:: ‘Política’
Ano de 2015 range os dentes no quintal de Lula
Caprichoso, o ano de 2015 escolheu um local emblemático para exibir o seu primeiro ranger de dentes. Nesta terça-feira, a Volkswagen anunciou a demissão de 800 trabalhadores de sua fábrica em São Bernardo do Campo, berço político do PT e quintal de Lula. A decisão acendeu um pavio que resultou na deflagração de umagreve geral na unidade. Segundo o Sindicado dos Metalúrgicos do ABC, as demissões da Volks somam-se a outras 244 que já haviam ocorrido, no final do ano de 2014, na fábrica da Mercedes.
Simultaneamente, o ministro Joaquim Levy (Fazenda), que Dilma Rousseff trouxe do Bradesco para consertar no segundo mandato os erros econômicos que ela dizia não ter cometido no primeiro quadriênio, prepara o anúncio de um megacorteorçamentário. Em campanha, Lula e Dilma convidaram o eleitorado a sonhar com a satisfação de suas ambições ainda não satisfeitas. Agora, a plateia começa a frustrar-se com a perda de uma satisfação que não tinha a menor chance de se satisfazer.
Maria Marta abre túmulo de José Alfredo e fica desesperada em “Império”
Cheia de dúvidas sobre a morte de José Alfredo (Alexandre Nero), Marta (Lília Cabral) convocou toda a família, e também Cristina (Leandra Leal), para uma reunião, onde exigiu o aval de todos para a exumação do corpo do Comendador.
No capítulo desa terça-feira (6) de “Império”, a empresária manda seu fiel motorista Brigel (Leandro Rocha) violar o túmulo, de forma clandestina, enquanto aguarda apreensiva para verificar se o cadáver é ou não de seu ex-marido.
Já sabendo das intenções de Marta, Zé (Alexandre Nero) manda Josué (Roberto Birindelli) comprar um corpo de indigente para colocar no seu túmulo, algo que o funcionário consegue após procurar por um amigo policial.
Por conta disso, o cúmplice de Maria Marta realmente encontra alguém dentro do caixão e entrega um chumaço de cabelo do cadáver, deixando a empresária arrasada com a “verdade”.
Amplia
Cenas de “Império
1 / 200José Pedro (Caio Blat) é preso no momento em que recebia uma maleta cheia de euros do negociador
“Cadê os Direitos Humanos?”, questionam PM’s em sepultamento de cabo
Policiais militares da Bahia começaram 2015 de luto. Mais um homicídio contabilizando o número de 30 policiais mortos, teve como vítima neste domingo (4) o cabo da PM, 43 anos, Eduardo Olímpio Santos Filho, lotado na 59ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM) em Vila de Abrantes. Cabo Olímpio, como era conhecido entre os colegas, foi alvejado por dois tiros à queima-roupa, efetuados por dois homens que passaram em um carro e ao avistá-lo dispararam contra ele. Olívio não resistiu aos ferimentos e morreu na hora.
Familiares e amigos do policial compareceram ao sepultamento que ocorreu na tarde desta segunda-feira (5), no cemitério Campo Santo, no bairro da Federação. Centenas de policiais militares demonstraram seu apoio à família do cabo da PM e declararam sua revolta sobre a violência contra os policiais, perguntando a todo momento, “onde estava os representantes dos Direitos Humanos”.
O sargento da reserva, João Batista, que acompanhou o sepultamento do amigo, disse que só em 2014 compareceu a mais de 10 enterros de colegas da Polícia e em nenhum deles viu a presença de algum representante dos Direitos Humanos ou do governo. “O governo pensa que o PM é descartável. Somos humanos e ninguém dos Direitos Humanos aparece em nenhuma morte de policial. Cadê os Direitos Humanos?”, indaga.
O presidente da Associação de Policiais e Bombeiros e de seus Familiares do Estado da Bahia (ASPRA-BA), Fábio Brito, lamentou as mortes de policiais, que classificou como “massacre de PM’s”, criticando o anúncio do fortalecimento da Corregedoria, feito pelo governador Rui Costa.
“Começamos o ano mau e tivemos um ano de massacre e caçada aos policiais militares e eu sinto muito que a gente tenha começado o ano assim. O que me parece, é que o novo governo não está preocupado com esse massacre e sim em fortalecer a Corregedoria, ao invés de se criar uma força tarefa para que esses homicídios não continuem impunes, porque os índices são cada vez mais crescentes e o governo não dá nenhuma resposta à altura. Pelo contrário, coíbe os policias de agirem”, critica.
O presidente da Aspra ainda exigiu ao governo a criação de uma divisão especializada em crimes cometidos contra policiais. “Tem que existir uma companhia especializada no combate com uma força tarefa permanente, e uma delegacia, para investigar e evitar os homicídios contra policiais militares e civis, e qualquer servidor público da segurança. Os policiais estão sendo abatidos e caçados e nenhuma providência é tomada”, comenta.
Fábio Brito ainda afirmou que policiais são constantemente ameaçados de morte por traficantes e que os Direitos Humanos não existem para a polícia. “Só temos Direitos Humanos para bandidos e o governador está mais preocupado que os bandidos voltem para casa do que o policial e isso nós não vamos aceitar. Um policial foi morto em razão de ser policial. Matar policial deveria ser crime hediondo. A gente não pode mais permitir essa impunidade e um governo que coloca o agente de segurança em segundo lugar”, desabafa.
O ex-deputado estadual do PSB, Capitão Tadeu, também acompanhou o sepultamento do militar e criticou a postura do governo sobre a corporação. “Temos que lamentar que o governador do estado tenha dito que não vai tolerar violência policial, ou seja, se ele disse que não vai tolerar violência do policial, ele está admitindo que vai tolerar todas as formas de violência. A corrupção no governo, a corrupção na Petrobras, a violência dos bandidos. Os policiais estão se sentindo órfãos, sem o amparo do governador para poder prevenir a violência. A violência está muito forte contra o policial e o governador não sinaliza com nada que possa vir a reduzir esse quadro contra os policiais”, critica.
O policial Eduardo Olímpio era bem querido entre os colegas e se destacava pela boa conduta e empenho na companhia onde trabalhava. Ele foi promovido a patente de cabo no final de 2014. Cabo Olímpio deixa uma companheira e cinco filhos.
Oito serram grade de cela e fogem por espaço de 25 cm, diz polícia
Oito presos da carceragem da Delegacia Territorial de Nova Viçosa, no extremo sul da Bahia, serraram a grade da cela e fugiram por um espaço de aproximadamente 25 cm de largura e 35 cm de comprimento na noite de segunda-feira (5). As informações são da Delegacia Territorial da cidade.
“O impressionante é como o espaço é minúsculo. Um dos fugitivos é um gordo e até os colegas de cela ficaram impressionados como ele e os outros passaram por esse buraco pequeno”, contou um dos investigadores da unidade policial.
Conforme a polícia, na carceragem estavam 16 presos e somente oito fugiram. As polícias Militar e Civil fazem rondas na região para prisão dos foragidos. Até a publicação desta reportagem, nenhum deles havia sido localizado.
Até a manhã desta terça-feira (6), fugitivos ainda não haviam sido localizados. (Foto: Neuza Brizola / Site:bahiaextremosul)
Segundo polícia, buraco tem aproximadamente 25 cm de largura e 35 cm de comprimento (Foto: Neuza Brizola / Site: Bahia Extremo Sul)
Mas já? Dilma planeja realizar trocas em equipe ministerial.




































