorrentes do tráfico ilegal e da guerra às drogas.

 

Lula Marques/FolhapressA droga cujo abuso mais mata, o álcool, não só é vendida legalmente, como também é vendida na televisão – até por deputados!Jean Wyllys, deputado federal (PSOL-RJ), sobre a diferença de mortes por abuso de álcool e drogas ilícitas

 

A proibição mata muito mais do que o uso de qualquer droga. E como a maconha, segundo a ONU, é a droga consumida por 80% dos usuários de drogas ilícitas, podemos dizer que a proibição da maconha é o que mais mata.

De acordo com um relatório dos repórteres Willian Ferraz, Hugo Bross, Kaio Diniz e Vanderson Freizer, 56% dos assassinatos no Brasil têm ligação direta com o tráfico. Os mortos, em sua grande maioria, são jovens pobres de 15 a 25 anos. E são mais de 50 mil mortes por ano.

Segundo o Instituto de Segurança Pública (ISP), só no Rio de Janeiro, em 2013, houve 4761 homicídios, 16,7% mais que em 2012. Desse total, 416 foram assassinatos cometidos pela polícia e registrados sob o eufemismo de “auto de resistência”. O panorama é assustador em todo o país.

Entre 1980 e 2010, a taxa de mortalidade por armas de fogo no Brasil cresceu de 7,3 a 20,4 por cada 100 mil habitantes, mas esse número, já altíssimo, dobra quando falamos dos jovens: quando as vítimas têm entre 15 e 29 anos, a taxa é 44,2. E a principal causa disso é a guerra às drogas.

Mas essa “guerra” impediu que as pessoas consumissem drogas ilícitas? Não. De acordo com um estudo do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia para Políticas Públicas do Álcool e Outras Drogas da Unifesp, a maconha é consumida por mais de um milhão de brasileiros, e 7% dos adultos já fumaram alguma vez. Dentre eles, 62% tiveram o primeiro contato com a maconha antes dos 18 anos de idade.

Hoje, como a maconha é liberada, não tem maneira de impedir que um menor de idade vá comprar numa “boca”. E todo o mundo sabe onde fica a boca mais próxima.

A política de guerra às drogas – além de não diferenciar o uso do abuso de drogas e nem reduzi-los, não regular o comércio, não controlar a qualidade das drogas que são vendidas, não recolher impostos, não impedir o acesso a elas dos menores de idade, gastar fortunas e matar milhares de pessoas a cada ano – também envia milhares de jovens para os presídios.

 

A guerra às drogas, além de ser cara e inútil, está produzindo uma tragédiaJean Wyllys, deputado federal (PSOL-RJ), sobre a política de combate ao tráfico de entorpecentes

 

De acordo com dados coletados pelo portal G1, o total de pessoas encarceradas no Brasil é de 563.723 (bem mais que a capacidade das prisões, que é de 363.520 vagas), e em 20 anos esse número aumentou em 450%.

O Brasil tem a quarta maior população carcerária do mundo, depois da China, dos EUA e da Rússia, e, de acordo com dados do Ministério da Justiça de dezembro de 2012, a maioria dos presos é jovem (52% têm entre 18 e 29 anos), negro ou pardo (58%), e quase um de cada quatro (24%) está preso por comércio de drogas ilícitas.

O que esses números e outros que poderiam ser mencionados mostram é que a guerra às drogas, além de ser cara e inútil, está produzindo uma tragédia. Por isso, além de legalizar e regulamentar o comércio de maconha, meu projeto propõe duas medidas que, eu sei, serão polêmicas — e peço atenção, porque provavelmente serão distorcidas pelos fundamentalistas de sempre —, mas considero que sejam imprescindíveis para reduzir a violência e a criminalidade (e a criminalização muitas vezes desnecessária).

O projeto

Em primeiro lugar, proponho uma anistia geral para todas as pessoas presas, processadas ou indiciadas por tráfico de maconha. Isso não inclui aqueles que tenham praticado outros crimes (por exemplo, quem tiver matado), e nem os policiais e outros agentes públicos envolvidos no tráfico.

