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A empresa que mais gerou empregos em Itapetinga e região Sudoeste é destaque na Revista Exame

Leonardo Horta, da Vulcabras: prejuízo, mesmo após cortes drásticos

Leonardo Horta, da Vulcabras: prejuízo, mesmo após cortes drásticos

Na Vulcabras, 22 000 demissões depois…

A Vulcabras, que já foi a maior fabricante brasileira de calçados esportivos, está fazendo a reestruturação mais drástica do país. Não tem sido suficiente para voltar a dar lucro

São Paulo – Qual é o limite do corte de custos? Muitas empresas são obrigadas pelas circunstâncias a fazer essa pergunta. São aquelas em crise, que estão vendo as receitas despencar com a chegada de novos competidores e cujos mercados estão em transformação.

Cortar na carne ajuda a melhorar resultados, mas sempre chega a hora em que é preciso de algo mais, uma saída para voltar a ganhar mercado e incomodar a concorrência. Nenhuma empresa brasileira enfrenta esse tipo de angústia existencial de forma tão intensa quanto a fabricante de calçados Vulcabras.

Fundada em 1952 em São Paulo, a empresa vai entrar para a história do capitalismo brasileiro — está fazendo, há três anos, uma das reestruturações mais drásticas que o país já viu. Já foram demitidos 22 000 funcionários, quase metade do total. No processo, 25 das 29 fábricas da Vulcabras foram fechadas.

Para situar o processo num contexto histórico, estima-se que as demissões das gordas estatais privatizadas do sistema Telebras custaram o emprego de 18 000 pessoas. Quando se imaginava que o corte terminaria, eis que mais 1 300 funcionários foram demitidos em maio. E ninguém sabe se a coisa vai parar por aí.

A demissão de metade dos funcionários era questão de vida ou morte. De 2011 a 2012, a Vulcabras correu o risco de quebrar — com um prejuízo anual que chegou a 300 milhões de reais, começava a ficar impossível pagar a dívida de 1 bilhão de reais.

Diretor presidente da empresa Vulcabrás/Azaleia, PEDRO GRENDENE. Foto: Blog do Diga Diga

Diretor presidente da empresa Vulcabrás/Azaleia, PEDRO GRENDENE. Foto: Blog do Diga Diga

Pedro Grendene, dono da Vulcabras, contratou o consultor Claudio Galeazzi, especialista em corte de custos que, na prática, assumiu o dia a dia da empresa. Galeazzi logo mandou fechar fábricas e demitir seus funcionários. Somente no Natal de 2012, 4 000 deles perderam o emprego.

Após tentativas fracassadas de levantar recursos com o BNDES e vender uma participação para fundos,Grendene fez um aporte de 350 milhões de reais do próprio bolso para pagar dívidas de curto prazo. Feito tudo isso, o endividamento caiu, o prejuí­zo diminuiu 59% no ano passado e os custos desabaram 37%.

Hoje, com 22 000 funcionários a menos, faturando dois terços do que faturava há quatro anos e sem grandes dívidas de curto prazo a vencer, a Vulcabras pode finalmente começar a atacar os problemas estratégicos que a levaram à situação em que se encontrava há dois anos.

É um passo necessário para voltar a dar lucro — e, certamente, dará mais trabalho do que mandar um monte de gente embora. O desafio é enorme. Para competir com marcas que produzem na Ásia, as fabricantes brasileiras de calçados e têxteis tiveram de se reinventar.

A Alpargatas, dona da Havaianas, tem uma linha de chinelos com mais de 100 modelos. A Grendene transformou a linha Melissa, de calçados de plástico, numa marca global que tem coleções assinadas até pelo alemão Karl Lagerfeld, estilista da grife francesa Chanel. Tradicionais tecelagens, como Hering e Malwee, partiram com sucesso para o varejo.

Quem não se mexeu ficou pelo caminho. A Vulcabras até se mexeu — mas deu errado. Para sofisticar seu leque de produtos, a empresa triplicou de tamanho ao fazer a maior aquisição da sua história, da concorrente Azaleia, dona da marca de artigos esportivos Olympikus. O plano era concorrer com empresas estrangeiras que estavam crescendo no país — Adidas e Nike, sobretudo.

A empresa investiu cerca de 200 milhões de reais em tecnologia e inovação para melhorar os tênisOlympikus e cobrar caro por eles. Mas as rivais estrangeiras continuaram ganhando espaço. A participação de mercado da Vulcabras em artigos esportivos caiu de 13%, em 2010, para 5%, em 2013.

