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:: ‘Mundo’

Bebê de nove meses acusado de tentativa de homicídio é inocentado

Mohammed Musa Khan compareceu a uma audiência neste sábado

A Justiça do Paquistão retirou neste sábado (12) a acusação contra um bebê de nove meses que havia sido acusado de tentativa de homicídio. Mohammed Musa Khan compareceu a uma audiência em Lahore, no nordeste do país. O bebê foi levado para a audiência nos braços de seu avô.

A criança foi absolvida, mas a acusação contra a família dele foi mantida. Doze membros de sua família foram acusados de tentativa de homicídio contra um dos policiais que tentaram acabar com um confronto entre moradores e funcionários de uma companhia de gás. A imagem do bebê chorando enquanto tinha as impressões digitais tiradas gerou indignação entre os paquistaneses.

Criança de nove meses chora enquanto colhem suas impressões digitais para ser liberada sob fiança. (Foto: AFP)

O suposto ataque aconteceu no último dia 1º de fevereiro, quando um grupo de policiais foi a uma casa para cobrar o pagamento de uma conta de gás. Após um desentendimento, o pai do bebê, um irmão mais velho e outras pessoas presentes na residência jogaram tijolos nos oficiais e deixaram alguns deles feridos.

A criança foi aparentemente indiciada porque um inspetor assistente afirmou, em boletim de ocorrência, que “toda a família de Musa participou de uma agressão que o atingiu na cabeça”.

Engano
Crianças menores de sete anos não podem ser acusadas de crime no Paquistão. Segundo a polícia, houve um engano porque o inspetor não sabia que, ao fazer o boletim incluindo toda a família, um dos membros tinha apenas 9 meses.

Bebê acompanhou a audiência deste sábado (12) nos braços do avô (Foto: AFP)

O inspetor assistente que fez o documento receberá uma suspensão, mas a ordem para isso só veio depois que o pequeno Muhammad já havia sido liberado provisoriamente pelo juiz.

Bancário incinera esposa que descobriu sua homossexualidade

Um bancário foi condenado à prisão perpétua na Grã-Bretanha por ter assassinado a esposa em uma tentativa de impedi-la de revelar sua homossexualidade. Jasvir Ram Ginday, 29 anos, atacou Varkha Rani, 27, em sua casa com um tubo de metal de um aspirador de pó.
Ele a estrangulou e, em seguida, queimou seu corpo em um incinerador de jardim, segundo o processo judicial que tramitou em um tribunal de Wolverhampton Crown, na região de Birmingham.
O juiz John Warner disse ao tribunal que Ginday sofria por “ser um homem gay em um mundo hétero”. O bancário deverá cumprir pelo menos 21 anos de prisão.
Tradição hindu
Ginday teve um casamento arranjado com a esposa nascida na Índia, em uma cerimônia que teve 700 convidados no ano passado.
O rapaz havia dito a um amigo que sentia atração por homens já em 2008, disse a promotora Deborah Gould.
A polícia de West Midlands disse que Ginday frequentava bares gays e teve relacionamentos com homens durante todo o seu noivado com Varkha.
Em agosto, seis meses após o casamento, Varkha desembarcou no Reino Unido para viver com o marido, um especialista em TI que se preparava para assumir um trabalho no distrito financeiro de Londres.
Mas, em 12 de setembro, Ginday teve uma briga com sua nova esposa.
Durante o julgamento, ele alegou que sua esposa ameaçou “expô-lo” como homossexual para a família e amigos. Ela teria tomado a decisão após ter aparentemente descoberto material “comprometedor” em um iPad e iPhone.
Ele disse ao júri que sua esposa havia chegado agitada no quarto e que ele estava “tentando acalmá-la”.
O casal acabou no chão, momento no qual ele alegou ter pegado o tubo de metal de um aspirador de pó que estava por perto e, “no calor do momento”, atingido o pescoço dela.
Incinerador
Ginday disse que “entrou em pânico” em seguida, arrastou sua noiva para um incinerador e colocou-a dentro do equipamento com uma barra de metal.
Após o assassinato, segundo a polícia, Ginday disse a seus parentes que Varkha o tinha deixado. Ele foi à delegacia com um tio para comunicar o desaparecimento.
Investigadores na área foram avisados de que fumaça havia sido vista na residência.

