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:: ‘Saúde’

Esgoto a “Céu Aberto” causa desconforto pela horrível fedentina

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Imagem Aérea

Não aguentando mais a situação, funcionários da APAE e da Cooedita resolveram  procurar a reportagem do Tribuna e o Resenha da Cidade, para fazer uma grave denúncia sobre um  esgoto que corre a céu aberto pela frente da APAE de forma ininterrupta, gerando desconforto para os funcionários e todos que frequentam.

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O problema tem atingido também o Club Coroas, a Cooleite e também o bairro Recanto da Colina. A fedentina é insuportável e agride as narinas de quem mora, trabalha ou somente trafega pelo local.

Os pais que precisam deixar seus filhos na Cooedita estão preocupados com os riscos à saúde com os quais as crianças são obrigadas a conviver diariamente. Toda a preocupação é motivada pelo forte odor causado pelo esgoto, e pedem providências urgente.

Segundo informações passadas ao Tribuna, a Prefeitura Municipal e o SAAE tem conhecimento do caso, mas não se importam em resolver.

O esgoto surgi nos fundos da APAE

Por Eliomar Barreira

Aos 127 anos, Mexicana diz que carinho é um dos segredos para vida longa

A mexicana Leandra Becerra Lumbreras, que completará 127 anos no dia 31 de agosto, recebe um beijo de uma familiar, no município de Zapopan, no Estado de Jalisco, nesta sexta-feira (29). Dias inteiros de sono, apetite e carinho de seus 153 descendentes são os segredos da longevidade, segundo a mexicana.

Leandra confirmou sua idade e diz que pode ser a mulher mais velha do país e, provavelmente, do mundo. Nascida em 1887, a mexicana passou por três séculos, o que não a impede de conversar e ter alguma mobilidade, apesar da surdez e da catarata. Os dados de nascimento foram documentados e certificados por juízes depois de uma investigação em sua cidade natal, Tula, no Estado de Tamaulipas.

Criança se mata por bullying e mãe publica foto na web: “quero que os colegas vejam o que fizeram”

Menino não suportou humilhação e, deprimido, se enforcou

Os pais de um jovem de 12 anos que se matou após sofrer constantes episódios de bullying no colégio Lakeside, em Telford, na zona oeste da Inglaterra, fizeram questão de divulgar imagens do filho morto na internet para que os colegas vissem o mal que fez à criança.

Foto: Reprodução/Mirror

De acordo com informação do Mirror, sem suportar a humilhação dos colegas, Dylan Stewart estava em depressão e resolveu tirar a própria vida. Ele se enforcou e foi encontrado pelos seus pais, Amanda e Robert, agonizando com uma corda no pescoço, dentro da casa onde moravam.

Os pais chegaram a levar a criança para um hospital, mas ele não resistiu e morreu oito dias após dar entrada na unidade de saúde. Em seguida, indignados com a situação, eles divulgaram imagens da criança morta na internet para mostrar aos colegas o que a agressão fez com Dylan. “Nós queremos que eles vejam o que eles fizeram”, disse a mãe.

Foto: Reprodução/Mirror

“Se as imagens de Dylan morto forem ajudar a impedir que outras agressões aconteçam, então já teremos conseguido alguma coisa”, completou ela.

Os pais registraram a agressão na polícia, mas ninguém foi preso ou penalizado.

Família de homem achado vivo em necrotério isenta hospital de erro e crê em milagre

Valdelúcio já estava de funeral marcado quando seu irmão desconfiou que ele ainda respirava. A família e o paciente creem em milagre de Irmã Dulce

Em duas horas, uma família saiu da dor de perder um ente querido para a alegria de uma “ressurreição”. Eram 23h07 do último sábado quando a médica Carolina Magalhães, que estava de plantão no Hospital Geral Menandro de Farias, em Lauro de Freitas, constatou a morte de Valdelúcio de Oliveira, 54 anos. Duas horas mais tarde, ele estava enrolado em um lençol na sala de necrotério, porém, vivo.

