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:: ‘Política’

Ao lado de Aécio, Paulinho diz que Dilma deveria ir para a Papuda por ‘roubos’ na Petrobras

O deputado federal Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força (Solidariedade-SP), afirmou, durante breve discurso que fez na festa do Dia do Trabalho que a Força Sindical promove em São Paulo, que “pelos roubos que tem feito na Petrobras, a presidente Dilma Rousseff, deveria estar presa”. “Quem deveria estar presa na Papuda é a presidente Dilma, pelos roubos que tem feito na Petrobras, empresa que os brasileiros aprenderam a admirar”, disse Paulinho. Sempre ao lado do provável candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, o deputado afirmou do palanque que fará de tudo para ajudar a eleger o tucano. Ele criticou ainda a ausência da presidente Dilma no evento. “Quem tem coragem mostra a cara e quem não tem manda representantes”, disse o sindicalista na presença dos ministro do Trabalho, Manoel Dias, e do secretário-geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, ambos representantes da presidente da República.

Genoino se entrega e está preso no presídio da Papuda

Genoino se entrega e está preso no presídio da Papuda

Foto: Felipe Rau/Estadão Conteúdo
Após o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa emitir nesta quarta-feira (30) ordem para que o ex-deputado federal José Genoino se apresentasse ao Complexo Penitenciário da Papuda em 24 horas, o petista foi ao Centro de Internamento e Reeducação do presídio e se entregou. Segundo informações do jornal O Estado de São Paulo, ele chegou à unidade por volta das 15 horas, acompanhado de seu advogado Cláudio Alencar e de seu cardiologista, Geniberto Campos. Até se apresentar, Genoino ficou em sua casa, em um condomínio fechado em Brasília, acompanhado de familiares, como filhos e o irmão, o deputado federal José Guimarães (PT-CE). O petista, condenado no processo do mensalão a quatro anos e oito meses de prisão, cumpre a pena em regime domiciliar provisório desde novembro do ano passado.

Doleiros sabiam de Operação Lava Jato e planejavam fuga, afirma PF

Doleiros sabiam de Operação Lava Jato e planejavam fuga, afirma PF

Foto: Divulgação
A Polícia Federal suspeita de vazamento de informações no curso das investigações que culminaram com a Operação Lava Jato. A interceptação de troca de mensagens entre os doleiros Alberto Youssef e Nelma Kodama, apontados como líderes do “grande esquema” de lavagem de dinheiro, levantou a desconfiança dos investigadores de que a organização pode ter tido acesso a dados confidenciais. Seis dias antes da operação, deflagrada em 17 de março, a PF flagrou Youssef indagando a Nelma, por mensagem instantânea, se “teve bagunça hoje [11 de março] por aí”. Ela responde que não e pergunta por quê. “Eu falo no mercado”, diz o doleiro. Para a PF, o teor do diálogo é indício de que Youssef “já tinha sido avisado de que uma possível operação relacionada a crimes financeiros estava para acontecer”. No dia 13, Youssef chegou a alertar a doleira de que a operação iria mesmo ocorrer. “Outra coisa, amanhã vai ter operação. Então você sabe o que fazer”, escreveu – a ação estava prevista para ocorrer entre os dias 16 e 17. A PF diz que Nelma ofereceu ao parceiro rota de fuga com helicóptero no Campo de Marte, em São Paulo. “Se quiser, temos um [helicóptero] Agusta no [Campo de] Marte à nossa disposição, ok? Tá na mão”. Na casa de Youssef, a PF encontrou documento com a numeração completa dos processos na Justiça Federal do Paraná sobre a Lava Jato, que ainda estavam sob sigilo. “Essas evidências apontam a possibilidade real de que os dois alvos pudessem tentar fugir das autoridades no momento da deflagração da operação”.

