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:: ‘Destaques’

MEGA OPERAÇÃO DAS POLÍCIAS FEDERAL E MILITAR APREENDE ARMAMENTO PESADO E MUITAS DROGAS EM PORTO SEGURO

portoNa manhã desta terça-feira (18), foi realizada na cidade de Porto Seguro-Ba, uma grande operação das polícias Federal e Militar, a qual apreendeu, uma grande quantidade de drogas e armamento pesado de uso exclusivo das Forças Armadas. As armas e drogas foram apreendidas em poder de traficantes.porto6

A operação já conseguiu apreender vários quilos de drogas, entre elas 8 kilos de cocaína, mais de 20 pistolas, 03 Fuzís e também muita munição.

Vídeo: menina procura ajuda após lábio inchar e médicos removem enorme larva de dentro dele

bicho boca

Vídeo bizarro vem repercutindo na internet ao mostrar uma larva sendo removida de dentro do lábio de uma menina

Um vídeo bizarro vem repercutindo na internet ao mostrar uma larva sendo removida de dentro do lábio de uma menina.

A pessoa em questão foi ao médico após ser lábio começar a inchar.

Os especialistas usaram pinças para conseguir pegar a larva e puxá-la para fora com cuidado, evitando que a paciente sofresse lesões.

O clipe é bem nojento, portanto, se não tem estômago preparado, não o assista.

Mulher traída põe fogo no pênis do namorado para se vingar de traição

Ela filmou toda a cena do ato criminoso e postou nas redes sociais

Após descobrir uma traição de seu namorado, uma mulher não identificada pôs fogo na genitália do rapaz e filmou toda a cena. Em dois dias, o vídeo postado no YouTube possui quase 500 mil visualizações. De acordo com o DailyMail, o homem teria feito sexo com uma colega de trabalho da namorada.Homem fogo

As imagens da vingança extrema e criminosa estão sendo bastante compartilhadas nas redes sociais. O vídeo mostra que, enquanto o namorado dormia, a mulher derramou um líquido inflamável na cueca dele e depois acendeu o fogo. O homem acorda assustado e consegue apagar as chamas.

Atenção Imagens fortes

Assista:

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A história de que nada existe contra Dilma é uma cascata monumental. Ou: A leitura torta de Janot e suas consequências

dilma2Estou cansado de ouvir a mesma ladainha, repetida indefinidamente por aí, a partir, diga-se, de um parecer de Rodrigo Janot, procurador-geral da República. Ele afirmou duas coisas a Teori Zavascki, relator do petrolão:
a: que não existem elementos fáticos contra Dilma;
b: que ela não pode ser investigada por fatos estranhos ao exercício de sua função.

Bem, por alguma razão, meras citações no caso de outros políticos foram consideradas pelo procurador-geral “elementos fáticos”; no caso de Dilma, não. Mas nem vou entrar nesse particular agora. Quero centrar no item “b”, este, sim, passível das leituras as mais exóticas, muito especialmente na imprensa.

Diz o parágrafo 4º do Artigo 86 da Constituição:
“§ 4º O Presidente da República, na vigência de seu mandato, não pode ser responsabilizado por atos estranhos ao exercício de suas funções.”

Existe o texto constitucional, e existe o seu espírito. Vamos ver. Esse artigo foi redigido em 1988, quando não havia reeleição no Brasil. Portanto, um presidente jamais poderia cometer crimes no primeiro mandato para se beneficiar deles no segundo.

Quando a emenda da reeleição foi aprovada, em 1992, é evidente que o fundamento que vai naquele parágrafo 4º passou a pedir uma leitura aplicada, ora bolas! O que quer que Dilma tenha feito na Presidência entre 2011 e 2014 não é “estranho ao exercício de suas funções” entre 2015 e 2018, caso cumpra todo o mandato.

Não pudesse um presidente responder no segundo mandato pelo que fez no primeiro, teríamos uma Constituição absurda, que daria ao presidente o poder de cometer crimes com o propósito de se reeleger, sem poder responder por eles. Aliás, não foi esse precisamente o caso das pedaladas? As contas não foram maquiadas, e os repasses de bancos públicos para programas sociais não continuaram a ser feitos, mesmo sem os aportes do Tesouro, justamente porque os programas não poderiam parar em ano eleitoral?

