:: ‘Oportunidade’
Prefeitura de Guanambi (BA) abre concurso para 419 vagas; confira
Cargos são para níveis médio/técnico e superior; veja detalhes no edital.
Os salários vão de R$ 788 a R$ 5.166,84; inscrições começam no dia 23.
A Prefeitura de Guanambi (BA) abriu concurso para 419 vagas em cargos de nível médio/técnico e superior. As inscrições começam no próximo dia 23 de fevereiro e vão até o dia 8 de março. Os salários vão de R$ 788 a R$ 5.166,84. No site da organizadora, é possível ver o edital (acesse o edital).
O valor da taxa de inscrição para cargo de Nível Médio e Nível Médio Técnico será de R$ 70 e, para o cargo de Nível Superior, será de R$ 120.
As inscrições serão realizadas exclusivamente pela Internet no endereço eletrônico: www.selecao.uneb.br/guanambi e www.guanambi.ba.gov.br, com pagamento até data impressa no boleto, em horário bancário.
As vagas de nível médio são para Fiscal Tributário, Assistente Administrativo, Agente de Combate a Endemias, Motorista, Vigia, Eletricista, Jardineiro, Auxiliar de Serviços Gerais, Tradutor e Intérprete da Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS, Agente de Fiscalização de Feiras e Mercados Municipais, Fiscal Sanitário, Técnico Educacional CAPS, Auxiliar de Saúde Bucal, Telefonista, Agente de Trânsito.
Já para os cargos de nível médio/técnico, as oportunidades são para: Técnico em Contabilidade, Técnico em Vig. Epidemiológica, Técnico em Laboratório, Técnico em Enfermagem, Técnico Em Radiologia, Técnico em Informática, Técnico em Agropecuária, Fiscal de Obras e Meio Ambiente, Topógrafo.
Os cargos para nível superior são para Médico, Nutricionista, Odontólogo, Enfermeiro, Superior em Enfermagem, Assistente Social, Fonoaudiólogo, Fisioterapeuta, Engenheiro Ambiental ou Biólogo, Engenheiro Civil, Arquiteto, Administrador, Psicólogo, Farmacêutico, Bibliotecário, Pedagogo CAPS 1, Analista Clínico, Pedagogo CRAS 1, Terapeuta Ocupacional, Educador Físico CAPS.
Já para nível superior/professor, as vagas são para: Professor de Educação Infantil e Anos Iniciais do Ensino Fundamental, Licenciatura em Pedagogia, Professor de Língua Portuguesa, Licenciatura em Letras Vernáculas, Professor de Matemática, Licenciatura em Matemática, Professor de Ciências, Licenciatura em Ciências Biológicas, Professor de História, Licenciatura em História, Professor de Geografia, Licenciatura em Geografia, Professor de Educação Física, Licenciatura em Educação Física, Professor de Inglês, Licenciatura em Letras Vernáculas com Inglês ou Língua Estrangeira Inglês, Professor de Artes.
As provas escritas estão previstas para o dia 19 de abril. Ainda haverá avaliação de títulos para cargos de nível superior.
O concurso terá 2 anos de validade e poderá ser prorrogado, uma vez, pelo mesmo período.
Prefeito de Iguaí assina contrato para instalação de fábrica de calçados em Iguaí
O prefeito de Iguaí, Murilo Veiga, esteve hoje (11), pela manhã, em Salvador, no Centro Administrativo da Bahia, assinando o contrato para a instalação da fábrica de calçados Suzana Santos, empresa de Santa Catarina.
Prefeito e vereadores estiveram no CAB (Foto: PMI)
Depois de terem visitado o galpão onde funcionava a antiga fábrica da Azaleia no município, no dia 09, os representantes da empresa estiveram com o prefeito, vereadores e o secretário da Indústria, Comércio e Mineração do estado da Bahia, James Silva Santos Correia, no Centro Administrativo da Bahia, hoje (11), onde assinaram o contrato para que a empresa se instale em Iguaí.