O objetivo dessa primeira anistia, que é uma consequência lógica da descriminalização do comércio de cannabis (mas, por uma questão de técnica legislativa, precisava ser explicitada), é liberar aqueles que tenham sido presos ou acusados apenas por vender maconha. A maioria é composta por vapores, aviões, pequenos assalariados do tráfico, jovens e adolescentes que moram nas periferias e nas favelas e que entraram no “movimento” porque era o que o país lhes oferecia para ser alguém na vida.

 

Leo Franco/AgnewsProponho uma anistia geral para todas as pessoas presas, processadas ou indiciadas por tráfico de maconha, exceto para policiais e para aqueles que tenham praticado outros crimesJean Wyllys, deputado federal (PSOL-RJ), sobre um dos pontos do projeto de lei que protocolou na Câmara dos Deputados

 

O conceito de traficante está inchado porque inclui, como se da mesma coisa se tratasse, o chefe de uma quadrilha internacional e o menino pobre que trabalha (sim, trabalha) no último elo da cadeia do tráfico. E somente esses últimos é que são presos, na maioria dos casos, e têm a vida estragada quando ela apenas começou.

Inserção na sociedade

O Estado é culpado por esses meninos terem se envolvido no tráfico, porque a escolha deles é consequência direta de outras muito mais erradas que o Estado tem feito nas últimas décadas. Em vez de trancafiá-los num presídio e condená-los à marginalidade e ao crime, o país deveria lhes oferecer uma alternativa de vida.

A lei que proponho dá o primeiro passo, deixando esses jovens em liberdade e apagando seus antecedentes, que são a marca que o sistema punitivo deixa neles para sempre, para que nunca mais deixem ser rotulados como “bandidos”. O poder público deverá completar a tarefa, fazendo da legalização uma transição entre o velho e o novo, mudando o contexto em que esses jovens vivem.

A segunda anistia explica por que não seguimos o modelo uruguaio de legalização da maconha, que estabelece o controle estatal da produção e comercialização: esse modelo resolveria a questão das liberdades individuais (o direito dos usuários de maconha a comprar a planta e seus derivados legalmente), mas de nada servia para acabar com o tráfico ilegal e oferecer uma saída a esses jovens.

 

Luis Macedo/Câmara dos DeputadosO conceito de “traficante” está inchado, porque inclui o chefe de uma quadrilha internacional e o menino pobre que trabalha no último elo da cadeia do tráficoJean Wyllys, deputado federal (PSOL-RJ), sobre a política de combate às drogas

 

Por isso, estamos propondo que, depois da sanção da lei e por um determinado prazo, outra anistia seja oferecida àqueles que praticam o comércio ilegal da maconha e de outras drogas e não foram ainda indiciados ou condenados por isso, mas querem se inserir na legalidade.

Isso quer dizer que o dono de uma “boca” poderá se registrar como comerciante legal de maconha, cumprindo todos os requisitos da lei, abandonando as armas e a violência, assim como o comércio das outras drogas ainda ilícitas, e pagando impostos (que, imagino, serão mais baratos que a propina da polícia). E viramos a página.

Eles não poderão ser presos por terem sido, antes disso, traficantes, desde que não tenham cometido crimes violentos.

A legalização da maconha é um primeiro passo que, feito dessa maneira, além de garantir as liberdades individuais dos usuários, será uma ferramenta fundamental para reduzir a violência, deixar de encher nossas prisões e acabar com uma guerra que já matou gente demais.

O resto do trabalho deverá ser feito, a médio e longo prazo, por uma política de Estado diferente da atual, que ofereça outras oportunidades de vida àqueles que hoje têm o comércio ilegal de drogas como única saída. Não vai ser com mais militarização e mais polícia que vamos resolver esse problema.

Os 10 erros mais comuns na hora de tirar a fralda das crianças

Começar o desfralde antes da hora, dar bronca pelos escapes e deixar a tarefa somente a cargo da escola são atitudes equivocadas que podem trazer prejuízos para as crianças

Retirar a fralda das crianças é um processo que exige muita paciência dos pais. Algumas levam poucas semanas para aprender a usar o banheiro, enquanto outras podem demorar até seis meses e demandar atenção maior. “O desfralde não é meramente um treinamento mecânico, pois envolve a parte psicológica da criança, algo vincular”, afirma a pediatra Anna Julia Sapienza, do Hospital Infantil Sabará (SP).