A empresa perdeu o passo com a Azaleia — que foi a principal marca de sapatos femininos do país nas décadas de 80 e 90. Sem lojas em shoppings ou investimentos na modernização das coleções, a Azaleia perdeu mercado para concorrentes como a Arezzo, com sua rede de lojas e investimento pesado em inovação.

A Vulcabras luta agora para corrigir os erros do passado e compensar o tempo perdido nos dois anos em que esteve mais preocupada em sobreviver. “O pior já passou, mas precisamos fazer mudanças estruturais para a empresa voltar a dar lucro”, diz Leonardo Horta, presidente da Vulcabras desde dezembro de 2012 e ex-sócio da consultoria Galeazzi & Associados.

No ano passado, a empresa começou a fazer o que Alpargatas e Arezzo já fizeram: dar mais importância à promoção de suas marcas e ao visual de suas coleções, e menos ênfase ao controle do processo fabril.

“Estamos transformando uma indústria dona de marcas em uma empresa gestora de marcas que tem algumas fábricas”, diz Horta. Antes de lançar modelos, a companhia faz pesquisas com consumidores, algo que não acontecia.

A Olympikus não tenta mais brigar de igual para igual com Nike e Adidas — agora a maioria de seus tênis custa entre 100 e 200 reais, valor inferior ao tíquete médio das rivais estrangeiras.

Para tentar modernizar os sapatos femininos da Azaleia, Horta contratou Jorge Bischoff, estilista que já havia trabalhado na concorrente Beira Rio. Além disso, a Vulcabras terceirizou a fabricação de linhas acessórias, como a de roupas esportivas, para se concentrar exclusivamente nos calçados.

O maior desafio, porém, está com a área comercial. Na crise, o espaço da Olympikus nas lojas de artigos esportivos chegou a ser reduzido pela metade, porque os tênis encalhavam nas prateleiras. Há um ano os vendedores vêm tentando convencer os lojistas de que os novos produtos terão maior procura — depois de dois anos, a empresa voltou a fazer publicidade.

Mesmo com tudo isso, fechar 2014 no zero a zero será uma vitória. Se o lucro não voltar logo, dizem executivos que conhecem a Vulcabras de perto, a empresa poderá ser forçada a vender a Azaleia e a ficar só com os tênis Olympikus, que respondem por 75% das vendas. Só aí saberemos se o corte de custos mais radical em curso no país chegou, enfim, ao limite. Exame

Mulher é esfaqueada pelo marido por ter usado xampu do agressor

mulher esfaqueada

Uma mulher foi esfaqueada pelo marido em Santa Cruz, na zona oeste do Rio de Janeiro. De acordo com informações publicadas pelo site R7, a vítima, que não teve o nome divulgado, resolveu dar banho no filho do casal, de apenas três anos com o xampu do agressor e pai da criança. Ela relatou que não deu tempo para se defender, e no momento de agressão ela protegeu o filho e gritou por socorro.

Após a agressão, a vítima ficou cega de um olho. A mulher chora depois de aplicação de 30 pontos internos no olho direito, onde também foi esfaqueada. Ela ainda relatou ao R7 que só deu tempo de perguntar porque o marido estava matando ela.
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DETENTO TENTOU SE MATAR NA CADEIA

detento
O interno Arionaldo Santos de Jesus, tentou suicídio na tarde de ontem, em uma cela da cadeia pública de Camacan. De acordo com os agentes de plantão, o encarcerado, que está preso pela prática de um homicídio, começou perfurar os pulsos no interior de sua cela.
Os policiais informaram que o homem utilizou o próprio barbeador para atentar contra a própria vida. A ocorrência foi registrada por volta das 16 horas, quando os demais detentos, deram início a uma gritaria no pavilhão de sol, batendo nas grandes, afim de chamar a atenção dos policiais, e do delegado Franceso Denis, que estavam de plantão.
A Polícia Militar foi acionada e com a ajuda dos PMs, os agentes, conseguiram retirar o detento da cela. Ele agonizava e perdia muito sangue no chão do pavilhão, quando os policiais chegaram e o conduziram para a Fundação Hospitalar.

Funcionários de construção civil levam enorme susto ao encontrarem cobra venenosa dentro de banheiro

Trabalhadores de uma construção civil no Alabama ficaram em choque na manhã de sábado quando encontraram uma cobra no vaso sanitário de um banheiro.

