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12 dicas práticas para lidar com a birra

O que fazer quando seu filho abre aquele berreiro no supermercado – e como evitar que isso aconteça

Renata Losso, especial para o iG São Paulo

O escândalo que algumas crianças fazem diante de uma frustração pode acabar com o dia de qualquer um. Perdidos e nervosos com o barulho e a atenção que a criança atrai, muitas vezes em público, os pais não sabem o que fazer. A solução não envolve gritos, puxões de orelha ou palmadas , mas sim firmeza e autoridade, desenvolvidas a médio prazo.

Getty Images

Os pais devem contornar a situação com firmeza, sem apelar para gritos ou palmadas

 

Segundo a psicóloga Dora Lorch, autora do livro “Superdicas para Educar bem seu Filho” (Editora Saraiva), enquanto as crianças não sabem lidar com o “não”, só os pais podem tomar uma atitude capaz de melhorar a situação. Foi o caso da especialista em mídias sociais Samantha Shiraishi , mãe de dois meninos e autora do blog “A Vida Como a Vida Quer”.

 

Arquivo pessoal

Samantha e os filhos: autocontrole foi determinante na educação de Giorgio

Quando era pequeno, Giorgio, hoje com nove anos, queria comer um pacote inteiro de balas de uma só vez. Ao proibi-lo, o menino deu um escândalo no meio do metrô. Na hora, sem perder o controle, Samantha determinou que ele não poderia mais comer aquela bala enquanto não aprendesse a se comportar em público. “Até hoje, quando alguém oferece a bala, ele lembra que é a ‘bala proibida’”, diz a mãe.

Faça o teste: que tipo de mãe você é? 

Segundo especialistas e mães, táticas como esta podem ser muito efetivas para lidar com as birras infantis. Leia outras dicas práticas para ajudar seu filho a aprender a se comportar.

1. Não perca o controle: seja firme, mas também acolhedor
Assim que a criança começa a fazer uma cena dramática no shopping ou no parque, é melhor segurar as rédeas da situação do que entrar na mesma dança. Pode ser que você esteja ficando muito irritado, mas segundo o psicólogo e terapeuta familiar João David Cavallazzi Mendonça, pais que perdem o controle podem assustar ainda mais a criança e tornar a birra ainda pior.

Mas os pais tampouco devem amolecer. Segundo a psicopedagoga Quézia Bombonatto, presidente da Associação Brasileira de Psicopedagogia (ABPp), os adultos devem manter firmeza no tom de voz e falar com a criança na altura delas, explicando que atitudes como esta não irão mudar nada. Ao perceber que a criança está prestando atenção, João David ainda indica demonstrar acolhimento: segurá-la no colo e explicar o porquê da negativa poderá ajudar bastante.

2. Não ceda aos apelos da criança e mantenha a palavra
Por culpa ou falta de paciência, às vezes os pais acabam cedendo aos pedidos dos filhos e deixam a birra passar como se não fosse nada demais. Esse é um erro fatal: segundo Dora Lorch, a criança pode ficar cada vez mais autoritária, pois percebe uma maneira de sempre conseguir o que quer. Segundo a psicóloga e psicoterapeuta familiar Ana Gabriela Andriani, as crianças precisam entender que nem sempre terão o que desejam e quando desejam, e que sua insistência não é uma cartada aceita nesta hora.

3. Dê exemplos: sair batendo porta dentro de casa não é um deles
Que os pais devem ser bons modelos para seus filhos e esta premissa vale também para momentos de raiva em que o adulto resolve fazer a própria “birra” – batendo uma porta em casa após um momento de estresse, por exemplo. “Às vezes a criança está apenas repetindo o comportamento da mãe”, diz Dora Lorch.

 

Getty Images

Quanto mais atenção os pais derem à birra do filho, pior será o comportamento dele

4. Não dê atenção à birra
Aos dois anos, Rafaela, filha da socióloga Ariane Torezan, foi com a mãe ao supermercado. Quando Ariane proibiu a filha de levar para casa uma guloseima, Rafaela se deitou no chão, começou a chorar e a gritar. “Não tive dúvidas: virei as costas e continuei andando. Ela não teve outra alternativa se não parar de chorar e vir atrás”, relembra Ariane. 