Oposição alega campanha antecipada e diz que vai recorrer à Justiça contra pronunciamento de Dilma

Oposição alega campanha antecipada e diz que vai recorrer à Justiça contra pronunciamento de Dilma

Foto: Reprodução
A oposição ao governo da presidente Dilma Rousseff (PT) reagiu na noite desta quarta-feira (30) ao pronunciamento em cadeia nacional de rádio e televisão, no qual a petista falou sobre o cenário econômico nacional, os escândalos ligados a contratos da Petrobras e anunciou correções na tabela do Imposto de Renda (IR) e no valor do Bolsa Família. O vice-líder do PSDB no Senado, Álvaro Dias, afirmou, em entrevista ao jornal Estado de S. Paulo, que questionará as declarações no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), por considerar que se tratou de campanha eleitoral antecipada. “A primeira conclusão é que é necessário acabar com o processo de reeleição no Brasil porque o abuso é desmedido. O que ela fez hoje foi campanha eleitoral antecipada e com dinheiro público. É um ritmo de discurso eleitoral com discurso mentiroso”, acusou. O líder do DEM na Câmara, Mendonça Filho, também defende a medida. “Vou propor à Executiva do partido que entremos com uma representação na Procuradoria-Geral Eleitoral (PGE) porque o que ela fez foi um palanque eleitoral com recurso público. O PT privatizou a fala presidencial. O horário gratuito é para ser utilizado para pronunciamento de chefe de Estado e agora está privatizado a favor de um partido. Vamos reestatizar isso. É uma aberração. Estão apelando porque ela está despencando na popularidade e agora promete tudo a 60 dias do começo da campanha”, argumentou. Para o senador Aécio Neves (PSDB-MG), pré-candidato ao Planalto e um dos principais adversários de Dilma no pleito de outubro deste ano, o pronunciamento foi “um dos mais patéticos episódios já vistos na política brasileira” e “representa o desespero de um governo acossado por sucessivas denúncias de corrupção e uma presidente da República fragilizada pelo boicote da sua própria base”.

Presidente do STF determina que Genoino volte para Papuda

Presidente do STF determina que Genoino volte para Papuda

Foto: Felipe Rau / Estadão Conteúdo
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, determinou nesta quarta-feira (30) que o ex-deputado federal José Genoino volte para o Complexo Penitenciário da Papuda, no Distrito Federal. Genoino cumpria prisão domiciliar temporária desde novembro do ano passado, mas um novo laudo do Hospital Universitário de Brasilia (HUB) concluiu que o estado de saúde do ex-parlamentar é estável e que, por isso, ele pode voltar ao presídio. Genoino foi condenado a quatro anos e oito meses de prisão em regime semiaberto no processo do mensalão. Ele cumpria a pena em casa desde que passou mal e precisou fazer exames no Instituto de Cardiologia do Distrito Federal. Informações da Agência Brasil.

PMDB presidirá CPI da Petrobras; PT fica com relatoria

PMDB presidirá CPI da Petrobras; PT fica com relatoria

Foto: Pedro França / Agência Senado
Após o anúncio da realização da CPI da Petrobras na próxima terça-feira (5), os partidos começaram a anunciar seus representantes na comissão. O PMDB presidirá o colegiado, conforme anunciou nesta quarta (30) o senador Eunício Oliveira. O congressista que assumirá o posto de presidente ainda não foi divulgado. A relatoria também já foi definida e caberá ao PT. O líder da legenda na Casa, o senador Humberto Costa, afirmou que o mais provável candidato a relator é José Pimentel. Nesta terça, o PSDB informou que os senadores Álvaro Dias e Mário Couto representarão o partido. 

Dilma se atrapalha novamente durante discurso em Camaçari

A presidente Dilma Rousseff (PT) voltou a confundir o nome da Rótula do Abacaxi, em Salvador. Durante o discurso na manha desta quarta-feira (30) em Camaçari, onde entregou 1,5 mil casas do Programa Minha Casa, Minha Vida, a líder nacional trocou o nome dado ao complexo de viadutos construídos pelo governo da Bahia, em parceria com o governo federal, batizado de Nova Rótula do Abacaxi e entregue no final de 2010.
Dilma já tinha trocado o nome do complexo em novembro do ano passado durante a inauguração da Via Expressa Todos os Santos. O tropeço da presidente durante exaltação ao trabalho do governo do Estado com o apoio do ex-secretário da Casa Civil, Rui Costa, pré-candidato ao governo da Bahia.

