Pesquisa mostra recorde de vendas online no Natal

Governador aceita dar R$ 1 mi para cada deputado, mas oposição quer R$ 2 mi
Deputado pediu que pares aceitem “presente”
Prefeito anuncia abono e entrega notebooks a professores
Foto: Valter Pontes/ Agecom
Premiê turco substitui dez ministros depois de escândalo de corrupção
Foto: Reprodução
Pessoas são mais generosas com quem tem chulé e mau hálito

O estudo foi realizado em três etapas. A primeira reuniu 36 participantes divididos em dois grupos: o primeiro sentia o cheiro de camisetas sujas, depois de terem sido usadas e mergulhadas na cerveja, enquanto a outra equipe passava pelo processo com peças de odor neutro.
Com aumento do IPI, vendas de carros devem cair pela 1ª vez em 10 anos
Foto: Divulgação
Lágrimas de Bruna Marquezine por Neymar atrapalham gravação de novela

A crise no namoro de Bruna Marquezine e Neymar já foi desmentida diversas vezes na imprensa, mas não param de chegar para colunistas burburinhos sobre este assunto. Recentemente, Leo Dias, do Jornal O Dia, recebeu a informação de que a mocinha tem atrapalhado as gravações da próxima novela das nove “Em Família” porque não para de chorar.
Os dois foram a uma pizzaria na Barra na última sexta-feira (20), posaram sorridentes, mas passaram o Natal separados, cada um com a sua família. Amigos de Bruna dizem que a moça tem se esforçado para que seu namoro dê certo com o jogador. Mas, apesar da cara de boazinha, a atriz não tem sangue de barata.
Filha do prefeito de Cipó recebe Bolsa Família, aponta relatório da CGU
Foto: GOV BA
RUI E OTTO SÓ EM MARÇO
Wagner deixará Otto Alencar e Rui Costa em seus respectivos cargos até março (Foto Arquivo).
O governador Jaques Wagner impôs 15 de janeiro como data-limite para que secretários-candidatos entreguem os cargos, mas o prazo não será o mesmo para Rui Costa (Casa Civil) e Otto Alencar (Infraestrutura), informa o Correio.
Costa disputará a sucessão de Wagner e Otto almeja a vaga ao Senado Federal. Para estes, o prazo será o final de março. O prazo legal de desincompatibilização é 5 de abril (seis meses antes do pleito).
Auditoria da CGU aponta falhas de prefeituras em vitrines de Dilma.
Programas do governo federal que devem ser usados como vitrines na campanha à reeleição da presidente Dilma Rousseff em 2014 apresentam irregularidades na aplicação dos recursos por parte das prefeituras e enfrentam atrasos que podem atrapalhar o alcance das metas fixadas pelo Planalto.
Auditorias realizadas neste ano pela CGU (Controladoria-Geral da União) em 60 cidades de todo o país –escolhidas por sorteio– mostram que, em 98% dos municípios analisados, há falhas no Bolsa Família e na construção de creches, pré-escolas e UBSs (unidades básicas de saúde).
CGU identifica pagamento de Bolsa Família a filha de prefeito
O Bolsa Família está relacionado à principal promessa de campanha de Dilma –a erradicação da pobreza extrema– e vem sendo carro-chefe dos governos petistas.
Já a construção de creches e de UBSs é estratégica para que Dilma estreite relações com líderes regionais que podem somar apoio em 2014.
Os três programas são bancados pela União, mas executados em conjunto com as prefeituras, que recebem o dinheiro federal sob uma série de condições, como a entrega de documentos para o início de uma obra, comprovação de que o projeto está em execução ou o envio de uma lista de beneficiários.
Os municípios, porém, frequentemente falham em procedimentos básicos, como a comprovação da aplicação dos recursos, fiscalização e previsão orçamentária, o que resulta em atrasos.
Das 60 cidades fiscalizadas pela CGU em 2013, 59 apresentaram irregularidades no Bolsa Família. Há indícios de pagamento do benefício a famílias com mais de R$ 140 mensais de renda per capita –teto estipulado pelo programa.
As prefeituras também falham por não conseguir comprovar a frequência escolar de crianças vinculadas ao programa, um pré-requisito, e por não publicar a lista de beneficiários.
A construção de creches e pré-escolas tem problemas em 34 dos 60 (57%) municípios analisados. A maior parte deles relacionada à execução financeira das obras e às licitações para contratação de construtoras e compra de materiais. A promessa do governo é entregar até o fim do próximo ano 6.000 creches.
Há seis casos de obras atrasadas, paralisadas ou abandonadas. Também há registro de falta de publicidade de processos de licitação e irregularidade nos critérios de reajuste de preços.
No caso das UBSs, 13 dos 60 municípios (22%) apresentaram problemas como obras atrasadas ou abandonadas, pagamentos por serviços não executados e direcionamento de licitações.

























