:: ‘Política’
MPF representa contra lei que cede motorista e segurança a ex-governadores da Bahia
O procurador João Paulo Lordelo informou que se a lei for considerada inconstitucional Janot poderá apresentar ação direta de inconstitucionalidade no Supremo Tribunal Federal (STF)
O Ministério Público Federal em Paulo Afonso encaminhou ao procurador-geral da República, Rodrigo Janot, representação sobre uma possível inconstitucionalidade na Lei Estadual número 13.219/2014, que institui serviços vitalícios de motorista e segurança aos ex-governadores da Bahia. O documento foi enviado no dia 9 de janeiro, segundo divulgou nesta segunda-feira (12) o MPF.
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Wagner sancionou lei aprovada pela assembleia (Foto: Agência Brasil) |
O procurador João Paulo Lordelo informou que se a lei for considerada inconstitucional Janot poderá apresentar ação direta de inconstitucionalidade no Supremo Tribunal Federal (STF) para que ela seja declarada inválida.
A lei foi publicada no último dia de 2014 em decreto no Diário Oficial da Bahia. “Cessada a investidura no cargo de Governador do Estado, quem o tiver exercido pelo tempo mínimo de 04 (quatro) anos ininterruptos ou 05 (cinco) intercalados terá direito a utilizar, de forma vitalícia, serviços de motorista e segurança, de sua livre escolha dentre os servidores do quadro de provimento permanente do Estado, designados, respectivamente, pela Secretaria da Administração e pela Secretaria da Segurança Pública. Perderá o direito ao benefício estabelecido neste artigo o ex-governador que fixar residência fora do Estado da Bahia, enquanto perdurar tal situação. Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação”, diz o texto.
Através da assessoria, Wagner afirmou que a lei foi proposta e aprovada pela Assembleia Legislativa e só então sancionada por ele. A assembleia também aprovou aposentadoria de quase R$ 20 mil para ex-governadores.
Vinte fatos que comprovam que a posse de armas deixa uma população mais segura
Os recentes acontecimentos em Ottawa, Canadá, comprovam, pela enésima vez, que controle de armas serve apenas para deixar uma população pacífica ainda mais vulnerável.
O desarmamento não apenas deixa uma população menos livre, como também a deixa menos segura. E não existe liberdade individual se o indivíduo está proibido de se proteger contra eventuais ataques físicos. Liberdade e autodefesa são conceitos totalmente indivisíveis. Sem o segundo não há o primeiro.
Respeitar o direito de cada indivíduo poder ter armas de fogo ainda é a melhor política de segurança, como os fatos listados abaixo mostrarão. Já restringir, ou até mesmo proibir, o direito de um indivíduo ter uma arma de fogo o deixa sem nenhuma defesa efetiva contra criminosos violentos ou contra um governo tirânico.
A Universidade de Harvard, que não tem nada de conservadora, divulgou recentemente um estudo que comprova que, quanto mais armas os indivíduos de uma nação têm, menor é a criminalidade. Em outras palavras, há uma robusta correlação positiva entre mais armas e menos crimes. Isso é exatamente o oposto do que a mídia quer nos fazer acreditar.
Mas o fato é que tal correlação faz sentido, e o motivo é bem intuitivo: nenhum criminoso gostaria de levar um tiro.
Se o governo de um país aprova um estatuto do desarmamento, o que ele realmente está fazendo é diminuindo o medo de criminosos levarem um tiro de cidadãos honestos e trabalhadores, e aumentando a confiança desses criminosos em saber que suas eventuais vítimas — que obedecem a lei — estão desarmadas.
A seguir, 20 fatos pouco conhecidos que comprovam que, ao redor do mundo, mais armas deixam uma população mais segura.
Ministros de Dilma usaram aviões da FAB para fazerem campanha
Findada a agenda oficial, os ministros da presidente Dilma Rousseff aproveitavam os aviões da Força Aérea Brasileira (FAB) para atividades de campanha. Em levantamento feito pelo jornal Folha de S. Paulo, integrantes dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário solicitaram 3.438 viagens no ano passado.
Os exemplos são muitos. Em setembro, o ministro da Saúde Arthur Chioro foi a Jaboatão dos Guararapes (PE) assinar um termo de compromisso em evento oficial. Depois seguiu para uma carreata de campanha de Armando Monteiro (PTB) ao governo. No dia 12 de novembro, o então ministro da Secretaria Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, foi a um evento organizado pela Central Única do Trabalhadores (CUT), em Lages (SC).
Outro caso é da ministra de Direitos Humanos, Ideli Salvatti, uma das que mais defendeu a presidente durante a campanha. Das 144 viagens feitas a trabalho pela ministra em 2014, metade foi retornando de Brasília e das 72 restantes, 17 foram para Santa Catarina, sua base eleitoral.