Encontro selou a vinda da Suzana Calçados
para Iguaí (Foto: PMI)
A estimativa, segundo o consultor Joel Coelho, em entrevista ao Iguaí Mix, é de que a empresa venha a gerar cerca de 500 novos empregos no município, dentro de, aproximadamente, 60 dias, ocupando uma lacuna deixada pela Azaleia, além de aproveitar a mão de obra qualificada dos funcionários demitidos pela empresa, o que não impede que outros que não tenham experiência sejam contratados, já que serão treinados pela nova fábrica.
Prefeito de Iguaí e representantes
da Suzana Calçados (Foto: PMI)
O Grupo Santos é uma empresas calçadista, que se dedica a produzir sapatos femininos, atuando desde 1995 no mercado, com sede em São João Batista, no estado de Santa Catarina. Para atender diferentes estilos de mulheres, os produtos se dividem em três marcas: Suzana Santos, que estará implantando a sua fábrica em Iguaí, Renata Mello e Art’s Brasil.
Assista vídeo com entrevista ao consultor Joel Coelho:
Por José Carlos Assunção Novaes
500 REAIS DE RECOMPENSA: FAMÍLIA SOFRE COM O DESAPARECIMENTO DO CÃOZINHO CARAMELO
Na última terça-feira (20) por volta das 19 horas, um cãozinho da raça pinscher que atende pelo nome de Caramelo, acabou saindo de casa e se perdendo.
O Cãozinho Caramelo tem 3 anos, rabo cortado de cor caramelo e muito dócil. Ele sumiu nas imediações do Parque Poliesportivo da Lagoa.
A família dona do Cãozinho Caramelo, pede a quem encontrou ou encontrar, entregar o mesmo no Parque Poliesportivo da Lagoa nº 17, próximo a Churrascaria Chaplin, em uma casa azul.
O Cãozinho atende pelo nome de Caramelo, tem o rabo cortado e cor caramelo, e também é muito dócil. Quem encontrou ou encontrar, será bem gratificado!
Telefones para contato: (77) 8114-4178 , (73) 8201-6522
Zap do blog: (77) 8821-2051
Por Eliomar Barreira
MACARANI EM FESTA: BÁRBARA KRÁS REABRE PAVILHÃO QUE VAI GERAR 260 EMPREGOS DIRETOS E TAMBÉM REABRIRÁ O SEGUNDO
Nesta segunda-feira (09) por volta de 07:00 horas, a cidade de Macarani voltou a sorrir e sonhar com dias melhores.
Foram dois anos de sofrimento, pois o fechamento das filiais da fábrica de calçados Vulcabras/Azaleia, trouxe ao município muito sofrimento e desemprego.
A empresa Bárbara Krás que também é do ramo calçadista, chega em Macarani, depois de muito empenho do prefeito Antônio Carlos Macedo Araújo “Carlinhos”, que lutou incansavelmente para proporcionar a sua cidade, a criação de emprego e renda.
Na manhã desta segunda-feira (09) por volta de 07:00 horas, a Bárbara Krás iniciou suas atividades no pavilhão do bairro Guarujá e posteriormente será reaberto o pavilhão do bairro Marjorie Parque.
O ato de inauguração contou com a presença dos proprietários da empresa, autoridades políticas e dos primeiros funcionários contratados para dar inicio às atividades da fábrica.
No primeiro pavilhão a Bárbara Krás deve gerar em torno de 260 postos de trabalho, onde as contratações já começaram e segue gradativamente.
Segundo o gerente, Marcio Cim, em 4 meses já espera colocar em funcionamento os segundo galpão.
Essa notícia é importante não só para a cidade de Macarani, mas também para toda região, pois a região começa a ganhar fama de região calçadista, coisa que a Vulcabras/Azaleia quase acabou.
Esse povo guerreiro merece essa grande oportunidade!
Parabéns Macarani!