Assim, é evidente que a leitura que Janot fez da Constituição para não pedir que Dilma seja investigada é, para dizer pouco, pífia.

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O Petrolão, o sr. Itaipava e a campanha de Dilma

Documentos mostram que o empresário Walter Faria, dono da Cervejaria Petrópolis e amigo do ex-presidente Lula, se tornou um dos principais financiadores das eleições de Dilma e do PT depois de receber propinas do esquema que desviou bilhões da Petrobras

Mário Simas Filho

Quando terminar o rastreamento da propina de US$ 15 milhões paga pelo ex-executivo da Toyo Setal, Júlio Camargo, ao esquema do Petrolão, os procuradores da Operação Lava Jato chegarão à mais forte conexão encontrada até agora entre os desvios ocorridos na Petrobras e as campanhas eleitorais do PT e da presidente Dilma Rousseff em 2010 e em 2014. Documentos obtidos por ISTOÉ mostram pela primeira vez desde o início das investigações o envolvimento de um empresário que nada tem a ver com empreiteiras ou com o setor de óleo e gás como beneficiário do Petrolão. Trata-se de Walter Faria, dono da Cervejaria Petrópolis — que produz a cerveja Itaipava – e amigo pessoal do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Os documentos mostram que Faria se tornou um dos maiores financiadores das campanhas de Dilma depois de receber propina do Petrolão em uma conta na Suíça. Na disputa eleitoral do ano passado, Faria destinou R$ 24,8 milhões para o PT e seus aliados. Para a conta da então candidata Dilma Rousseff foram remetidos R$ 17,5 milhões em um intervalo de apenas cinco dias, entre 29 de setembro e 3 de outubro. São valores que fizeram da cervejaria sediada em Boituva (SP) a quarta maior financiadora da campanha da presidente, com R$ 10 milhões a mais do que foi doado pela Ambev, a gigante do setor de bebidas, e atrás apenas de potências empresariais como o Grupo JBS, a Andrade Gutierrez e a OAS. Segundo membros do Ministério Público Federal em São Paulo ouvidos por ISTOÉ na última semana, o fato de não estar ligado a obras da Petrobras e nem ao setor de petróleo indica que Faria pode ter atuado como intermediário para levar às campanhas parte dos bilhões desviados da estatal. Um elo fundamental em todo o esquema, que vem funcionando desde 2006 e envolve uma complexa movimentação financeira que passa por contas e empresas na Suíça, em Montecarlo e no Uruguai.

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Para os procuradores ouvidos por ISTOÉ, o fato de a Cervejaria Petrópolis se tornar um dos maiores financiadores das campanhas de Dilma e do PT é parte de um milionário tomá-la-da-cá nada republicano. No ano passado, dias antes de destinar uma parcela de R$ 5 milhões para a campanha da reeleição de Dilma, o Sr. Itaipava, como Faria é conhecido no meio político, obteve benesses do Banco do Nordeste impensáveis em uma operação normal. No começo de 2013, Faria conseguiu um empréstimo de R$ 375 milhões no BNB para construir uma fábrica na Bahia. Como sua empresa acumulava dívidas de aproximadamente R$ 400 milhões com a Receita, o BNB exigiu que Faria apresentasse como garantia uma carta-fiança de outro banco, o que representa um custo anual que pode chegar a 3% do total do empréstimo. O Sr. Itaipava reclamou muito, mas acabou aceitando. Em abril de 2014, o mesmo BNB, com as mesmas condições, disponibilizou mais R$ 452 milhões ao cervejeiro, para a construção de uma unidade em Pernambuco. Em setembro de 2014, a direção do banco mudou e apadrinhados da presidente Dilma e do então governador baiano, Jaques Wagner, assumiram o comando. Com a mudança, em apenas 24 horas Faria conseguiu se livrar das cartas fianças e apresentar garantias que, segundo analistas, jamais seriam aceitas por um banco privado. “Como alguém que carrega uma dívida de R$ 400 milhões com a Receita consegue tanto privilégio de um banco público?”, questiona o deputado Rubens Bueno (PPS-PR). É provável que a resposta esteja nas relações políticas. No ano passado, além de se tornar a quarta maior doadora da campanha presidencial de Dilma, a Cervejaria Petrópolis foi, na Bahia, a principal financiadora da campanha do governador petista, Rui Costa, sucessor de Jaques Wagner. Segundo os registros do TSE, a Cervejaria de Faria repassou R$ 6,2 milhões para a campanha do governador, R$ 2 milhões a mais do que a OAS, a segunda maior fornecedora de recursos para o PT baiano.