Valdelúcio de Oliveira, 54 anos, foi dado como morto após batalha com câncer
(Foto: Acervo Pessoal)

Até a ressurreição, foram mais de 12 horas no hospital, com o quadro piorando desde a chegada, no final da manhã. A situação complicou quando ele teve duas paradas cardiorrespiratórias. Os médicos tentaram reanimá-lo, mas nenhum dos procedimentos deu certo. Os seis meses de luta contra um câncer avançado na laringe pareciam acabar ali.

Notícia

A tia de Valdelúcio Áurea Gonçalves, que mora com ele, foi avisada da morte e deu a má notícia aos demais familiares que esperavam por informações do parente. Diante disso, com o atestado de óbito em mãos, os parentes foram cuidar dos procedimentos para realizar o funeral no dia seguinte.

Recibo da funerária: R$ 1,9 mil gastos com caixão serão doados à Osid
(Foto: Almiro Lopes)

Depois de ir à funerária acertar os detalhes do enterro e fazer o pagamento pelo caixão, o irmão de Valdelúcio, o engenheiro agrimensor Waltério de Oliveira, voltou ao hospital. Era um momento de muita dor e ele lembra que ainda estava incrédulo com a morte do irmão. A pedido da tia, foi ao necrotério do Menandro de Farias deixar a última roupa que o irmão vestiria. Foi quando aconteceu o inesperado.

Antes de se aproximar, Waltério olhou para o corpo do Valdelúcio já enrolado com um lençol, quando viu que algo se mexia. “Fiquei olhando e já percebi elevando a caixa toráxica. Aí eu pensei: ‘eu já devo estar tendo uma alucinação’. Aí, parei novamente e vi que ele estava respirando. Falei com a minha esposa, que também duvidou”, conta Waltério. Mas não era alucinação.

Fiquei olhando e percebi elevando a caixa toráxica. Aí pensei: ‘Eu devo estar tendo uma alucinação’ 
Waltério, sobre susto ao ver irmão respirar no necrotério

Valdelúcio estava vivo, depois de mais de duas horas enrolado no lençol, com algodões no nariz, ouvidos e também na traqueia, a qual havia sida perfurada para possibilitar a respiração. “A médica que tinha dado atestado de óbito constatou que ele tinha voltado. Ela e toda a equipe médica levaram  ele para a sala de reanimação e começaram todo o procedimento novamente”, relata. Enquanto Valdelúcio era retirado do hospital, Waltério corria pelos corredores para contar ao resto da família, que ainda sofria com a dor da perda.

Outro lado

Enquanto a família sofria por sua morte, Valdelúcio conhecia o “outro lado”. Depois do susto, a tia, Áurea, contou a ele o que tinha acontecido. E, então, novas surpresas: se comunicando por bilhetes em um caderninho, Valdelúcio contou o que teria visto enquanto “dormia” no necrotério.

No caderno, conta que viu a mãe e outros parentes já mortos. Mas a mãe teria lhe dado um recado especial: se apegar à fé em Irmã Dulce. “Eu vi minha mãe dizendo: ‘filho, se apegue a ela e será salvo’”, escreveu no caderninho.

Waltério mostra certidão de óbito emitida para o seu irmão, Valdelúcio

A relação dele com a Bem-Aventurada começou logo quando foi diagnosticado com câncer, há seis meses. Valdelúcio chegou a fazer tratamento no Hospital Santo Antônio, das Obras Sociais Irmã Dulce, durante quatro meses. Nos últimos tempos, o quadro dele tinha piorado muito e ele se alimentava apenas por sonda e respirava por traqueostomia.

A tia, que o acompanha, comprou uma imagem da beata no início do tratamento. “Eu sentei com ele na igreja, assisti a toda a missa. Comprei uma imagem  e  botei no quarto dele. E sempre perguntava se ele tinha rezado para ela”, conta.

Depois da ‘ressureição’, ele foi transferido na manhã de ontem para o Hospital Santo Antônio, onde permanece internado. Segundo a assessoria da unidade, Valdelúcio está na enfermaria e somente nos próximos dias deve ser transferido para a UTI.