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Uma das tarefas mais difíceis para os pais é perceber se já está na hora de tirar a fralda do filho

 

 

De acordo com a psicóloga Susana Ório, coordenadora da unidade infantil do colégio Madre Alix (SP), esta é uma etapa de extrema importância no desenvolvimento, pois mostra que a criança está se abrindo para o social. “Para ela, fazer coco é como deixar algo dela para o mundo, tem um significado”, diz a especialista. Isso porque os pequenos normalmente têm uma relação prazerosa em evacuar e urinar no momento que desejarem, e passar a controlar isso é como se eles estivessem abrindo mão desta sensação de bem-estar.

Nesse período, que ocorre por volta dos dois anos de idade, uma das tarefas mais difíceis para os pais é perceber se está realmente na hora começar a tirar a fralda. “Os pais devem avaliar a maturidade psicólogica da criança. Uma dica é notar se ela já desenvolveu certa coordenação motora e se já tem a percepção que está com vontade de ir ao banheiro”, recomenda Susana.

Outra orientação é observar se a fralda passa a ficar seca por um período maior de tempo, mesmo pela manhã, ao acordar. Possivelmente, também será o momento certo se notar que a criança fica incomodada com a fralda e tenta retirá-la com frequência.

Como começar?

Depois de identificar a hora certa de retirar a fralda, muitos pais cometem erros que podem prejudicar o avanço do processo, tais como apressar a criança no banheiro, repreender por ela não conseguir se segurar ou mesmo delegar a responsabilidade para a escola (veja os principais erros abaixo).

Para não atrasar o desfralde nem inviabilizar todo o trabalho, o ideal é começar o procedimento quando os pais estiverem mais tranquilos (pode ser nas férias, por exemplo) e com tempo para dedicar a isso. Ao retirar a fralda, comece explicando à criança que ela precisa pedir para fazer xixi ou coco toda vez que estiver com vontade. Durante o treinamento, pergunte se ela quer ir ao banheiro pelo menos a cada duas horas. Utilize itens como penicos ou redutores de vaso sanitário, para facilitar a evacuação.

No entanto, se depois de algumas semanas de tentativa os responsáveis não notarem avanços ou perceberem que o filho não está preparado, é melhor não insistir. “Pare, espere mais um mês e depois recomece o processo. Caso contrário, a tendência vai ser a criança se reprimir e os pais se estressarem”, afirma Anna Julia.

Veja os principais erros que os pais cometem ao desfraldar os filhos e tente evitá-los:

Erro 1: Começar antes da hora
Não existe uma idade marcada para tirar a fralda das crianças. O que normalmente acontece é que a criança mesma começa a sinalizar, dizendo que quer fazer xixi ou apontando para a fraldinha. No entanto, apressar o processo pode gerar prejuízos para o desenvolvimento dela. “Antes de um ano e meio, geralmente, a criança não tem preparo neurológico para fazer esse desfralde”, afirma a pediatra Anna Julia Sapienza, do Hospital Infantil Sabará (SP). A médica diz que o ideal é preparar o treinamento a partir dos dois anos, pois nesta fase os filhos já possuem autonomia motora para andar, tirar a roupa e expressar que estão incomodados com o coco.

Erro 2: Expor a criança em lugares públicos
Assim como acontece com os adultos, ir ao banheiro é algo privado. Por isso, desde o início, os pais não devem colocar o penico, por exemplo, no meio da sala ou no quarto, nem expor a criança na frente de todos. O recomendado é usar o sanitário preferencialmente com a porta fechada. “Caso contrário, a criança fica exposta socialmente, causando traumas, já que, se ela se sujar na frente dos outros, não será algo nada agradável”, orienta Anna Julia.

Erro 3: Delegar a tarefa unicamente para a escola
O momento de retirada de fralda deve acontecer primeiramente em casa. A escola serve como uma base de apoio e continuidade da orientação dada pelo pai e pela mãe. A psicóloga Susana Ório lembra também que as crianças têm períodos diferentes de desenvolvimento. Portanto, não é porque o coleguinha da turma está saindo da fralda que o seu filho obrigatoriamente precisa deixá-la também.