Para o psiquiatra e educador Içami Tiba, autor de “Disciplina: Limite na Medida Certa” (Integrare Editora), as crianças precisam passar pelo estresse de perder a segurança na hora da birra. “Se ela se sente insegura, muda. A criança fica preocupada se os pais a deixam”. Rafaela, hoje com nove anos, nunca mais teve qualquer comportamento parecido.

5. Dê castigos proporcionais (e não se sinta culpado depois)
As crianças devem entender que seus atos têm consequências. Para não se arrepender no meio de um castigo , os pais devem calcular adequadamente o tempo de punição. “Para uma criança de dois anos, um castigo de dez minutos já é o bastante”, recomenda Quézia Bombonatto. Na orientação da Supernanny Cris Poli, um minuto por ano de idade é uma boa medida. Mas tudo depende da gravidade da birra e de como aquela família funciona.

6. Não meça forças com a criança e seja flexível de vez em quando
Os pais devem ser firmes e mostrar quem coloca as regras no dia a dia. Mas isso não significa incorrer no autoritarismo. “O ‘não pode’ deve ser usado para o que realmente é importante”, diz Quézia Bombonatto.

Se a criança começa a desarrumar a sala logo após uma arrumação, os pais não precisam proibi-la, mas podem deixar claro que ela terá que arrumar tudo depois. Algumas coisas podem e devem ser negociadas com a criança. Afinal, será que 10 minutinhos a mais no parquinho é um grande transtorno? “Essa flexibilidade também pode ser benéfica”, concorda João David.

7. Explique o que ela está sentindo e veja o que está acontecendo
Dar nome ao que a criança está passando pode ajudá-la a se controlar. “Ela ainda está em processo de aprendizado e precisa aprender a identificar o que está sentindo”, explica João David. Assegurá-la de que ela está sendo, de alguma forma, compreendida, é importante. 

Por isso, o adulto deve sentar com ela e explicar que sabe como ela se sente, mas agora não é possível ter o que ela quer, pela razão que for. Descobrir as razões infantis também é necessário. Às vezes, a criança pode muda de comportamento por uma razão não aparente, como o nascimento de um irmão mais novo ou a volta da mãe ao trabalho. “Ao ser questionada, a criança vai explicar com menos ou mais recursos, dependendo da idade, e tudo vai ficando mais fácil”, diz Dora Lorch.

8. Distraia a criança
Segundo Quézia Bombonatto, em certas situações chamar a atenção da criança para outra coisa pode ser a melhor saída para a birra. Especialmente quando o comportamento desanda em locais públicos. Fazê-la rir ou distraí-la com outro atrativo costuma ser efetivo e a criança pode esquecer a razão do escândalo que estava fazendo minutos atrás.

9. Compare a atitude dela com a das pessoas ao redor
Ana Gabriela Andriani também sugere comparar a criança com as outras pessoas no local e mostrar que ninguém mais está chorando, só ela. “A criança só consegue enxergar a si mesma. Ajudá-la a se comparar aos outros é uma maneira de fazê-la se sintonizar com o mundo”, diz.

 

Getty Images

Filhos podem imitar as atitudes dos pais: evite a “birra de adulto”

10. Não insista em conversar na hora da raiva
Assim como muitos adultos, a criança não irá ouvir o que os pais estão dizendo no calor de um ataque de birra. “Nesta hora ela está focada na frustração, não está ouvindo”, diz Ceres de Araújo. Por isso, o melhor pode ser ignorar a atitude dela e conversar mais tarde, quando ela estiver mais calma, sobre o ocorrido. Neste período, os pais podem aproveitar para pensar na atitude que irão tomar. 

11. Valorize e qualifique a criança sempre que possível
Reforçar positivamente o bom comportamento infantil depois de um ataque de birra ajuda a prevenir novos episódios. Se um dia a criança fez uma birra homérica no parque, ao voltar ao mesmo lugar o pai pode lembrar que confia nela para a história vivida no passado não voltar a acontecer. “Esta é uma maneira de qualificar o filho, mostrar que você acredita que ele pode ser diferente”, diz João David.

