Uma estudante canadense criou um creme capaz de remover tatuagens sem a dor dos tratamentos a laser. De acordo com o site Pequenas Empresas e Grandes Negócios, o produto batizado com o nome científico de Bisphosphonate Liposomal Tattoo Removal (BLTR) também promete ter custo baixo – aproximadamente US$4,50 para a remoção de 10 cm² de tatuagem. Os tratamentos atuais disponíveis nos EUA variam numa média de preço entre US$75 a US$300.
A estudante identificada como Alec Falkenham cursa patologia na Universidade de Dalhousie, no Canadá. Ele conta que teve a ideia logo após fazer sua primeira tatuagem. Seu grande medo era de se arrepender dessa escolha no futuro e então tentou criar uma forma de eliminar esse problema sem que houvesse algum tipo de sofrimento. O BLTR age diretamente em células chamadas de Macrófagos, que são as responsáveis por absorverem o pigmento das tintas.
O creme estimula o corpo a produzir novos Macrófagos no lugar dos que estavam na região da tatuagem, deixando a pele novamente “limpa” e sem sofrer danos no processo. Ainda em fase de testes, não há previsão de quando o BLTR estará disponível para ser comercializado.
Casal teve gêmeos prematuros e precisou desligar as máquinas de um filho no mesmo dia em que levou o outro para casa
Os pequenos gêmeos britânicos Harley e Harrison May nasceram 13 semanas antes do previsto. Harley era especialmente mais fraco, pois foi privado de nutrientes no útero. Ele sofreu restrição de crescimento fetal, quando há uma distribuição desproporcional da placenta entre os dois gêmeos.
Os pais Demi e Steve May viram Harley, que nasceu com apenas 570 gramas, lutar pela vida por cem longos dias. Após este período, os médicos deram a notícia de que Harley não teria mais chance de viver, forçando os pais a desligarem a máquina que o mantinha vivo. Segundo o jornal britânico Daily Mail, horas depois desta amarga decisão, os médicos declararam que o irmão gêmeo de Harley, Harrison, estava bem o suficiente para ir para casa.
“Como mãe, a última coisa que você espera é decidir por fim à vida de um filho. Eu queria mais que tudo ter meus dois bebês saudáveis e felizes, mas eu não podia mais ver Harley sofrer”, contou Demi. Veja fotos:
Pais viram um dos filhos gêmeos lutar cem dias pela vida. Foto: Reprodução/Daily Mail
Uma pesquisa realizada pelo Datafolha, encomenda do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, mostra que 62% dos moradores de cidades com mais de 100 mil habitantes têm medo de sofrer agressão da Polícia Militar.
O levantamento mostra ainda que entre os que relatam ter medo da PM, a maioria é jovens, pobres, autodeclarados pretos e moradores do Nordeste. A pesquisa mostra ainda que 53% da população tem medo de sofrer violência da Polícia Civil.
“A população sente que ou vai ser vítima do criminoso ou da própria corporação”, disse professor da FGV e vice-presidente do Fórum, Renato Sérgio de Lima, em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo.
A consulta do Datafolha mostrou também que 81% dos entrevistados temem ser assassinados. Na pesquisa de 2012, eram 65%. Dos que têm medo de morrer, 49% disseram acreditar que podem ser vítimas de homicídio já no próximo ano. Em 2012, eram 29%.
Mulheres, moradores do Nordeste e autodeclarados pretos são os que mais temem ser assassinados. Estudos têm mostrado que as altas taxas de homicídios, dos anos 2000 para cá, migraram dos grandes centros do Sudeste, como Rio e São Paulo, para o Nordeste.
Os negros são as principais vítimas. Quanto às mulheres, há algumas hipóteses para explicar o temor da morte por assassinato, como o medo da violência doméstica, diz Lima. Ainda segundo a pesquisa, 52% da população tem algum parente ou conhecido que foi vítima de homicídio.