Erro 4: Pressionar a criança para ser rápida
Jamais fique dizendo à criança para fazer logo o xixi ou o coco, que tem que sair ou que está com pressa. O treinamento para o desfralde requer tempo e paciência. Por isso, leve para o banheiro algumas distrações para o pequeno, como livros, joguinhos, giz de cera, para tornar aquele momento prazeroso e evitar o tédio e a desistência. “Tem de ser um processo carinhoso, sem correria”, recomenda a médica Anna Julia.

Erro 5: Não providenciar os itens de apoio
É claro que se a criança não tiver a estrutura básica, ficará mais complicado utilizar o banheiro. Por isso, os pais devem providenciar um penico ou um redutor de vaso sanitário, para que haja mais comodidade e conforto na hora de aprender a usar o toalete.

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Pais devem evitar apressar a criança para fazer xixi ou coco: “Tem de ser um processo carinhoso, sem correria”, recomenda pediatra

Erro 6: Esperar a criança pedir para ir ao banheiro
Para facilitar o treinamento, os pais devem começar a retirada das fraldas durante o dia, período em que a criança está mais alerta para pedir para usar o banheiro. No entanto, os adultos não podem apenas ficar esperando a demonstração espontânea desta vontade. É preciso insistir e perguntar, pelo menos a cada duas horas, se ela quer fazer xixi ou coco. Também é importante ficarem mais atentos após as refeições ou depois da ingestão excessiva de líquidos. Intensifique o processo nesses horários e, mesmo que a criança não peça, deixe que ela permaneça um pouco sentada no vaso sanitário para tentar evacuar.

Erro 7: Dar bronca se a criança não consegue se segurar
Uma das coisas que os pais devem evitar de qualquer maneira é dar bronca ou brigar com a criança se ocorrer um escape. Nestes casos, o melhor a fazer é levar o filho a um lugar reservado, limpá-lo e trocá-lo. Nada de dizer: “nossa, sujou a roupa de novo” ou “você não aprende”. “Quando essa repreensão acontece, a criança pode tentar prender o coco da próxima vez para não envergonhar o pai ou a mãe ou até ficar com a bexiga cheia, causando infecções urinárias”, explica a pediatra Anna Julia Sapienza.

Erro 8: Fazer cara de nojo quando acontecer um escape
Mesmo sem dar bronca, muitos pais fazem uma expressão de reprovação, constrangimento ou nojo quando a criança, sem querer, faz coco na roupa ou xixi na frente das visitas. Vale dizer que os escapes, principalmente os noturnos, em muitos casos, são frequentes até que ela desenvolva um controle total. “A retirada das fraldas à noite poderá durar um pouco mais, em média até os quatro anos de idade. Há casos em que algumas crianças poderão persistir um pouco mais, até os seis anos, o que consideramos normal”, explica o pediatra Antonio Carlos Turner, diretor da Clínica Materno Infantil (RJ).

Erro 9: Colocar roupas difíceis de tirar
Se a criança pede para ir ao banheiro, os pais têm de agir rápido. Por isso, nada de colocar calças muito apertadas ou meia-calça durante o treinamento de desfralde. Desta forma, o verão é realmente um ótimo período para iniciar o processo, já que roupas leves como vestidinhos, bermudas e shorts facilitam a retirada na hora da “emergência”.

Erro 10: Escolher um momento de estresse para tirar a fralda
Se os pais estão em época de balanço no trabalho ou fechamento de relatórios, certamente é melhor deixar o momento do desfralde para depois. Isso porque as primeiras semanas de treinamento requerem muita disponibilidade de tempo, afinal os adultos têm de estar dispostos a passar vários minutos com o pequeno no banheiro. “Paciência e todo cuidado são poucos nesta hora. Caso contrário, essa fase de dependência das fraldas poderá durar mais”, orienta Antonio Carlos.

Ousadia: bandidos confeccionam placa para evitar polícia

“Por favor, abaixe as luzes dos faróis e ligue a luz interna”, não exatamente com essa grafia, mas com esse objetivo, traficantes do “Buracão” orientam a forma como os motoristas devem se comportar ao entrar na localidade que fica próxima ao fim de linha do bairro Tancredo Neves, periferia de Salvador.