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Até 2005, Faria era visto como um grande sonegador. Detinha apenas 2% do mercado cervejeiro. Depois que se aproximou do ex-presidente Lula e passou a receber propinas do Petrolão, a Cervejaria Petrópolis ganhou rápida musculatura. Um relatório elaborado pela consultoria inglesa Plato Logic’s registra que a Itaipava, principal marca do grupo, é a quarta cerveja do mundo com maior crescimento no mercado entre 2005 e 2010. Nesses cinco anos, segundo o relatório internacional, as vendas da cerveja cresceram 50%. No ano passado, o grupo de Walter Faria se consolidou em segundo lugar no ramo de bebidas, com participação de cerca de 12%, perdendo apenas para a Ambev. Especialistas do setor de bebidas avaliam que esse crescimento está diretamente relacionado às relações políticas e a um complexo esquema de distribuição que protagoniza milionários casos de sonegação.

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Os documentos em poder de ISTOÉ ilustram as estreitas relações entre as falcatruas do Sr. Itaipava e suas generosidades com as campanhas políticas. Um dos casos mais emblemáticos envolve duas antigas distribuidoras do grupo: a Praiamar Industrial Ltda e a Leyros. Atualmente a Praiamar está desativada depois de multada em R$ 100 milhões por causa de sonegação e de ser investigada pela Receita Federal, pela Secretaria da Fazenda de São Paulo e pelo Ministério Público Federal em Santos. Em 2010, por intermédio das distribuidoras Praiamar e Leyros, Faria repassou R$ 30 milhões para campanhas eleitorais, a maior parte destinada ao PT e a seus aliados e principalmente à campanha presidencial de Dilma Rousseff. A doação eleitoral chamou a atenção dos auditores do setor de inteligência da Secretaria da Fazenda de São Paulo. Em um extenso relatório que faz parte de um processo que tramita na 3ª Vara Cível da Comarca de Duque de Caxias, no Rio de Janeiro, os auditores analisam o repasse eleitoral e afirmam: “Quando são consideradas as doações oriundas das duas maiores distribuidoras do Grupo Petrópolis, o valor doado supera os R$ 30 milhões (mais do que o dobro doado pela Schincariol e sete vezes mais do que a contribuição feita pela Ambev)”. No mesmo documento, o setor de inteligência da Secretaria da Fazenda adverte que os bancos Itaú, Bradesco e Santander fizeram doações políticas inferiores àquelas provenientes do Sr. Itaipava.

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A LIGAÇÃO COM O PETROLÃO

A força-tarefa da Operação Lava Jato vai chegar ao Sr. Itaipava assim que detalhar as investigações sobre a delação premiada do executivo Júlio Camargo. Para vencer a disputa pelo afretamento do navio-sonda Petrobras 10000, em 2006, Camargo pagou US$ 15 milhões de propina. O juiz Sérgio Moro e os procuradores da Lava Jato já sabem que o dinheiro foi depositado pela Piemont Investment Corp., uma empresa offshore de Camargo localizada no Uruguai, em diversas contas no exterior, todas elas indicadas por Fernando Baiano (apontado como lobista do PMDB) e Nestor Cerveró, ex-diretor Internacional da estatal. “Fernando e Cerveró indicavam as contas que deveriam receber o dinheiro, mas não sei a quem elas pertencem”, disse Camargo na delação feita para a equipe do procurador Deltan Dallagnol. Os documentos agora revelados mostram que a conta que ficou com a maior parte do dinheiro foi a Headliner Limited. Sediada em Lugano, na Suíça, em apenas oito meses a Headliner recebeu US$ 3 milhões de Camargo. Foram três depósitos de US$ 500 mil e um de US$ 1,5 milhão. A conta Headline, segundo os extratos bancários e declarações de renda obtidos por ISTOÉ, pertenceria a Walter Faria (leia quadro na pág.32). Apesar das evidências, na sexta-feira 14 Faria afirmou à ISTOÉ que não é o dono da conta.