12. Tome medidas preventivas
Sentir fome e sono sem poder suprir as necessidades são sensações capazes de deixar qualquer um irritado. Para as crianças, estas sensações podem facilmente se transformar em birra. Por isso, manter uma rotina de sono e alimentação ajuda a evitar a irritação. “Os pais devem identificar o que pode ser evitado. Se sabem que a criança costuma dormir às nove horas da noite, não é ideal sair para jantar neste horário”, exemplifica João David.

Danilo Gentili se mantém vice-líder de audiência e faz SBT colar na Globo

Em seu segundo dia de exibição, talk show “The Noite” ficou apenas um ponto atrás da líder no horário da madrugada

Divulgação

Danilo Gentili estreia ‘The Noite’ no SBT

O programa “The Noite”, do SBT, apresentado por Danilo Gentili, manteve-se na vice-liderança em seu segundo dia de exibição. De acordo com dados consolidados do Ibope, a atração marcou média de cinco pontos.

Apesar de ter marcado um ponto a menos que na estreia, o talk show apresentou bons números para o horário e perdeu para a Globo, que marcou média de seis pontos com o seriado “Missing”, mas ficou à frente da Record, a terceira colocada com média de dois pontos.

Nas redes sociais, Gentili chegou a comemorar o empate em primeiro lugar com a Globo, mas os números prévios sofreram alterações e a atração ficou na segunda colocação. “Foi apenas o segundo dia de programa e já ficamos em primeiro lugar ontem, com o quintúplo de audiência de diferença do segundo lugar. Muito obrigado pessoal”, comemorou.

Já o programa “Agora é Tarde”, da Band, apresentado por Rafinha Bastos, marcou sua pior média desde a estreia: 1,5 pontos. Vale lembrar que as atrações do SBT e da Band não foram ao ar no mesmo horário e se enfrentaram por menos de 15 minutos. No pouco tempo de confronto direto, Gentili saiu vencedor.

Tremor de terra assusta moradores de Brotas de Macaúbas

Os tremores de terra estão cada vez mais comuns no Brasil. Somente no mês de outubro do ano passado, 130 abalos foram registrados. Na manhã desta segunda-feira (10), moradores de Brotas de Macaúbas, a 580 km da capital, ficaram assustados com um pequeno tremor de terra, que levou aproximadamente 15 segundos. Ninguém ficou ferido.

De acordo com o morador, Adailton Ferro, o abalo foi menor na sede do município, mas na zona rural o tremor foi mais perceptível. “Estava dirigindo e ouvi uma espécie de trovão subterrâneo. Foi muito rápido, mas muitas pessoas tiveram a sensação de que o muro do vizinho tinha caído”. Ainda de acordo com os depoimentos, a cobertura da quadra esportiva do município chegou a fazer ruídos.

Rodrigo de Teva, também morador de Brotas, encaminhou uma foto de uma rachadura no piso acimentado de sua casa. Segundo ele, na vizinhança objetos caíram e janelas tremeram. Comerciantes correram para as ruas, sem entender a situação.
De acordo com o Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas, da Universidade de São Paulo, a situação geológica do país demonstra que há possibilidades pequenas de terremotos no Brasil, porém nos últimos anos, abalos já foram constatados em diversas regiões brasileiras.

A primeira morte causada por tremor de terra no Brasil ocorreu em Itacarambi, no Norte de Minas. Uma menina de 5 anos morreu com o terremoto de 4.9 graus na escala Richter, em 2007. Já o abalo sísmico mais forte registrado no país, de magnitude 5.0, ocorreu em 1955, na Serra do Tombador (MS). O mais forte terremoto já registrado no mundo foi no Chile, em 1960, que atingiu 9.5 graus na escala Richter.

Ato contra a Copa amplia reivindicações nos transportes e espera 12 mil em SP

Manifestantes se reunirão na quinta-feira para reivindicar melhorias no transporte público, como diminuição da tarifa para R$ 2,50 e ônibus 24h. Será o primeiro do ano em dia útil

São esperadas ao menos 12 mil pessoas no terceiro protesto de 2014 contra a realização da Copa do Mundo. A concentração do ato, organizado pelo Facebook, está marcada para esta quinta-feira (13), às 18h, no Largo da Batata, em Pinheiros, zona oeste de São Paulo.