Milagre  

Para os parentes, não existe a possibilidade de erro médico –  eles creem na hipótese de milagre. O representante comercial Eduardo Valadares, primo de Valdelúcio, ainda parece não acreditar em tudo que viu acontecer em poucas horas. “Fui fazer a declaração de óbito, eles terminando de tirar tudo, vi que ele estava morto, com o tórax para dentro. Vi colocando algodão, lençol, acompanhei tudo, amarrando ele e depois ter essa surpresa”, comenta.

 

Para Waltério, foi algo que vai além da nossa possibilidade de compreensão. “Acredito que tenha algo sobrenatural, em função da situação que ele estava. Imagine colocar uma pessoa normal numa situação daquela por 1 hora e meia. Agora, ele, que já tinha dificuldade de respirar e estava com algodão na traqueia, conseguiu ficar ali por duas horas. Ele podia morrer ali mesmo”, aponta.

Valdelúcio é de Itabuna, mas mora há 20 anos em Salvador. Com a notícia da morte, muitos familiares vieram à capital para acompanhar o que seria o enterro, mas tudo acabou como uma grande festa na frente do hospital.

Família diz que não houve negligência; Cremeb e Sesab irão investigar

A família de Valdelúcio garante que a equipe médica do Hospital Menandro de Farias, onde foi apontado o óbito, não foi negligente.  Segundo os familiares, o que houve foi um grande susto dos médicos com o ocorrido.

“A médica ficou apavorada. Ela não entendeu como podia ter acontecido uma coisa dessas. Virou-se para mim e disse ‘você deve ter muita fé em Deus, porque isso é um milagre’. Mas os médicos fizeram tudo que podiam para reanimá-lo e não conseguiram”, conta Áurea Gonçalves, tia do paciente.

Áurea Gonçalves, que sempre pediu ao sobrinho para confiar sua recuperação a Irmã Dulce, ontem na Osid, agradecendo o que chama de milagre
(Foto: Almiro Lopes)

Apesar disso, o Conselho Regional de Medicina da Bahia (Cremeb) vai apurar o caso. “Vamos ter que nos dirigir ao diretor do hospital, pedir o prontuário e falar com a médica para analisar tudo isso e ver se cabe realmente abrir uma sindicância, que é um inquérito inicial para ver se há indício de irregularidade”, explica o conselheiro corregedor do Cremeb, Marco Antonio Almeida.

Em função da situação que ele estava, acredito que tenha algo sobrenatural 
Waltério, irmão, que também crê em milagre

A câmara de sindicância é quem vai decidir se vai ser aberto um processo contra a médica ou se a sindicância vai ser arquivada. “Nós temos obrigação, em nome da sociedade, de zelar pela boa prática médica”, afirma o representante do conselho. Almeida ainda tenta entender o que aconteceu nos procedimentos.

“O que pode ter ocorrido, e não estou querendo fazer juízo de valor, a priori, é que talvez não tenha sido feito a pesquisa, se é que ocorreu, correta dos sinais de morte, que é o que nós chamamos de comprovação ou constatação do óbito, que tem que ser feito pelo médico”, explica o corregedor.

Mas Almeida também considera que a profissional pode ter feito os procedimentos corretamente. “Pode ser que ela (a médica) tenha feito todas as manobras e achou que não havia mais vida naquele corpo e tenha decidido encaminhar para necropsia, que foi o que eu vi pela imprensa”, relata. Depois da repercussão do caso na imprensa, a Secretaria Estadual da Saúde (Sesab) informou, por meio de nota, que uma sindicância será aberta para investigar o caso.

Além disso, a diretora geral do HGMF, Margarida Miranda, iria se reunir com toda a equipe que atendeu o paciente e também com a diretoria da Sesab para esclarecer todo o procedimento pelo qual passou o paciente em questão. De acordo com a assessoria da secretaria, ninguém pode comentar o caso porque a investigação é sigilosa.

Presos são internados após produzir e ingerir ‘Maria Louca’

Seis presos da delegacia de Barreiras, no oeste baiano, foram internados no Hospital do Oeste no final desta sexta-feira (23) após terem ingerido uma bebida de fabricação clandestina dentro da unidade.