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Quatro truques para melhorar a cobertura Wi-Fi na sua casa

  • É possível melhorar a conexão Wi-Fi com alguns truques

    É possível melhorar a conexão Wi-Fi com alguns truques

Você tem uma rede de internet sem fio em casa, mas não consegue acessá-la na sala de estar? O computador fica lento demais em determinado cômodo do domicílio?

Problemas assim são muito comuns. No entanto, é possível melhorar a cobertura da rede doméstica fazendo algumas mudanças e revendo algumas decisões tomadas para preparar a conexão.

Aqui estão alguns conselhos que você pode adotar para melhorar o acesso Wi-Fi na sua casa.

1) Confira se o roteador está em um lugar adequado

Faz alguns anos que você instalou a rede de internet sem fio na sua casa, mas é preciso parar e analisar qual é o melhor lugar da sua casa para colocar o roteador.

Talvez você tenha escolhido um canto meio escondido para não interferir muito na decoração da casa nem na disposição dos móveis.

Thinkstock

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Os obstáculos interferem na qualidade do sinal

Mas o roteador funciona com ondas, como as de rádio ou as do seu celular, ou seja, qualquer obstáculo no meio do caminho – uma cortina, um livro etc. – pode interferir na sua cobertura.

A melhor estratégia é colocá-lo em um lugar alto, pois assim o sinal se expande para baixo e para os lados e ele fica livre de objetos ao redor.

Como o sinal se espalha em todas as direções, o melhor é colocar o roteador no centro do cômodo. Também é importante que você o coloque no local da casa onde mais irá utilizá-lo.

Alguns dispositivos, como telefone sem fio e microondas, podem interferir no sinal, por isso o ideal é não colocar o roteador perto desses itens.

2) Mudança de canal

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Câmera escondida assustadora mostra o perigo das redes sociais para adolescentes

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Para mostrar os perigos das redes sociais para adolescentes, o canal do YouTube Coby Persin resolveu realizar uma câmera escondida com a participação de jovens de 12 a 15 anos e provou como é fácil para pedófilos seduzir garotas online.

Com a autorização dos pais das meninas, Coby se passava por um rapaz de 15 anos e marcava encontros sozinho com as meninas. Uma delas, inclusive, chegou a entrar no carro do desconhecido.

Após a abordagem, elas foram confrontadas com os pais.

Coby Persin é um famoso produtor de pegadinhas para o YouTube e possui um canal com mais de 1 milhão e 300 mil seguidores na plataforma.

Assista ao vídeo, que já passa dos 30 milhões de visualizações no YouTube:

VULCABRÁS AGORA APOSTA NO RETORNO DA AZALEIA

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PEDRO GRENDENE BARTELLE FILHO, DIRETOR PRESIDENTE DA VULCABRAS/AZALEIA (FOTO: DIVULGAÇÃO)

A MARCA AZALEIA, QUE JÁ FOI REFERÊNCIA EM CALÇADOS FEMININOS NO PAÍS NAS DÉCADAS DE 80 E 90, ACABOU FICANDO PERDIDA DENTRO DA COMPANHIA, QUE HAVIA DECIDIDO INVESTIR EM SUA LINHA DE CALÇADOS ESPORTIVOS

O processo de recuperação daVulcabrás, marcado pelo fechamento de mais de 20 fábricas e por dezenas de milhares de demissões, inclui agora uma nova estratégia: resgatar a marcaAzaleia. A divisão feminina, que ficou durante anos em segundo plano em relação à linha de calçados esportivos Olympikus, voltou a ter estrutura própria no fim do ano passado, segundo Pedro Bartelle, presidente da Vulcabrás/Azaleia e filho do controlador Pedro Grendene.

Por trás do investimento está a ambição de que a fatia da Azaleia no faturamento da companhia suba de 15% para 50% nos próximos anos.