J. Duran Machfee/Futura Press

Cartaz colado no centro de São Paulo (SP)convoca para manifestação do grupo Não vai ter Copa

 

É o primeiro protesto do ano realizado em dia útil e horário de pico. Na tarde de terça-feira a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) informou que não preparou esquema especial de monitoramento do trânsito na região. Os manifestantes não informaram qual o trajeto que a marcha deve seguir.

Segundo os organizadores, o protesto, desta vez, terá como tema principal o transporte público, o mesmo que motivou as grandes manifestações do ano passado.

“Nesse dia 13, quinta-feira, nos reuniremos pelo direito ao transporte 24 horas, redução da tarifa para R$ 2,50 e pela abertura da CPI [Comissão Parlamentar de Inquérito] do cartel nos transportes, alem de mais transparência na elaboração e divulgação das planilhas de custo -apresentadas pelas empresas de ônibus para justificar a tarifa subsidiada-, fiscalização mais rigorosa das empresas e novos critérios de licitação e contratação das empresas”, informou o grupo ao iG.

Este é o terceiro protesto contra a realização da Copa do Mundo no Brasil realizado em São Paulo neste ano.

Veja imagens do último protesto:

Manifestante é detida durante o protesto contra a Copa no centro de São Paulo

 

No primeiro ato, no dia 25 de janeiro, aniversário da cidade, policiais militares balearam o estoquista Fabrício Chaves, de 23 anos. Após levar dois tiros, Chaves ficou internado por 16 dias na Santa Casa de Misercórdia de São Paulo- cinco deles na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Além disso, houve depredação e 128 pessoas foram presas.

A PM informou, na ocasião, que Chaves teria ameaçado policiais militares com estilete, que atiraram contra o jovem. Chaves disse, em depoimento, que só sacou o estilete após ser baleado. O caso está sendo investigado pelo 4º DP (Consolação) e pela corregedoria da corporação.

No segundo protesto contra a Copa, realizado no último dia 22, a Policia Militar usou, pela primeira vez, a chamada “Tropa do Braço”, grupo formado por 140 policiais militares não armados e treinados em artes marciais. Durante o protesto, que contou mais de 2.000 policiais e cerca de 1.500 manifestantes, a policia fez cercos e isolou os protestantes, impedindo que muitos deles prosseguissem a marcha. Pelo menos 230 pessoas- incluindo cinco jornalistas- foram levadas a quatro delegacias para “averiguação” e liberados após prestarem depoimento. Houve quebra-quebra e confrontos.

Após a operação, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) considerou a ação da PM um sucesso, pois houve “menos confronto e menos violência”, disse ele, em entrevista coletiva.

Até o fechamento desta matéria, a PM não respondeu se vai manter a estratégia usada durante o último protesto.

Vídeo: bandidos metralham sede da PM e explodem banco em Macaúbas


Bandidos promoveram momentos de terror na madrugada desta quarta-feira (12) na cidade de Macaúbas, distante 682 quilômetros de Salvador. De acordo com o Major Irlando Oliveira, comandante da 4ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM), uma quadrilha fortemente armado provocou um apagão na cidade, logo em seguida cercou a residência dele e efetuou vários disparos. A quadrilha também cercou a sede da 4ª CIPM, onde havia uma guarnição. No local, os policiais tiveram de se jogar no chão por causa da sequência de disparos efetuados com fuzis e armas de grosso calibre.

O grupo ainda metralhou viaturas da polícia e várias residências no município, invadiu a agência do Banco do Brasil, explodiu o cofre e levou todo o dinheiro. “A sensação foi de impotência, pois a única coisa que eu pude fazer foi colocar o colete, e ficar preso em casa. Os bandidos não me deram chance de sair para tomar alguma medida, pois a sequência de disparos era contínua”, disse o comandante, que completa 30 anos como militar nesta quarta-feira (12).

Para o Brumado Notícias, o major declarou que está colhendo informações sobre a possível rota de fuga dos bandidos e que já solicitou reforço do comando geral e apoio aéreo para realizar diligências na região. “A cidade está toda destruída e tomada de pavor, mas nós vamos dar uma resposta à altura”. Mesmo com a violência da ação, ninguém ficou ferido.