O delegado plantonista  Alírio de Oliveira informou que os detentos tomaram uma bebida chamada “Maria Louca”, composta por cascas de laranja, de banana, uva e maça, que foi misturada com desodorante. “Um dos presos disse que tomou a bebida para ficar doidão. Mas eles acabaram passando mal”, contou em entrevista ao Correio.

Três ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foram acionadas para atender aos detentos, que vomitam, babavam e tremiam. Após serem atendidos por uma equipe médica, eles receberam alta nesta sexta-feira (22).

memino indiano tem mãos gigantes de 33 centímetros e 16 quilos

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Um garoto indiano de 8 anos assustou os médicos do país com mãos gigantes. Os membros de Kaleem pesam oito quilos cada e medem 33 centímetros da base da palma da mão até a ponta do dedo do meio, segundo o jornal Daily Mirror. Por conta da deformidade, o menino tem dificuldades em fazer tarefas básicas do cotidiano, como se vestir.

A criança também reclama de sofrer bullying no colégio. “Eu não vou à escola porque o professor diz que as outras crianças ficam com medo das minhas mãos. Muitos deles zombam de mim por causa da minha condição. Eles diziam ‘Vamos espancar o garoto com as mãos grandes”, se queixou Kaleem. Os pais de Kaleem recebem somente R$ 53 por mês e tentar conseguir ajuda para o filho. A mãe, Haleema, 27 anos, diz que o filho já nasceu diferente. “Quando Kaleem nasceu, suas mãos tinham duas vezes o tamanho das mãos de um bebê normal”. O pai teme que nunca consiga um tratamento adequado para o filho por falta de dinheiro. “Ele tem dificuldade para se alimentar sozinho porque seus pulsos não se flexionam de forma apropriada, então temos de alimentá-lo”, conta Shamim, 45 anos.

No hospital local, ele foi examinado e foi determinado que ele tem uma boa saúde, mas se as mãos continuarem a crescer podem comprometer o sistema cardiovascular e diminuirseus anos de vida. Especialistas acreditam que o menino pode sofrer de linfangioma ou hamartoma, doenças que são curáveis. A linfagioma é uma condição do sistema linfático que causa inflamação extrema, formando massa pelo corpo. O hamartoma é uma espécie de tumor benigno que faz o corpo produzir excesso de tecidos.

Hospital Cristo Redentor Unidade Raimundo Perazzo está funcionando a Todo Vapor

Foto: Blog do Diga Diga

Na manhã desta terça-feira (19), o Coordenador Geral da Fundação José Silveira em Itapetinga, Dr. Leonardo Rodrigues Matos esteve visitando a Unidade 02 do HCR – Raimundo Perazzo e acompanhando de perto os trabalhos realizados na Unidade.

Funcionando como ambulatório, a Unidade vem atendendo grande demanda da população de Itapetinga e Região em diversas especialidades, durante a visita do coordenador, pacientes agradeciam a Fundação pela reabertura da Unidade, “há muito tempo venho tentando fazer um exame de ultrassonografia, mas não tenho condições de pagar, graças a vocês (Fundação José Silveira) hoje vou poder fazer uma” disse uma das pacientes.

Foto: Blog do Diga Diga

Através da filantropia feita pela Fundação José Silveira os moradores de Itapetinga estão contando com as seguintes especialidades no Hospital Raimundo Perazzo: Urologia – Dr. Arnaldo Teixeira; Ginecologia – Dra. Sirbene Gomes; Ortopedia – José Schetinni; Clinica Geral – Dr. Jilvan Matos; Obstetrícia – Dr. Aylan Oliveira; Cirurgião Geral – Roberval Andrade; Pediatria – Dra. Monalisa Tavares, Dr. Sérgio Guimarães, Dr.Nilton Fernandes e Ultrassonografia – Dr. Rubens e Dr. Fernando Flores. Durante todo o dia são realizadas 40 consultas.