Bebê paquistanês acusado de tentativa de homicídio é considerado fugitivo pela polícia

Bebê paquistanês acusado de tentativa de homicídio é considerado fugitivo pela polícia
O bebê paquistanês de nove meses, acusado de tentativa de homicídio, ameaçar a polícia e de interferir em assuntos do Estado, agora é considerado foragido pela Justiça do Paquistão. Mohammad Musa Khan estava em liberdade por ter pagado uma fiança. Ele aguardava julgamento para o próximo dia 12 de abril, mas os parentes afirmam que não sabem se o bebê comparecerá a audiência. Isso porque, o avô do menino, por medidas de proteção, mandou que levassem o bebê para a cidade Faisalabad. “A polícia é vingativa. Agora eles estão tentando resolver o caso na base pessoal” disse o avô do bebê, Muhammad Yasin, à Reuters nesta terça-feira (8). Mohammad foi acusado de tentativa de homicídio por estar em grupo que teria apedrejado policiais no país. Os policiais foram a uma casa na região em que o menino vive para cobrar o pagamento de uma conta de gás. Após um desentendimento, algumas pessoas jogaram tijolos nos oficias e deixaram alguns deles feridos. Um inspetor assistente, em um boletim de ocorrência, afirmou que “toda a família de Musa participou de uma agressão que o atingiu na cabeça”. A polícia alega que houve engano, pois não sabiam que um dos membros da família tinha apenas nove meses. O inspetor será suspenso.

Guiness: «A Morte esqueceu-se de mim», diz indiano de 179 anos

Guiness: «A Morte esqueceu-se de mim», diz indiano de 179 anos

Um sapateiro reformado da Índia alega ter nascido em Janeiro de 1835, o que faz de Mahashta Mûrasi não só o ser humano mais velho do mundo, mas também o homem que mais anos viveu na História, de acordo com o Guiness World Records.

As autoridades indianas avançaram que o homem nasceu numa casa em Bangalore no dia 6 de Janeiro de 1835. A partir de 1903 passou a viver em Varanasi.

Trabalhou nessa cidade até 1957, altura em que se reformou… aos 122 anos.

«Estou vivo há tanto tempo que os meus bisnetos já morreram há anos», explicou Mûrasi. «De algum modo, a Morte esqueceu-se de mim. E agora já não tenho esperança. Ao olhar para as estatísticas, ninguém morre com mais de 150 anos, muito menos com mais de 170. Neste ponto acho que sou imortal ou algo assim», considerou, citado pela imprensa internacional.

Segundo o WorldNewsDailyReport.com, todos os documentos de identificação do homem confirmam a sua versão, mas até ao momento, nenhum exame médico confirmou a veracidade da sua alegação. O último profissional de saúde que Mûrasi visitou morreu em 1971, de modo que são escassas as informações sobre o seu historial médico.

Homem é preso após matar amigo e guardar cabeça para conversar


Um crime chocou a todos de Osage County, em Illinois, nos Estados Unidos. Um homem matou o próprio amigo e depois arrancou sua cabeça para poder conversar com ele. As informações são do site Daily Star, publicadas pelo site G1.

A namorada do acusado contou à polícia que o homem, de 29 anos, matou James Gerety, de 49. Ela disse ainda que ele confessou para ela que torturou o amigo por dois dias e atirou no estômago de James. Depois, Harris usou cordas de guitarra para decapitá-lo. Ele disse ainda que a intenção era viver com a cabeça. A polícia acredita que Harris seja praticante de vudu.

Uma assistente social entrou em contato com a polícia, depois que Gerety parou de descontar os cheques do benefício que recebia. Quem encontrou os restos mortais da vítima foi Shirley Johnson, namorada do pai do acusado. Ela descobriu o crânio quando foi recolher cogumelos do jardim.

Mulher esquarteja marido e cozinha pedaços do corpo em panela de pressão no Chile

Roxana Valdés, 39 anos, agiu por acusar o companheiro Carlos Ramírez de ter roubado 10 mil dólares dela

Chilena se entregou nesta segunda (Foto: Reprodução)

Uma mulher esquartejou e depois cozinhou os pedaços do marido durante um ataque de fúria no Chile. Segundo uma agência de notícias, Roxana Valdés, 39 anos, agiu por acusar o companheiro Carlos Ramírez de ter roubado 10 mil dólares dela.

O crime foi na casa de Roxana em Molina, sul de Santiago. Ela matou o companheiro a tiros.

Depois do crime, para esconder o corpo, Roxana esquartejou o cadáver e cozinhou os pedaços em uma panela de pressão, para depois colocá-los em sacos de lixo.

Valdés se entregou à polícia nesta segunda-feira (7).