Leão mergulha, mas será o vice de Rui Costa

Faz algum tempo que o deputado federal João Leão (PP) está em silêncio acompanhando as discussões sobre a formação da chapa majoritária da base aliada ao governador Jaques Wagner. O parlamentar foi emudecido após disparar diversas críticas ao secretário-chefe da Casa Civil, Rui Costa, que à época ainda disputa a indicação para encabeçar a chapa.

Nesta semana o Partido Progressista recebeu “sinal verde” do governador Jaques Wagner para escolher o ocupante da vaga de vice. Os pepistas disputavam o espaço com o presidente da Assembleia Legislativa, Marcelo Nilo (PDT). Os critérios para decisão não foram expostos, mas nos bastidores especula-se que o tamanho do PP e a presença no Oeste baiano foram elementos determinantes no fechamento da conta.

O próprio mandatário do Poder Executivo estadual teria confirmado a predileção por Leão que, além de vencer Marcelo Nilo na peleja, conseguiu se posicionar melhor que o correligionário no intramuros. A saída também foi “facilitada” por representar uma terceira via na crescente tensão entre o pedetista e Negromonte.

O ex-ministro das Cidades ainda não tem o destino definido, o que se sabe é que fará campanha para o herdeiro político, Mário Negromonte Júnior (PP), que tentará a vaga na Câmara Federal, hoje ele é estadual. Além da empreitada eleitoral, o pepista buscará a indicação ao Tribunal de Contas.

Parte do espólio eleitoral de João Leão, que teve mais 203 mil votos na eleição de 2010 sendo o quarto mais votado da Bahia, deve ser transferido para o primeiro suplente do senador Walter Pinheiro (PT), Roberto Muniz (PP). A outra parte deve ser direcionada a outros aliados, além de Mário Júnior.

Mergulho

Até o anúncio extraoficial, porque a confirmação só poderá ser feita após as convenções em junho, o cenário pode mudar e Negromonte voltar, mas hoje a decisão está tomada e o nome é João Leão. A expectativa é que as cortinas sejam abertas na próxima sexta-feira (14), até lá, o deputado federal deve ficar tranquilo e evitar rugir.

Depois do martelo batido em público caberá ao pepista e ao estafe governista contornar as críticas que virão em decorrência do atabalhoado período em que ficou à frente da Casa Civil na desastrosa gestão do ex-prefeito de Salvador, João Henrique (atualmente do PSL).

Vídeo mostra resgate de cadela que foi enterrada viva no RS

Mundo Animal | 11/03/2014 – 12h03

A polícia procura os responsáveis por enterrar uma cadela viva em Vera Cruz, na Região Noroeste do Rio Grande do Sul. O animal da raça pastor alemão foi deixado apenas com a cabeça fora da terra durante dois dias e encontrado por moradores que passavam pelo local.

Além de perder peso, a fêmea está desidratada, não tem mais a visão do olho direito e apresenta ferimentos na cabeça e em um dos cotovelos.

Vídeo gravado pelo Corpo de Bombeiros mostra o momento em que Bela, como foi apelidada, foi resgatada. Muito debilitada, não tinha forças nem para latir e estava praticamente imóvel quando foi carregada até a viatura. A fêmea foi levada a uma clínica veterinária e responde bem ao tratamento.

Assim que se recuperar, Bela será encaminhada para a adoção.

Aline após rejeição no BBB: “Vou mudar de planeta, só de país não vai adiantar”

Aline deixou o reality show com 80% dos votos e brincou que nem trabalho vai conseguir após tanta rejeição

Aline deixa o ‘BBB 14’ com 80% dos votos do público.

Aline bem que tentou nadar para algum canto e não morrer na praia, mas não conseguiu. A atriz deixou a casa do “Big Brother Brasil 14” nessa terça-feira (11) com 80% dos votos, recorde desta edição. “Nossa, é muito. É rejeição isso. Vou mudar de planeta. Só de país não vai adiantar”, brincou na coletiva realizada no Projac logo após sua saída pela porta amarela da casa.