No ano passado, Chioro foi o ministro que mais pediu voos: 195. Salvatti, 167. E ainda acrescenta-se o ex-Agricultura, Neri Geller, com 162 pedidos; da Justiça, José Eduardo Cardozo, 159 e ex-Esporte, Aldo Rebelo, com 146.
Prefeitura de São Paulo gastará R$ 2 milhões com “Bolsa Travesti”

A Prefeitura de São Paulo gastará cerca de R$ 2 milhões dos cofres públicos em 2015 para oferecer um salário a travestis e transexuais de São Paulo. A iniciativa é inédita na América Latina e considerada “prioridade” pelo prefeito Fernando Haddad (PT).
De acordo com o jornal O Globo, Haddad pediu pessoalmente à sua equipe a elaboração do programa, que começará a pagar esse ano uma bolsa de um salário mínimo mensal (R$ 788) para travestis e transexuais estudarem em cursos técnicos.
O valor total do programa é significativo, mas, a princípio, apenas 100 pessoas receberão o benefício. Para receber o salário, terão que comprovar presença nas aulas. A exigência é semelhante à do principal programa de transferência do governo federal, o Bolsa Família.
De acordo com o secretário municipal de Direitos Humanos, Rogério Sottili, a iniciativa começa com poucas vagas, mas deve ser ampliada no próximo semestre. Ele diz que a Prefeitura estima que existem “cerca de 4 mil” travestis e transexuais em São Paulo.
Segundo a própria Coordenação LGBT da Prefeitura de São Paulo, entre os beneficiários do programa 31% admitiram ter silicone industrial injetado no corpo. Nenhum tem renda fixa ou terminou o ciclo escolar e todos vivem em moradia precária.
Mais Médicos tem 174 desistências no 1º ano de atendimentos
No primeiro ano de atendimento do programa Mais Médicos, 174 profissionais desistiram de atuar no projeto, segundo dados do Ministério da Saúde.
A maior parte é brasileira. Do total de desistentes, 144 são formados no Brasil, 11 são intercambistas (brasileiros ou estrangeiros formados em instituições de ensino no exterior) e 19 são cubanos trazidos ao país por meio de um acordo de cooperação com o governo da ilha, intermediado pela Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), órgão vinculado às Nações Unidas.
As desistências, porém, representam apenas 1,2% do total de profissionais do programa. Segundo dados mais recentes do ministério, são 14.462 médicos atuando em 3.785 cidades brasileiras, além de 34 distritos sanitários indígenas. A maioria dos profissionais é cubana (11.429). Em seguida, aparecem os brasileiros (1.846) e, em terceiro, os intercambistas (1.187).
O caso de desistência com maior repercussão foi o da cubana Ramona Rodríguez, em fevereiro do ano passado. Ela abandonou o posto onde trabalhava em uma cidade do Estado do Pará, alegando discordar das regras impostas aos médicos cubanos – na época, os profissionais daquele país recebiam o equivalente a US$ 1.000 (R$ 2.701), enquanto os demais médicos do programa ganhavam R$ 10 mil. Meses depois, Ramona foi para os Estados Unidos.
Vídeo chocante mostra policial ser morto por terroristas após ataque a jornal francês
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Vídeo chocante mostra policial ser morto por terroristas após ataque a jornal francês |
Vídeo mostra homens mascarados, armados com rifles automáticos após o massacre no escritório da revista, no centro de Paris
Imagens gravadas por um aparelho celular de uma testemunha do ataque ao jornal francês Charlie Hebdo mostram homens armados atirando em um policial durante fuga. Ataque terrorista nesta quarta-feira (7) provocou a morte de dez jornalistas e dois policiais.
Vídeo mostra homens mascarados, armados com rifles automáticos após o massacre no escritório da revista, no centro de Paris. Os homens subiram ao segundo andar do prédio e começaram a realizar disparos de forma indiscriminada na redação, informou Christophe DeLoire, integrante do grupo Repórteres Sem Fronteiras.
Assista:
“Este é o dia mais negro da história da imprensa francesa”, afirmou ele. Luc Poignant, funcionário do sindicato dos policiais de Paris, disse que os homens fugiram num carro que os estava esperando e que, mais tarde, trocaram de veículo, usando um carro que havia sido roubado.
A porta-voz da promotoria de Paris, Agnes Thibault-Lecuivre, confirmou que 12 pessoas morreram no ataque. Imagens publicadas no site da emissora estatal France Televisions mostram dois homens vestidos de preto num cruzamento, aparentemente fazendo disparos.O
jornal satírico Charlie Hebdo atraiu críticas de muçulmanos de todo o mundo. O caricaturista Jean Cabut, conhecido pelos leitores pelo nome de Cabu, e Stéphane Charbonnier, editor do jornal, que usava o pseudônimo Charb, estão entre os mortos.













