Foto: Blog do Diga Diga

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No Brasil, mortes por depressão crescem 705% em 16 anos

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Em 16 anos, o número de mortes relacionadas com depressão cresceu 705% no Brasil, mostra levantamento inédito feito pelo jornal O Estado de S. Paulo com base nos dados do sistema de mortalidade do Datasus. Estão incluídos na estatística casos de suicídio e outras mortes motivadas por problemas de saúde decorrentes de episódios depressivos.

Foi a depressão, somada à dependência química, o que provavelmente levou o ator americano Robin William, de 63 anos, a se matar, na segunda-feira passada, dia 11. Os dados mostram que, em 1996, 58 pessoas morreram por uma causa associada à depressão. Em 2012, último dado disponível, foram 467.

O número total de suicídios também teve aumento significativo no Brasil. Passou de 6.743 para 10.321 no mesmo período, uma média de 28 mortes por dia. As taxas de suicídio são muito superiores às mortes associadas à depressão porque, na maioria dos casos, o atestado de óbito não traz a doença como causa associada. :: LEIA MAIS »

Pesquisa revela que 93% dos brasileiros estão insatisfeitos com saúde privada e 87% com o SUS

Pesquisa revela que 93% dos brasileiros estão insatisfeitos com saúde privada e 87% com o SUS

Foto: Reprodução
O Instituto Datafolha realizou uma pesquisa a pedido do Conselho Federal de Medicina (CFM) sobre a avaliação dos brasileiros quanto aos serviços público e privado de saúde, e apontou que 93% dos brasileiros avaliam o serviço privado como péssimo.
Entre os usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), 87% dos entrevistados declararam insatisfação com os serviços oferecidos. A pesquisa foi realizada em todas as cinco regiões do país, entre os dias 3 e 10 de junho deste ano, e o Datafolha ouviu 2.418 pessoas com mais de 16 anos.
Na pesquisa, foi pedido aos entrevistados que dessem notas de zero a dez para a saúde no Brasil e para o SUS. O estudo considera ruins ou péssimas as notas de zero a quatro.

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“Fantasiei”, diz testemunha que mentiu ao vivo sobre reconhecimento de Campos

Homem se identificou como testemunha do acidente de avião que matou o candidato à presidência e mentiu: “abri os olhos dele”

Depois de ter dado um falso testemunho ao vivo para a Globo, o estivador Donizete Machado Júnior, conhecido como Maguila, disse ter sido “infeliz” nos comentários. “Eu fantasiei aquilo. Fui pressionado a responder. Todo mundo ali, menos a imprensa, sabia que ninguém havia sobrevivido na queda. A primeira coisa que pensei foi nos olhinhos dele”, explicou em entrevista à Folha de São Paulo.

Homem se identificou como testemunha do acidente de avião que matou o candidato à presidência
(Foto: Reprodução)

Maguila disse que a afirmação acabou com a sua credibilidade e que estava no local para tentar ajudar. “Não fui me aproveitar da situação”, ressaltou o homem que  ainda diz ter sido convidado para participar de um programa humorístico.

A declaração do estivador foi alvo de piadas na internet e nas ruas de são vicente, cidade vizinha a Santos, onde ele mora, tem sido reconhecido e cumprimentado pela população. “Não aguento mais. Eu quero é que isso passe o mais rápido possível”, desabafou.

Relembre o caso

Homem foi entrevistado pelo repórter José Roberto
Burnier (Foto: Reprodução/TV Globo)

Na última quarta-feira (13), Donizete Machado Júnior se identificou como testemunha do acidente de avião que matou o candidato à presidência Eduardo Campos e mentiu em uma entrevista ao vivo para a Globo.

“Cheguei a abrir o olho dele”, relatou ao repórter José Roberto Burnier, durante o Jornal Hoje. Posteriormente, informações oficiais indicaram que não era possível identificar as vítimas da queda.

O dentista de Eduardo Campos, Fernando Cavalcanti, viajou para São Paulo levando radiografias e documentos que podem ajudar na identificação do corpo do político, mas não foi possível encontrar nada da arcada dentária do candidato. “Não foi possível encontrar absolutamente nada, apenas restos mortais e nada de arcada”, afirmou.

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