O iG admite: se nas aparições ao vivo com Pedro Bial e em várias situação cotidianas no confinamento a faceta teatral de Aline se destacou muito mais, ao vivo os movimentos ficam maiores, mais desenhados – e também mais naturais. “Muita gente, antes de me conhecer, não vai com a minha cara. Mas eu sou exatamente isso. Sou praticamente um travesti. Tem gente que é cantora e fica cantando o dia inteiro. Eu sou assim, gosto de falar assim, sou expansiva. Mas não é fake, sou chata assim mesmo, sou pentelha assim mesmo”, disse.

Aline continuou sua defesa: “Foi esse excesso de verdade que eu acredito, pelo menos eu tento ser assim, que as pessoas estranharam. Todo mundo é muito político, e eu não acho que isso seja defeito, mas o pessoal é cheio de regras, dedinhos e tal. A minha mãe me dá uma ajuda financeira, mas eu moro sozinha há muito tempo e sou homem e mulher da casa. Acaba que isso, além de me embrutecer um pouco, me tira todo ‘nhénhénhé’. Para mim, se é, é. Não é, não é”.

Com Marcelo e Angela, no caso, “não é”. A discussão que teve com a sister e a briga feia, com direito a copo na cara, com o brother colaboraram para sua eliminação. Mas Aline está com a consciência tranquila. “Ninguém estava lá na minha pele. O Marcelo, até então, era um cara bacana. Bobo, bobo a dar com pau, mas gente boa. A Letícia não quis ficar com ele, usou o menino para tentar permanecer no jogo, e a Angela não gosta do Marcelo. Aquilo ali é um jogo, um game para ganhar, e acredito que ela ganhe, porque ela é muito boa nas palavras. Gosto dela, é uma menina legal, mas eu falava para ela… Ela tava fazendo igual a Leticia”, comentou.

“A Angela, inclusive, falava que era ridículo o jeito do Marcelo dançar. Aí ele resolveu dançar e eu só pensava na Angela ali, né? Eu já estava achando ele tão babaca, mas tão babaca, e todo mundo falou sobre a dança, inclusive eu. Até falei que o Roni fazendo a dança era óh (faz sinal de positivo), já ele fazendo era óh (sinal de negativo). Enquanto o Roni estava lá ele era uma pessoa. Depois que o Roni saiu, a bicha se transformou. Olha, a falta que o Roni faz naquela casa… Em todos os sentidos. Falei que ele era uma cópia barata do Roni, e daí ele veio para cima de mim. Eu, como não levo desaforo para casa e estava por aqui com a bicha, quando ele veio… Não sei se ele ia me bater. Eu deveria ter ficado parada, porque se ele me batesse, ele iria expulso. Mas é instinto de autodefesa. Joguei não só o líquido, mas o copo, e se tivesse uma vassoura, jogaria uma vassoura, se tivesse um quadro solto, jogaria um quadro solto. Foi para me defender de uma agressão. E posso dizer uma coisa para vocês? Nunca fiz isso na minha vida e morria de vontade”, relatou com detalhes.

Beijos, namoros, rótulos e sexualidade

Durante o confinamento, quando a carência apertou, Aline tascou beijos em Vanessa e Clara. Sobre o episódio, ela diz que, até o momento, se considera heterossexual. “Mas essa definição, o rótulo me incomoda. Gosto de gente. De repente posso conhecer uma mulher e achar ela incrível e maravilhosa e casar, ter um relacionamento, adotar filho”, disse. Questionada se, anteriormente, já se relacionou com outras mulheres, Aline deixa a resposta no ar…: “Então… Três pontinhos… Vamos pular para a próxima pergunta?”. É praticamente uma confissão, Aline?

VEJA TAMBÉM: Ser Aline ou não ser, eis a questão

“Isso não quer dizer nada. É que não quero levantar uma bandeira a favor ou contra. Os meus melhores amigos são gays. Até falei na entrevista antes de entrar na casa que não gosto de mulher no sentido de amizade. Tenho pouquíssimas amigas mulheres. Não me dou bem com mulher, não tenho paciência. Os meus amigos são homens gays. Voltando à pergunta, não é que não queira dizer ‘ai, eu sou lésbica’ ou ‘sou heterossexual’. Até então me considero heterossexual, dei beijinhos nas meninas porque deu vontade, mas acho que tudo é possível”.