Para evitar a entrada de policiais com veículos sem identificação, e de possíveis bandidos de facções rivais, os criminosos confeccionaram uma placa e fixaram no poste que fica na entrada da rua. Quem não segue a determinação corre risco de ser recebido com tiros. A ordem é abordar todos os carros que entrem à noite na localidade.

De acordo com o major Estrela, comandante da 23ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM), responsável pela área de Tancredo Neves, a placa foi retirada por militares durante uma operação na tarde de segunda-feira (28).

Ainda segundo o major, os traficantes tentaram evitar o trabalho da guarnição e houve intensa troca de tiros. “É realmente uma localidade perigosíssima, mas que não tememos entrar e ir para o confronto. Eles (traficantes) devem saber que quem manda na região é a polícia. Não adianta colocar placa par tentar implantar o terror. Eles sabem que lá é no cajado da lei”, disse. A placa foi levada para a sede da 23ª CIPM.

Dona da Friboi confirma suspeita de vaca louca

Animal seria abatido em unidade da JBS em Mato Grosso, mas foi identificado antes e não chegou a consumidor final

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JBS: frigorífico confirma suspeita de vaca louca

A JBS, dona da marca Friboi, confirmou nesta terça-feira (29) ter identificado um bovino com suspeita de estar contamidado com uma variante atípica da  doença da vaca louca em uma unidade da empresa em Mato Grosso. O animal foi sacrificado antes do abate, e por isso não chegou ao consumidor final.

Caso se confirme, será o segundo caso da doença a ser registrado no Brasil. O anterior ocorreu em 2012 no Paraná.

A nota da JBS à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) esclarece que o caso é o mesmo que havia sido reportado pelo Ministério da Agricultura na semana passada.

“A rígida fiscalização sanitária e a capacidade técnica da equipe impediu que o produto chegasse ao consumidor final, garantindo um total controle sanitário e alimentar”, informa o documento entregue à CVM.

Os testes iniciais com o bovino, que tinha 12 anos de idade, indicaram a presença de marcação priônica – um indício da vaca louca. Amostras do animal foram, então, enviados um laboratório de Weybridge, na Inglaterra, para confirmação da suspeita.

Os resultados dos exames que devem confirmar ou descartar a suspeita devem ser conhecidos até o fim da semana, segundo uma fonte do setor.

Às 17h54, as ações ordinárias da JBS recuavam 1,4%.

Suspeita coloca produto brasileiro na berlinda

A suspeita coloca a carne brasileira na mira dos compradores internacionais, que são um importante mercado consumidor do produto nacional. No primeiro trimestre deste ano, foram 382 mil toneladas de produtos negociados, totalizando receitas de US$ 1,652 bilhão nos primeiros três meses deste ano.

A confirmação da suspeita de um caso de vaca louca pela JBS causa agitação nesta terça-feira (29) na Associação Brasileira da Indústria Exportadora de Carne (Abiec). A entidade já vinha passando por uma semana de discussões depois que o Ministério da Agricultura reconheceu a possibilidade de existência de um animal contaminado em Mato Grosso.

 

O presidente da JBS Mercosul, Miguel Gularte, afirmou, por meio do texto entregue à CVM, que o caso não deve representar impacto nas exportações ou no consumo de carne pelo mercado interno.

A doença da vaca louca, chamada encefalopatia espongiforme bovina (EEB), é causada por uma proteína chamada príon, que pode ser transmitida a bovinos e caprinos quando alimentados com ração de farinha contendo carne e ossos de animais contaminados. Além de causar a morte dos animais, a EEB pode infectar seres humanos.

Procurados, o Ministério da Agricultura e a JBS não comentaram as informações.

Gêmeas que fizeram cena de sexo com Cauã Reymond elogiam ator: ‘Muito lindo’

Na trama, as duas interpretam strippers – ambas ficaram ruivas a pedido do autor – e protagonizaram cenas quentes com Cauã

Cauã ao lado das irmãs Mônica e Morgane Martin

Mônica e Morgane Martin, irmãs gêmeas que protagonizaram cenas de sexo com Cauã Reymond na série O Caçador, derreteram-se em elogios ao ator em entrevista ao jornal Extra.