Por Eliomar Barreira
O pilar do emprego começa a ruir — e as demissões batem à porta
Em ano de ajuste fiscal, a menor abertura de vagas aliada à fraqueza econômica e inflação elevada ameaçam a estabilidade do mercado de trabalho
Luís Lima e Naiara Infante Bertão
Rafael César, de 31 anos, busca emprego desde dezembro e tem encontrado dificuldades. “Muitas empresas estão fechando vagas”, diz (Lucas Lacaz/VEJA)
Os principais pilares que seguravam a economia brasileira se deterioraram fortemente em 2014: os investimentos, o consumo e as exportações. O único remanescente era o emprego, do qual os governos petistas sempre se gabaram para justificar suas políticas econômicas heterodoxas. Mas, tudo indica, o cenário mudou. Ocorre que a taxa de desemprego, que terminou 2014 em sua mínima histórica de 4,3%, vinha sendo sustentada não só pela criação de vagas, mas também pela grande quantidade de brasileiros em idade ativa que não procurava trabalho. Com o aperto nas regras do seguro-desemprego anunciado no apagar das luzes de 2014, muitos devem voltar à procura. Contudo, dados coletados pela Fundação Getulio Vargas a pedido do site de VEJA mostram que esses brasileiros não encontrarão boas notícias. O indicador de ‘emprego futuro’ de janeiro de 2015, que apura a confiança da população em relação ao trabalho, atingiu seu pior nível desde o início de 2009. Em um ano, acumula queda de 24%.
Demitido em dezembro do ano passado, o relações públicas Rafael César, de 31 anos, não tem poupado esforços para se recolocar no mercado de trabalho. “Chego a mandar 20 currículos por dia, incluindo carta de apresentação, até para áreas fora da comunicação, como a comercial”, afirmou o paulista de Taubaté, que atuou durante quatro anos numa grande empresa de telecomunicações. “Com a queda nas vendas, o departamento comercial inteiro da companhia foi mandado embora”, conta. A justificativa para os desligamentos, segundo ele, foi a de corte de gastos e baixos resultados financeiros.
A situação de Rafael é emblemática e reflete como a desaceleração do consumo, motivada por inflação alta e a atividade econômica fraca, impacta o mercado de trabalho. Em 2015, ano que em que o próprio governo espera um crescimento zero e a inflação já supera os 7% – bem acima do teto da meta oficial, de 6,5% – a expectativa é de que o emprego seja penalizado. O levantamento feito pela FGV mostra ainda que o indicador que mede a expectativa de contratação dos empregadores da indústria, do setor de serviços, da construção civil e do comércio despencou abaixo dos 100 pontos, ante os 110 pontos verificados um ano atrás, e os 140 de janeiro de 2010. “Em 2015, a geração de empregos formais tende a ficar anêmica, já que também é um ano de ajustes pesados e necessários na economia”, diz o professor José Pastore, da Universidade de São Paulo (USP), um dos maiores especialistas em mercado de trabalho do país.
VEJA
Resultado dessa deterioração de expectativas é a desaceleração no ritmo de criação de vagas. Em 2014, o país criou 396.933 postos, o pior resultado desde 1999. Por setor, a indústria de transformação foi a que mais demitiu: cortou 163.817 empregos. Já o setores de serviços e comércio abriram, respectivamente, 13% e 40% vagas a menos na comparação com 2013. “Em setores em que as demissões superam as contratações, como indústria e construção, os números devem continuar no terreno negativo. Já nos setores em que as contratações superam as demissões, como comércio e serviços, a tendência é de um menor ritmo de admissões”, afirma Aloisio Campelo, do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV).
As notícias de demissões, que começaram no ano passado, são muitas. Só as montadoras demitiram 12,4 mil trabalhadores em 2014. No setor de autopeças foram 19 mil cortes. Os bancos também já dispensaram 5 mil postos de trabalho no ano passado, segundo pesquisa da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf). Para este ano, o cenário que se desenha não é animador. A associação dos fabricantes de veículos, Anfavea, relatou que mais de 12 mil vagas já foram extintas no setor apenas no primeiro mês do ano.





