Por falar em passado (ou futuro, quem sabe), Aline confirmou que já foi namorada do apresentador Otávio Mesquita. “Foi namoro mesmo. O Otávio é um querido. Não vou dizer que sou apaixonada por ele até hoje porque não sou e pega mal. Mas se eu o visse, ia correndo. Ele é um querido, um fofo. Ele é tudo de bom, não tenho nada para falar dele. Ele está super bem casado, tem um filhinho lindo. Nem mencionei o Otávio na casa porque não tem nada a ver. Ele tem a vida dele, está com a família dele. Desejo muito sucesso para ele”, relembrou.

Lendas de Dona Ledi

O papo foi tão amplo que teve espaço até para higiene. Uma lenda de Dona Ledi tomou conta das rodinhas de bate-papo da casa do “BBB 14”. Afinal, limão tira mesmo o cecê? E, Aline, você tem cecê? ”Gente, vocês ouviram isso? (Risos) Eu brinquei com isso. Digo que tenho o pé na cozinha (num bom sentido, pelo amor de Deus), tenho sangue negro sem dúvida. Pelo jeito de dançar, pela bunda, que é maior que a da minha mãe… E a suvaqueira, meu amor, se não cuidar, vem! Como qualquer ser humano. Não tenho suvaqueira, mas cuido para não ter. Só que sou brincalhona, e minha mãe falava, quando eu era mocinha, para passar limão antes de dormir”, contou.

Por falar nela, a presença de Dona Ledi no jogo era uma espécie de possível salvação para Aline, segundo a própria. “Sabe que achei que eu fosse, de repente, não digo ficar, porque foi um paredão que nem chorei durante a semana. Eu já esperava. Mas pensei que poderia dar uma amenizada pela minha mãe. Pensei: ‘talvez eles (público) acabem me aceitando mais ou gostando mais de mim por causa da minha mãe’”.

E agora, quem é o maior jogador da edição? “São muitos. Gosto da pessoa, de verdade, mas acho que a maior jogadora ali é a Angela, sem dúvida. Ela é bacana, mas está jogando. Mas é um jogo, tem que ser jogado. Acho que ela está jogando muito bem”, opinou a atriz, que ainda não sabe o que vai fazer para voltar ao trabalho e conseguir quitar as dívidas. “Se o povo está me odiando, alguém vai querer me dar trabalho, gente? Se alguém quiser me dar, eu aceito”, disse.

Enquanto o trabalho grande não surge, o que vai fazer nas próximas horas de liberdade? “Bom, primeiro (vou para) terapia, né? Depois vou pintar o cabelo, fazer uma plástica radical, vou mudar de nome… Estou brincando. É um jogo, e corri o risco. Eu podia ser amada, podia ganhar R$ 1 milhão, podia ser rejeitada… Não ganhei nem um carrinho. Ôh, Polyana (risos)! A gente sempre deve melhorar. Já sou véia, né, gente? Já tenho certa idade no lombo, então não é fácil assim. Mas sou inteligente, eu acho. Se vejo que a coisa está ruim, e alguém sentar e conversar comigo, eu vou ouvir. Não vou deixar de ser eu mesma não, mas se eu conseguir, vou deixar de ser menos contestadora ou menos agressiva”, finalizou.

HOMEM MATA MULHER EM ILHÉUS COM FACADA NO PESCOÇO

Uma mulher identificada como, Valdineia Silva dos Santos, 35 anos, foi morta agora a pouco, a golpes de faca, fato ocorrido na  Av. Princesa Isabel, em Ilhéus. Segundo informações chegadas na polícia, a vítima era usuária de crack e garota de programa. 
O crime foi praticado pelo idoso, Valdelino Silva Ramos, 68 anos, que foi preso em flagrante por uma equipe da Policia Militar. Ele contou que a mulher, juntamente com alguns elementos não identificados, invadiram a sua casa para roubar. Ele percebeu e tentou se defender dos elementos, que fugiram e a mulher não teve sorte e acabou morrendo.
 

