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:: 13/fev/2014 . 7:07

Idosa é detida ao tentar tirar identidade com nome falso na Bahia

Funcionários do SAC perceberam a ação e levaram a mulher à delegacia.
Suspeita irá responder por falsidade ideológica. 8ª Coorpin investiga o caso.

Cássia Bandeira e Danutta RodriguesDo G1 BA

Idosa é detida com documento falso na Bahia (Foto: Edvaldo Alves/Liberdade News)
Idosa é detida com documento falso na Bahia
(Foto: Edvaldo Alves/Liberdade News)

Uma senhora de 78 anos foi detida na tarde de terça-feira (11) após apresentar uma documentação falsa no Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC), localizado em um shopping no município de Teixeira de Freitas, na Bahia.

De acordo com Maria Luiza Ribeiro Santos, delegada plantonista da 8ª Cordenadoria de Polícias do Interior (Coorpin), ela portava documentos de uma outra mulher para a obtenção de um novo Registro Geral (RG) e foi surpreendida no atendimento.

“As pessoas que estavam responsáveis perceberam, por causa da impressão digital, que em 2010 ela havia trocado o RG e estava com nomes diferentes. Era a mesma pessoa, mas com nomes diferentes”, atestou.

A senhora, que é analfabeta, foi conduzida pela equipe do SAC para se apresentar na delegacia e prestar esclarecimentos sobre o fato. No início do depoimento, a idosa alegava não saber de nada mas, em seguida, confirmou que utilizava um documento emprestado de outra pessoa. “Ela disse que uma mulher emprestou o documento para ajudá-la com a aposentadoria. A idosa repetiu diversas vezes que a intenção era se aposentar. Ela ainda disse que as duas são bem parecidas”, completa.

A delegada ainda informou que a suspeita revelou ter pego uma carteira de trabalho que teria sido emprestada pela suposta mulher.

A senhora, que estava acompanhada do filho e do esposo, é residente do município baiano de Itamaraju. “Fiz perguntas para os dois, mas a mulher dizia que nem o marido e nem o filho sabiam do que estava acontecendo”, finalizou.

No decorrer da declaração, a suspeita informou à polícia que a outra mulher teria viajado para Portugal e não tinha mais notícias da mesma. Ao final da depoimento, a idosa queixou-se de problemas com pressão alta e foi encaminhada para um hospital da região. A suspeita foi liberada e irá responder por falsidade ideológica. O caso será investigado.

Jacobina: Recém-nascida recebe vacina com prazo de validade vencido

Jacobina: Recém-nascida recebe vacina com prazo de validade vencido

Cartão de vacina da criança que recebeu o medicamento vencido | Foto: Reprodução
Uma recém-nascida recebeu uma dose de vacina contra rotavírus com prazo de validade vencida em Jacobina, no centro norte baiano. Segundo informações do site Notícia Livre, a criança foi vacinada no dia 28 de janeiro no Posto de Saúde de Serrinha. Após alguns dias, ao verificar o cartão de vacinação, a mãe notou que o medicamento estava vencido desde novembro do ano passado. Ao Bahia Notícias, a funcionária da 16ª Diretoria Regional de Saúde (Dires), Manuela Carneiro, confirmou a informação, e disse que apenas uma criança recebeu a vacina vencida, mas que ela não corre nenhum risco. Ainda segundo Manuela, a Secretaria de Saúde do Estado já foi informada sobre o caso e a família da recém-nascida recebeu todas as informações necessárias.

Dias D’Ávila: Ex-prefeita é multada por ‘homenagear’ marido com Estádio Cajadão

Dias D'Ávila: Ex-prefeita é multada por ‘homenagear’ marido com Estádio Cajadão

Foto: Divulgação
O Tribunal de Contas dos Municípios julgou procedente a denúncia formulada contra a ex-prefeita de Dias D’ Ávila, Andréia Cajado Sampaio (DEM), em razão da utilização de verbas públicas para a a sinalização do Estádio de Futebol Municipal em nome do seu marido, o deputado federal Cláudio Cajado (DEM), em 2011. Durante a sessão desta quarta-feira (12), o relator do processo, conselheiro Fernando Vita, determinou a retirada de todas as placas com a inscrição “Estádio Municipal Cajadão”. O TCM pede que a nova nomenclatura seja definida pelo Legislativo. A relatoria imputou multa no valor de R$ 2 mil à ex-prefeita e o ressarcimento aos cofres municipais, com recursos pessoais, da quantia de R$ 3.922 gasta com as placas promocionais. A denúncia partiu de vereadores do município. A Lei 6.454/77 proíbe a atribuição de nome de pessoa viva à bem público. Em sua defesa, a gestora alegou que a população do município “passou a chamar carinhosamente o equipamento esportivo de Cajadão”, o que teria consolidado a inscrição.
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