“Tenho certeza que o governador Jaques Wagner, com o apoio do seu secretário Rui Costa, deixam um legado para o povo baiano de imensa qualidade. Desde obra de mobilidade urbana, como a solução do Largo do Abacaxi, da via do abacaxi, da rota do abacaxi. Que virou, segundo eles, quando fui inaugurar a rota, uma rota, uma rótula diferente. A rótula do quiabo. Isso aí, o abacaxi planta, o quiabo flui”, tentou a petista desfazer a falha, após diversos presentes no palanque oficial soprar para a presidente

Não vou me importar com campanha ‘Volta, Lula’, diz Dilma

  • Dilma Rousseff participou do lançamento de três condomínios do "Minha Casa, Minha Vida", na BahiaDilma Rousseff participou do lançamento de três condomínios do “Minha Casa, Minha Vida”, na Bahia

A presidente Dilma Rousseff minimizou a polêmica criada em torno do movimento ‘Volta, Lula’ durante entrevista concedida a emissoras de rádio na Bahia na manhã desta quarta-feira (30).

“Não vou me importar com isso”, afirmou a presidente ao ser questionada sobre o fato de um partido da sua base aliada, o PR, ter lançado um manifesto pela candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “Daqui para o fim do ano, tenho uma atividade importantíssima para fazer e não posso me desligar nenhum minuto dela. É governar esse país”, completou.

Dilma disse que em ano eleitoral “é possível que ocorra todas as hipóteses; essa é uma situação normal”.

A presidente falou ainda que será candidata com ou sem o apoio da base aliada. “Gostaria muito que, quando eu for candidata, eu tivesse o apoio da minha base. Não havendo esse apoio, a gente vai tocar em frente”, disse. “Por trás de todas as coisas existem outras explicações”, divagou.

Maconha deve ser legalizada, e traficantes da droga, anistiados

Legalizar a cannabis e acabar com a guerra às drogas não é somente uma questão de liberdades individuais. É também uma questão de segurança pública e de direitos humanos.

A guerra às drogas está dizimando a juventude mais pobre das periferias, que morre vítima das lutas de facções, da repressão ao tráfico, da violência policial e das milícias. Ou é encarcerada pelo comércio ilegal de drogas ou, em muitos casos, pelo uso delas.

Dependendo da cor e da classe social, a mesma quantidade de substância pode ser considerada para uso ou para tráfico, e a pessoa pode ir parar em presídios superlotados, que são verdadeiros infernos e escolas do crime.

Por isso, o projeto de lei 7270/2014, que protocolei na Câmara dos Deputados, faz muito mais do que legalizar a maconha: ele propõe uma série de mudanças radicais na política de drogas do Brasil.

A legalização tem sido o aspecto mais comentado do projeto, tanto por aqueles que são a favor quanto por aqueles que se opõem, mas a proposta vai além. Entre a lei e sua justificativa, são 60 páginas que recomendo ler a quem quiser criticá-lo. E neste artigo quero falar sobre um ponto do projeto em particular: a anistia.

Números

Mas antes disso, como diz o mestre Eugênio Raul Zaffaroni (jurista argentino), “vamos ouvir a palavra dos mortos”. De acordo com o Ministério da Saúde, o uso de drogas matou 40.692 pessoas entre 2006 e 2010. Desse total, 34.573 (84,9%), morreram em decorrência do abuso (não confundir com o uso) do álcool, e 4625 (11,3%), do tabaco.

Quer dizer: 96,2% das mortes diretamente relacionadas ao uso de drogas foram causadas por duas substâncias que, na atualidade, são lícitas. A droga cujo abuso mais mata, o álcool, não só é comercializada legalmente, como também tem propaganda na televisão — feita até por deputados!

E a maconha? No relatório, ela sequer é mencionada porque é raro alguém morrer por overdose de cannabis, que, no entanto, é ilegal. Vejam que contradição! Mas tem uma série de dados em que os números se invertem: quando falamos das mortes decorrentes do tráfico ilegal e da guerra às drogas.

 

Lula Marques/FolhapressA droga cujo abuso mais mata, o álcool, não só é vendida legalmente, como também é vendida na televisão – até por deputados!Jean Wyllys, deputado federal (PSOL-RJ), sobre a diferença de mortes por abuso de álcool e drogas ilícitas

 

A proibição mata muito mais do que o uso de qualquer droga. E como a maconha, segundo a ONU, é a droga consumida por 80% dos usuários de drogas ilícitas, podemos dizer que a proibição da maconha é o que mais mata.