Na trama, as duas interpretam strippers – ambas ficaram ruivas a pedido do autor.”As amigas ficaram com inveja. O considero um ótimo ator, e claro, ele é realmente é muito lindo”, disse Morgane, que é solteira.

Para as duas, fazer sexo com gêmeas é uma fantasia de todo homem. “Todo homem fantasia uma relação sexual com duas mulheres e quando o cenário envolve gêmeas, este desejo se intensifica, instigando ainda mais esta imaginação. Fiquei feliz demais em ter minha irmã ao meu lado”, afirmou Mônica.

Morgane falou ainda sobre os bastidores das gravações. “Ele viu primeiro minha irmã Mônica. Ficou surpreso com nossa semelhança. Foi muito atencioso, simpático, e logo foi conseguindo distinguir as duas. No final já nos chamava pelos nomes”, elogia.

Mônica revelou ainda que seu namorado sentiu ciúmes das cenas quentes da trama. “Logo após a gravação, quando soube os detalhes da cena, ele ficou com um pouco de ciúme”, garantiu.

Beijo triplo gay: Jô Soares e dois convidados trocam selinhos durante programa

Jô Soares causou rebuliço durante o seu programa, exibido na madrugada desta terça-feira (29), ao dar um beijo triplo gay em dois convidados. O ator George Sauma e Nicolas Bartolo, da banda Choque do Magriça participavam da atração quando revelaram à Jô que davam beijos durantes os shows.

“A gente vinha dando esse beijo e ele não vinha botando a língua. Agora acontece a língua”, explicou George, revelando que Nicolas gostaria de dar um beijo em Jô.

Após a revelação, o global chamou o vocalista e o público gritou ‘beija, beija’. Jô, então, perguntou: “pode ser sem língua?”. Os dois deram um selinho e Nicolas comemorou. George, por sua vez, disse que também queria o beijo. Jô atendeu ao pedido e, logo em seguida, eles deram um beijo triplo, confira:

Ambientalista nua vira ‘isca humana’ para tubarões

Mundo Animal

O que para muitos é um pesadelo, para Lesley Rochat é um grande prazer. A ambientalista costuma nadar com tubarões em seu habitat natural só para mostrar que não são tão perigosos quanto parecem.

Recentemente, a ambientalista fez mais: ficou nua e serviu de “isca humana” para tubarões-tigre na África do Sul. O objetivo de Lesley, apelidada de Shark warrior (Guerreira do tubarão), foi promover uma campanha de conservação de várias espécies do animal. Para ela, filmes criaram uma “imagem negativa e exagerada” dos tubarões.

Professor de jiu-jitsu é preso por ameaçar publicar vídeos íntimos da namorada

A Polícia Civil de Pernambuco prendeu no último sábado o professor de jiu-jítsu Euller Alves Barbosa, de 25 anos. Ele é acusado de extorquir a namorada, sob ameaças de publicar vídeos e fotos íntimas da vítima.

As imagens foram obtidas sem o conhecimento da mulher. De acordo com a polícia, Euller utilizava programas de computador para gravar as conversas que mantinha com a então namorada pelo Skype, quando realizavam sexo virtual.

De acordo com a Delegacia de Repressão aos Crimes Cibernéticos, a jovem procurou a polícia na última semana. Em troca de mensagens pelo aplicativo WhatsApp, Euller controlava os passos da mulher, inclusive ditando quais os lugares que ela poderia frequentar. Residindo atualmente em Brasília, ele exigiu a compra de uma passagem de 314 reais para Pernambuco, para o sábado passado, quando pretendia ficar na casa da vítima, mesmo contra a vontade dela.

Depois da denúncia, o delegado Germano Cunha Bezarra pediu à Promotoria de Pernambuco a prisão temporária do professor, que foi preso no Terminal Integrado de Passageiros de Recife, quando chegava à cidade. No celular do acusado, foram encontrados diversos vídeos e fotos da vítima. Após prestar depoimento, Euller foi encaminhado para o Centro de Triagem Professor Everaldo Luna (Cotel), onde está preso à disposição da Justiça.

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