:: ‘Eleições 2014’
Sexta-feira: Michel Hagge concederá entrevista à Rádio Cidade FM
Nesta sexta-feira a partir das 07:20 horas o ex-prefeito de Itapetinga, ex-deputado estadual e maior liderança política do PMDB, o senhor Michel Hagge, será o grande entrevistado do programa, Jornal da Cidade que vai ao ar pela Rádio Cidade FM 94,3.
Serão abordados vários temas e entre eles, qual será o posicionamento do partido e das oposições em relação a disputa presidencial, entre os presidenciáveis Dilma Rousseff e Aécio Neves.
Fique ligado!
Por Eliomar Barreira
Vejo uma mobilização espontânea das pessoas, diz Neto sobre evento com Aécio
O prefeito de Salvador ACM Neto (DEM), um dos coordenadores da campanha do presidenciável Aécio Neves (PSDB) na Bahia, afirmou que está com boas expectivativas para a caminhada que acontecerá na tarde dessa sexta-feira (17), na praça Castro Alves. “Acho que vamos fazer uma grande mobilização. Estou torcendo para que seja um dia de sol em Salvador, o que evidentemtente atrai ainda mais as pessoas”, avaliou o democrata.
Em conversa com o Bocão News, o gestor ressaltou o que chamou de mobilização voluntária das pessoas diante do evento. “Estamos vendo uma mobilização voluntária e espontânea das pessoas, um nível de interesse e adesão muito grande por esse evento no qual a Bahia amanhã vai antecipar a contribuição que dará no dia 26 de outubro para que Aécio seja nosso presidente”, apontou.
No primeiro turno, o candidato tucano obteve pouco mais de 12% dos votos válidos na Bahia, a meta da coligação democrata na Bahia, liderada pelo ex-candidato ao governo baiano Paulo Souto (DEM) é ampliar essa porcentagem.
Aécio tem 57% dos votos mineiros contra 43% de Dilma, mostra Instituto Veritá

A onda que levou o candidato presidencial Aécio Neves (PSDB) ao segundo turno permitiu ainda, três dias depois das eleições do dia 5 de outubro, que ele superasse a candidata à reeleição, Dilma Rousseff (PT), em Minas Gerais, onde chegou a cair para o terceiro lugar após a morte do ex-candidato presidencial Eduardo Campos (PSB), que foi substituído por Marina Silva.
No dia 5 de outubro, o tucano chegou a 39% da votação oficial contra 43% da petista. De acordo com o Instituto Veritá, Aécio tem agora 57% dos votos dos mineiros contra 43% de Dilma, o mesmo índice obtido por ela no primeiro turno.
Com 15,2 milhões de eleitores, o segundo maior colégio eleitoral, Minas representa 10% do eleitorado. O mesmo crescimento levou Aécio a superar Dilma no país, com 42% a 36%. A pesquisa foi realizada entre os dias 6 e 8 de outubro, depois de ouvir 5.165 eleitores nos 27 estados, dos quais 561 em Minas.
Feita com recursos próprios, a sondagem está registrada no TSE sob o número BR-01067/2014. A margem de erro é de 1,4%.
Neto defende Aécio após Rui pregar que vitória seria “ruim” para Bahia