De acordo com um relatório dos repórteres Willian Ferraz, Hugo Bross, Kaio Diniz e Vanderson Freizer, 56% dos assassinatos no Brasil têm ligação direta com o tráfico. Os mortos, em sua grande maioria, são jovens pobres de 15 a 25 anos. E são mais de 50 mil mortes por ano.

Segundo o Instituto de Segurança Pública (ISP), só no Rio de Janeiro, em 2013, houve 4761 homicídios, 16,7% mais que em 2012. Desse total, 416 foram assassinatos cometidos pela polícia e registrados sob o eufemismo de “auto de resistência”. O panorama é assustador em todo o país.

Entre 1980 e 2010, a taxa de mortalidade por armas de fogo no Brasil cresceu de 7,3 a 20,4 por cada 100 mil habitantes, mas esse número, já altíssimo, dobra quando falamos dos jovens: quando as vítimas têm entre 15 e 29 anos, a taxa é 44,2. E a principal causa disso é a guerra às drogas.

Mas essa “guerra” impediu que as pessoas consumissem drogas ilícitas? Não. De acordo com um estudo do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia para Políticas Públicas do Álcool e Outras Drogas da Unifesp, a maconha é consumida por mais de um milhão de brasileiros, e 7% dos adultos já fumaram alguma vez. Dentre eles, 62% tiveram o primeiro contato com a maconha antes dos 18 anos de idade.

Hoje, como a maconha é liberada, não tem maneira de impedir que um menor de idade vá comprar numa “boca”. E todo o mundo sabe onde fica a boca mais próxima.

A política de guerra às drogas – além de não diferenciar o uso do abuso de drogas e nem reduzi-los, não regular o comércio, não controlar a qualidade das drogas que são vendidas, não recolher impostos, não impedir o acesso a elas dos menores de idade, gastar fortunas e matar milhares de pessoas a cada ano – também envia milhares de jovens para os presídios.

 

A guerra às drogas, além de ser cara e inútil, está produzindo uma tragédiaJean Wyllys, deputado federal (PSOL-RJ), sobre a política de combate ao tráfico de entorpecentes

 

De acordo com dados coletados pelo portal G1, o total de pessoas encarceradas no Brasil é de 563.723 (bem mais que a capacidade das prisões, que é de 363.520 vagas), e em 20 anos esse número aumentou em 450%.

O Brasil tem a quarta maior população carcerária do mundo, depois da China, dos EUA e da Rússia, e, de acordo com dados do Ministério da Justiça de dezembro de 2012, a maioria dos presos é jovem (52% têm entre 18 e 29 anos), negro ou pardo (58%), e quase um de cada quatro (24%) está preso por comércio de drogas ilícitas.

O que esses números e outros que poderiam ser mencionados mostram é que a guerra às drogas, além de ser cara e inútil, está produzindo uma tragédia. Por isso, além de legalizar e regulamentar o comércio de maconha, meu projeto propõe duas medidas que, eu sei, serão polêmicas — e peço atenção, porque provavelmente serão distorcidas pelos fundamentalistas de sempre —, mas considero que sejam imprescindíveis para reduzir a violência e a criminalidade (e a criminalização muitas vezes desnecessária).

O projeto

Em primeiro lugar, proponho uma anistia geral para todas as pessoas presas, processadas ou indiciadas por tráfico de maconha. Isso não inclui aqueles que tenham praticado outros crimes (por exemplo, quem tiver matado), e nem os policiais e outros agentes públicos envolvidos no tráfico.

O objetivo dessa primeira anistia, que é uma consequência lógica da descriminalização do comércio de cannabis (mas, por uma questão de técnica legislativa, precisava ser explicitada), é liberar aqueles que tenham sido presos ou acusados apenas por vender maconha. A maioria é composta por vapores, aviões, pequenos assalariados do tráfico, jovens e adolescentes que moram nas periferias e nas favelas e que entraram no “movimento” porque era o que o país lhes oferecia para ser alguém na vida.