 

Bebê de nove meses é acusado de assassinato no Paquistão

Bebê de nove meses é acusado de assassinato no Paquistão

Policial pega digitais do bebê | Foto: AFP
Um bebê de nove meses está sendo acusado por um tribunal da cidade de Lahore, no Paquistão, por tentativa de assassinato, de ameaçar a polícia e interferir em assuntos do Estado. O bebê, Muhammad Mosa Khan, compareceu a uma audiência com seu avô e foi liberado sob fiança. O incidente que originou a acusação sobre a criança, de acordo com o advogado da família, Irfan Tarar, foi um dia que a polícia fez uma operação próximo onde a família do menino mora para investigar roubo de gás. Muhammad estava em um grupo com mais de 30 pessoas, que teriam lançado pedras contra os policiais. A maior idade penal no país é de 12 anos. O caso contra o menino contraria a própria legislação local. Há um movimento de críticos paquistaneses para que a acusação imposta ao bebê seja retirada pela Justiça.

 

Número de execuções por pena de morte cresce 15% no mundo

Número de execuções por pena de morte cresce 15% no mundo
Relatório divulgado pela ONG Anistia Internacional mostra que as execuções resultantes de pena de morte relatadas ao redor do mundo subiram cerca de 15% no ano passado. Foram 774 pessoas executadas em 22 países. A China lidera a lista, mas o estudo não computa as mortes de centenas de pessoas no país, cujas informações são confidenciais. Uma das nações com maior número de mortos é o Irã, com ao menos 369 execuções. Em seguida, aparecem Iraque (pelo menos 169), Arábia Saudita (79 pelo menos) e Estados Unidos (39).

Estudo da ONU diz que tempo para reduzir aquecimento global está quase no fim

Estudo da ONU diz que tempo para reduzir aquecimento global está quase no fim

Foto: Reprodução
Potências internacionais correm contra o tempo para reduzir o uso de combustíveis fósseis para evitar o aquecimento global, aponta estudo preliminar da Organização das Nações Unidas (ONU). Autoridades governamentais e especialistas em clima devem se reunir em Berlim entre 7 e 12 de abril para revisar a pesquisa de 29 páginas, que também estima que a mudança para o uso de energia de baixo carbono poderia custar algo entre dois e seis por cento da produção mundial em 2050. Segundo o documento, as nações terão que impor drásticas restrições às emissões de gases do efeito estufa para limitar o aquecimento do globo a menos de 2 graus Celsius acima da era pré-industrial. As temperaturas já aumentaram cerca de 0,8 grau desde 1990 e devem atingir o teto dos 2 graus nas próximas décadas, caso as tendências atuais sejam mantidas, diz o relatório. Se isso se comprovar, haveria riscos irreversíveis para a produção de alimentos e obtenção de água.

Fisiculturista que gerou polêmica ao levantar peso grávida mostra filho saudável

“Descontinuar teria sido um desserviço para o meu corpo e para o nascimento do meu bebê”, afirma Lea-Ann Ellison sobre o CrossFit

O pequeno Skyler está bem. Com apenas quatro meses de vida, o bebê da fisiculturista Lea-Ann Ellison, de 35 anos, se mostra completamente saudável. A americana gerou polêmica no ano passado, quando manteve sua rotina de treinos a poucas semanas do parto. Hoje, de volta à academia, a atleta responde os críticos e mostra fotos do garoto.

“Meu bebê está ótimo e eu voltei ao CrossFit três semanas após o meu filho nascer. Não peguei pesado com o meu corpo porque ainda estava me recuperando, mas eu estava muito feliz de estar de volta ao meu programa. Eu sei que, para mim, me manter forte e em forma durante a gravidez, além de comer uma dieta cheia de alimentos orgânicos frescos, foi a chave para o sucesso voltar a ficar como eu era. Isso é algo que faço há muitos anos e descontinuar teria sido um desserviço para o meu corpo e para o nascimento do meu bebê”, disse Lea-Ann, segundo o Daily Mail.

A fisiculturista espera inspirar outras mulheres a fazerem o mesmo. “Espero inspirar outras mulheres a serem saudáveis e ficarem em forma durante a gravidez e depois. Eu acho que o corpo de uma mulher é capaz de coisas extraordinárias, e eu escolhi estar presente e no controle de todo o processo por não usar drogas”, pontuou a atleta, que não recebeu apenas críticas, mas também apoio de fãs. “Eu recebo cartas de fãs todos os dias, das mulheres dizendo obrigado por liderar essa ideia. Tem sido muito bom ver um resultado tão positivo de uma popularidade inesperada”.

Reportagem iBahia

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