A marca Azaleia, que já foi referência em calçados femininos no País nas décadas de 80 e 90, acabou ficando perdida dentro da companhia, que havia decidido investir em sua linha de calçados esportivos. Percebendo que outras empresas conseguiram se estabelecer justamente no nicho que a Azaleia deixou vago – sapatos de preço competitivo para mulheres – e que era difícil competir com os tênis de marcas estrangeiras, a Vulcabrás decidiu reverter a estratégia de unir suas áreas de desenvolvimento de produto.

“A Olympikus e a Azaleia não se completavam, se atrapalhavam”, admitiu Bartelle em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo. Por isso, desde o fim de 2014, as estruturas ganharam administrações distintas: a marca esportiva é desenvolvida em Jundiaí (SP), enquanto os sapatos femininos são criados em Parobé (RS).

Essa aposta renovada no mercado feminino é mais uma tentativa da Vulcabrás de superar suas dificuldades financeiras. A empresa vive uma forte crise há pelo menos cinco anos. Nem a passagem de Claudio Galeazzi, executivo especializado no resgate de empresas com problemas de gestão, que ajudou na reestruturação de negócios como Lojas Americanas e BRF (dona da Sadia e da Perdigão), foi suficiente para fazer a companhia voltar ao azul.

Embora os balanços recentes tenham mostrado alguma reação, a operação ainda segue no vermelho. O prejuízo caiu de R$ 126,7 milhões, em 2013, para R$ 72,8 milhões, em 2014.

No primeiro semestre deste ano, a perda acumulada ficou em R$ 29 milhões.

Reestruturação

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A AVENIDA CATOLÉ QUE DA ACESSO AOS RESIDENCIAIS 12 DE DEZEMBRO E JOSÉ IVO E TAMBÉM AO VILA ÉRICA E RESIDENCIAL CATOLÉ ESTÁ INTRANSITÁVEL

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Os moradores de bairros periféricos, vem sofrendo e muito com a falta de compromisso da Prefeitura de Itapetinga, quanto ao que se refere aos serviços prestados pela mesma.ca3

Nossa equipe de reportagem vem recebendo várias denuncias de moradores dos bairros e residenciais:

*Vila Érica

*Residencial Catolé

*Residencial 12 de Dezembro

*Residencial José Ivo.ca10 ca13 ca15

Os moradores reclamaram da falta de respeito condições de trafego na Avenida Catolé.

A principal avenida que dá acesso ao bairro e residenciais, está toda esburacada. Quando chove é um “Deus nos acuda”, pois a avenida fica cheia de poças de água e também muita lama.ca6 ca7 ca5

Moradores trafegam com medo de ser atropelados, pois os motoristas ao tentar desviar dos buracos, acabam jogando o veículo em direção dos pedestres.

Vários acidentes já foram registrados na Avenida Catolé, motivados pela falta de acostamento e condição precária da borra de asfalto.

Um morador se sensibilizou com a situação e começou por conta própria, tapar alguns dos diversos buracos. Serviço esse feito com uma pá e um cascalho.

Até quando o Cidadão vai ter que pagar o preço?

Por Eliomar Barreira

O ITAPETINGUENSE JOÁS MARINHO VENCE 4ª ETAPA DO CAMPEONATO BAIANO DE DOWNHILL

ma2O Ciclista itapetinguense, Joás Marinho, que em 2014 conquistou o Vice Campeonato Baiano de Downhill, vem treinando muito forte e conquistando boas colocações nos eventos que vem participando.ma3 ma4

No último fim de semana, aconteceu a 4ª Etapa do Campeonato Baiano. No sábado Marinho fez o melhor tempo, cravando 2:21 e o segundo colocado 2:27.JOÁSma5

No domingo Marinho superou todas as expectativas, bastante focado, ele já saiu com muita velocidade, sofreu uma queda e mesmo assim conseguiu quebrar o record da pista com o tempo de 2;13. Esse tempo garantiu o 1º lugar ao atleta que com muita coragem, partiu para fazer a diferença.ma6

Marinho sagrou-se campeão da 4ª etapa de Downhill na categoria Elite e já se prepara para 5ª etapa que vai ser disputada em Feira de Santana.

Por Eliomar Barreira

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