 

Leo Franco/AgnewsProponho uma anistia geral para todas as pessoas presas, processadas ou indiciadas por tráfico de maconha, exceto para policiais e para aqueles que tenham praticado outros crimesJean Wyllys, deputado federal (PSOL-RJ), sobre um dos pontos do projeto de lei que protocolou na Câmara dos Deputados

 

O conceito de traficante está inchado porque inclui, como se da mesma coisa se tratasse, o chefe de uma quadrilha internacional e o menino pobre que trabalha (sim, trabalha) no último elo da cadeia do tráfico. E somente esses últimos é que são presos, na maioria dos casos, e têm a vida estragada quando ela apenas começou.

Inserção na sociedade

O Estado é culpado por esses meninos terem se envolvido no tráfico, porque a escolha deles é consequência direta de outras muito mais erradas que o Estado tem feito nas últimas décadas. Em vez de trancafiá-los num presídio e condená-los à marginalidade e ao crime, o país deveria lhes oferecer uma alternativa de vida.

A lei que proponho dá o primeiro passo, deixando esses jovens em liberdade e apagando seus antecedentes, que são a marca que o sistema punitivo deixa neles para sempre, para que nunca mais deixem ser rotulados como “bandidos”. O poder público deverá completar a tarefa, fazendo da legalização uma transição entre o velho e o novo, mudando o contexto em que esses jovens vivem.

A segunda anistia explica por que não seguimos o modelo uruguaio de legalização da maconha, que estabelece o controle estatal da produção e comercialização: esse modelo resolveria a questão das liberdades individuais (o direito dos usuários de maconha a comprar a planta e seus derivados legalmente), mas de nada servia para acabar com o tráfico ilegal e oferecer uma saída a esses jovens.

 

Luis Macedo/Câmara dos DeputadosO conceito de “traficante” está inchado, porque inclui o chefe de uma quadrilha internacional e o menino pobre que trabalha no último elo da cadeia do tráficoJean Wyllys, deputado federal (PSOL-RJ), sobre a política de combate às drogas

 

Por isso, estamos propondo que, depois da sanção da lei e por um determinado prazo, outra anistia seja oferecida àqueles que praticam o comércio ilegal da maconha e de outras drogas e não foram ainda indiciados ou condenados por isso, mas querem se inserir na legalidade.

Isso quer dizer que o dono de uma “boca” poderá se registrar como comerciante legal de maconha, cumprindo todos os requisitos da lei, abandonando as armas e a violência, assim como o comércio das outras drogas ainda ilícitas, e pagando impostos (que, imagino, serão mais baratos que a propina da polícia). E viramos a página.

Eles não poderão ser presos por terem sido, antes disso, traficantes, desde que não tenham cometido crimes violentos.

A legalização da maconha é um primeiro passo que, feito dessa maneira, além de garantir as liberdades individuais dos usuários, será uma ferramenta fundamental para reduzir a violência, deixar de encher nossas prisões e acabar com uma guerra que já matou gente demais.

O resto do trabalho deverá ser feito, a médio e longo prazo, por uma política de Estado diferente da atual, que ofereça outras oportunidades de vida àqueles que hoje têm o comércio ilegal de drogas como única saída. Não vai ser com mais militarização e mais polícia que vamos resolver esse problema.

Vídeo: sem prestígio, Wagner é chamado de mentiroso em Ilhéus

O governador Jaques Wagner tenta manter a popularidade em alta, mas após a greve da Polícia Militar e as cobranças salariais por diversas categorias, o chefe do Executivo baiano tem passado por momentos constrangedores nos últimos dias. Nesta segunda-feira (28), Wagner esteve em Ilhéus, e sob vaias da população foi cobrado pela duplicação da ponte Ilhéus-Pontal e o hospital estadual no município.

Em um vídeo enviado com exclusividade ao Bocão News, após assinar uma ordem de serviço de R4 3 milhões para execução de obras de pavimentação urbana, o governador foi aguardado pela população em frente a prefeitura. Na saída, os manifestantes perguntavam, aos gritos, sobre as prometidas obras da ponte e do hospital. Wagner não se abala e continua sem dar atenção às vaias, porém, ao ser questionado, posteriormente, limitou-se a informar que aguardalicença do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) para iniciar as obras.

Veja o vídeo:

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