Câmara derrota governo ao aprovar comissão para investigar Petrobras

PT tentou obstruir, mas base aliada conseguiu aprovar requerimento.

Deputados de oito partidos aliados votaram contra orientação do Planalto.

Nathalia PassarinhoDo G1, em Brasília

Deputados no plenário durante a sessão que aprovou a criação de comissão externa para aprovar irregularidades na Petrobras (Foto: Gustavo Lima / Agência Câmara)Deputados no plenário durante a sessão que aprovou a criação de comissão externa para apurar irregularidades na Petrobras (Foto: Gustavo Lima / Agência Câmara)

Em meio à crise entre o governo federal e a base aliada no Congresso, a maioria dos integrantes do chamado “blocão”, grupo de partidos aliados, mas insatisfeitos com o governo, impôs nesta terça-feira (11) a primeira derrota ao Planalto no Legislativo ao aprovar a criação de uma comissão externa de deputados para investigar denúncias de propina na Petrobras.

A comissão externa não é acusatória, é investigatória. Essa comissão é apenas para investigar. O bem da Petrobras é o que todos nós queremos, e esta Casa cumpriu seu dever.”
Deputado Henrique Alves (PMDB-RN), presidente da Câmara

O texto recebeu 267 votos a favor, 28 contrários e 15 abstenções. De acordo com o requerimento, apresentado por DEM e PSDB, um grupo de parlamentares irá à Holanda para acompanhar as investigações sobre suposto pagamento de propina a funcionários da estatal pela empresa holandesa SBM Offshore, que aluga plataformas flutuantes a companhias petrolíferas.

O texto aprovado pelos deputados contraria o governo, que alega que a investigação pode prejudicar a imagem da estatal do petróleo.

O PT tentou obstruir a votação, utilizando instrumentos previstos no regimento interno para postergar a análise da matéria, recebendo apoio apenas do PC do B entre os aliados. Dentro da base governista, votaram pela aprovação da comissão o PMDB, o PR, o PSC, o PTB, além de parte do PDT, do PP, do PROS e do PSD.

Para o líder do governo na Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP), a criação da comissão externa seria um “erro político” “Vai colocar a Petrobras em dúvida no plano internacional por uma investigação que não existe, e a Câmara ainda pode ficar em maus lençóis ao não ter acesso às investigações”, disse Chinaglia.

Vai colocar a Petrobras em dúvida no plano internacional por uma investigação que não existe, e a Câmara ainda pode ficar em maus lençóis ao não ter acesso às investigações.”
Deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), líder do governo na Câmara

No entanto, a oposição e cinco partidos que formam o “Blocão” defenderam aprovar o texto, entre os quais o PMDB, segunda maior bancada da Câmara.

A relação do Palácio do Planalto com a base aliada tem se deteriorado nos últimos meses.  Partidos reclamam do não cumprimento de acordos quanto à liberação de recursos de emendas parlamentares, criticam a demora da presidente Dilma Rousseff em concluir a reforma ministerial, e se dizem excluídos das decisões políticas e de lançamentos de programas do governo federal.

O foco da crise é a Câmara dos Deputados e a relação tumultuada que o Planalto tem com o líder do PMDB, Eduardo Cunha (RJ). Nesta segunda, a presidente Dilma Rousseff se reuniu com lideranças do PMDB, mas não convidou Cunha, o que foi interpretado por parlamentares como uma tentativa de isolar o líder peemedebista.

Em resposta, o “Blocão” e a bancada do PMDB na Câmara anunciaram publicamente apoio ao peemedebista e disseram que eventual tentativa de excluí-lo significaria ignorar toda a base aliada da Casa.

Após a aprovação da comissão de externa para investigar a Petrobras, Eduardo Cunha negou que a votação tenha sido uma tentativa de “retaliar” o Planalto. “Não tem nenhuma intenção de vingança”, afirmou.

O presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), também defendeu a aprovação do requerimento.

“A comissão externa não é acusatória, é investigatória. Essa comissão é apenas para investigar. O bem da Petrobras é o que todos nós queremos, e esta Casa cumpriu seu dever”, afirmou.

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