Vitória de Aécio é prioridade para o prefeito de Salvador ACM Neto
O prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), saiu em defesa nesta quarta-feira (15) do candidato à presidência da República pelo PSDB, Aécio Neves, após saber que o governador eleito Rui Costa (PT) está a pregar que a derrota da presidente Dilma Rousseff (PT), candidata à reeleição, seria “ruim” para a Bahia, principalmente do ponto de vista econômico.
O futuro líder baiano afirmou, em entrevista ao jornal A Tarde publicada hoje, que Aécio no comando do país a sua política econômica poderá gerar “contenção de gastos” e “despesas com servidores”, o que causaria, na visão do petista, arrocho salarial.
Além disso, “preocupa” o próximo chefe do Executivo baiano, apesar de não tratar como um “desastre” já que todas as obras previstas estão contratadas e asseguradas, mas, uma possível desvalorização nas políticas de transferência de renda, atribuída a possível gestão tucana, o estado perderia “dinamismo” em sua economia, o que poderia refletir na sua arrecadação.
Entretanto, segundo ACM Neto, Aécio tem sido sempre “claro e assertivo” em seu compromisso com todos os baianos. “Aécio sendo eleito presidente da República, ele vai dispensar todo apoio ao governador eleito Rui Costa. Ou seja, vamos assegurar a liberação dos recursos para que tudo que está planejado e projetado pelo governo do Estado possa ter continuidade”, afirmou o democrata, que garantiu, por conhecer a conduta do presidenciável tucano, que o próximo governador, apesar de ser de um partido adversário, será tratado com todo apoio e respeito. “Aécio é um republicano de verdade. As portas do Palácio do Planalto estarão abertas aos pleitos baianos. Muito mais poderá ser conquistado pela Bahia com a vitória de Aécio Neves”, defendeu o alcaide.
Capitaneado pelo prórpio prefeito, o movimento “Muda Brasil” de apoio ao pessedebista intensificou suas ações na capital baiana na reta final do pleito presidencial.
No 1º turno, Dilma abocanhou 644 mil votos (49,33%) dos sotorepolitanos. Aécio ficou em terceiro com 277 mil sufrágios validados (21,22%). A segunda colocada foi Marina Silva (PSB), com 332 mil votos. A ex-ministra já declarou voto e apoio ao postulante do PSDB.
:: LEIA MAIS »
ITAPETINGA: PROCURA POR ADESIVOS E BANDEIRAS DO PRESIDENCIÁVEL AÉCIO NEVES SURPREENDE COORDENADORES DA CAMPANHA
Nesta terça-feira (15) pela manhã, o comitê de Aécio, João Gualberto (deputado federal eleito com mais de 117 mil votos) e Ticolô (presidente do PSDB de Vitória da Conquista e coordenador da campanha na região Sudoeste), que fica localizado na rua JJ Seabra no centro, e que é coordenado por Gildásio Queiroz, foi o local mais movimentado da cidade.
A procura por adesivos e bandeiras do PRESIDENCIÁVEL AÉCIO NEVES, foi muito grande durante toda a manhã. Várias pessoas passaram pelo comitê para pegar adesivos e bandeiras, mas o que mais surpreendeu foi a atitude de pessoas que não são partidárias ou ligadas a política, estarem abraçando uma campanha de livre e espontânea vontade.

Depois do debate de ontem (14) na TV Bandeirantes, o eleitor brasileiro parece ter tomado suas decisões em relação a quem votar.
Segundo Gildásio Queiroz, o PRESIDENCIÁVEL vai praticamente dobrar a votação no município e terá uma grande votação em toda região sudoeste.
Por Eliomar Barreira
164 ECONOMISTAS “NÃO HÁ CRISE INTERNACIONAL”
Numa frase atribuída a Churchill, o primeiro-ministro inglês teria dito que “se você colocar dois economistas em uma sala, você terá duas opiniões diferentes, a menos que um deles seja Lord Keynes, porque aí você terá três opiniões.”
Mas desse manifesto, nem Keynes discordaria.
Um grupo de 164 professores de Economia, ligados a universidades no Brasil e no exterior, acaba de publicar um manifesto para desconstruir “inúmeros argumentos falaciosos ventilados na campanha eleitoral.”
De acordo com os professores, a maioria PhDs, “não há, no momento, uma crise internacional generalizada.” Como se sabe, a Presidente Dilma Rousseff aponta a existência de uma “grave crise internacional” para justificar o crescimento do PIB próximo de zero este ano.
“Alguns de nossos pares na América Latina … estão em franca expansão econômica. Projeta-se, por exemplo, que a Colômbia cresça 4,8% em 2014, com inflação de 2,8%. Já a economia peruana deve crescer 3,6%, com inflação de 3,2%. O México deve crescer 2,4%, com inflação de 3,9%. No Brasil, teremos crescimento próximo de zero com a inflação próxima de 6,5%.”
Os professores dizem que, entre as 38 economias com estatísticas de crescimento do PIB disponíveis no site da OCDE, apenas Brasil, Argentina, Islândia e Itália encontram-se em recessão. “Como todos os países fazem parte da mesma economia global, não pode haver crise internacional generalizada apenas para alguns,” diz o manifesto. “É emblemático que, dentre os países da América do Sul, apenas Argentina e Venezuela devem crescer menos que o Brasil em 2014.”
Os economistas também dizem que “a semente do desemprego está plantada” e, com isso, “os avanços sociais obtidos com muito sacrifício ao longo das últimas décadas estão em risco.”
Os economistas dizem que “o atual governo tenta se eximir de qualquer responsabilidade pelo nosso desempenho econômico pífio e culpa a crise internacional,” mas que a explicação é outra: as políticas econômicas equivocadas do atual governo.
Há, entre os signatários, seis professores da Unicamp, cuja escola de economia é mais associada a políticas econômicas heterodoxas. Em outras palavras, até em escolas que não rezam pela cartilha da Universidade de Chicago — o altar da ortodoxia — se faz, hoje, uma crítica à política econômica atual.
Debate entre presidenciáveis é marcado por ataques e comparações entre governos
Lula se distancia de Dilma


