Willie Harris pensou que se tratava de uma brincadeira dos colegas de trabalho quando viu a grande cobra no vaso sanitário. Quando ela começou a se mexer, ele percebeu que ela era verdadeira.

Willie ligou para a polícia que foi até o local com uma estratégia armada para capturar a cobra no banheiro. A policial Alice Thompson usou dois bastões para pegar a cobra e agarrá-la.

Funcionários encontram cobra venenosa

Cobra venenosa, que a princípio parecia se tratar de uma brincadeira, foi resgatada por polícia mulher em vaso sanitário de construção civil.

Ela fez tudo isso enquanto seus dois policiais, bem como os trabalhadores da construção, estavam encolhidos em um canto com olhares assustados.

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Felizmente o que parecia uma brincadeira não teve maiores problemas, e a cobra venenosa foi retirada do local pela polícia e levada para ser solta em seu habitat natural.

Na reta final de ‘Em Família’, Luiza pode morrer afogada

No haras de Shirley, a jovem nada livremente no rio até que cai em um buraco. A cena mostra a filha de Helena na sua aflição, vendo a perua imóvel, olhando para ela, que se debate

Luiza tem crise de consciência por estar namorando com Laerte

Foto:  Divulgação

Rio – A cena em que Shirley (Viviane Pasmanter) vê Helena (Júlia Lemmertz) se afogando no rio e não faz nada — que aconteceu no primeiro capítulo da novela ‘Em Família’ — vai se repetir. No capítulo da próxima quarta, Shirley, que acolheu Laerte (Gabriel Braga Nunes) e Luiza (Bruna Marquezine) em seu haras, depois que o músico escapou da bala que Helena disparou, assistirá de longe à agonia da filha de Helena.

Depois de cavalgar com o amado pelo haras, o casal para às margens de um rio. Luiza diz que se Laerte topar, ela se muda para um lugar assim com ele, longe de tudo e de todos. Mas logo conta que é mentira, pois é uma pessoa urbana. Os dois brincam, riem e se beijam. Luiza propõe que deem um mergulho. Laerte topa. Mas, antes, procura um lugar para prender os cavalos e se afasta.

Enquanto o espera, Luiza tira o vestido, que cobre o maiô, e vai entrando na água. Ela nada livremente, feliz. Até que cai em um buraco. O fundo também é cheio de galhos e cipós, que atrapalham a sua fuga. Logo, Luiza está engolindo água. E quanto mais se desespera, menos consegue reagir. A cena mostra Luiza na sua aflição, vendo Shirley imóvel, olhando para ela, que se debate. Num esforço, a jovem grita desesperada por socorro.

Chip implantado sob a pele pode evitar gravidez.

Cada implante pode durar até 15 anos, e mulheres de baixa renda devem ter acesso gratuito

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A fundação mantida pelo criador da Microsoft, Bill Gates, está financiando uma pesquisa feita pela empresa americana MicroChips, que pode transformar em coisa do passado a pílula anticoncepcional e o implante de hormônios para evitar a gravidez.

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É um microchip eletrônico para ser implantado sob a pele e que vai evitar a gravidez. O chip tem um sistema onde uma corrente elétrica de baixa intensidade derrete, momentaneamente, o lacre de um pequeno reservatório onde fica o hormônio anticoncepcional.

O sistema pode ser ajustado remotamente para permitir, por exemplo, que a mulher que deseje engravidar dê um comando evitando a liberação do hormônio.

Por ser extremamente concentrado e liberado direto na corrente sanguínea, a quantidade de anticoncepcional em cada dose é muito pequena o que, pelos cálculos dos especialistas, garante uma durabilidade de 15 anos para cada implante.

O objetivo da fundação Bill e Melinda Gates é permitir que mulheres de baixa renda tenham acesso ao sistema de graça.

Chip que evita injeções
A mesma tecnologia que será usada para evitar a gravidez já foi testada em pessoas que sofrem de osteoporose. Nesses pacientes, o microchip injeta medicamentos, seguindo o mesmo funcionamento do chip anticoncepcional. :: Continue Lendo »

Globo recua e escala Galvão Bueno para narrar as duas partidas finais da Copa

Depois de confirmar ausência do narrador na partida da seleção brasileira, emissora resolve mantê-lo na transmissão

Galvão vai trabalhar dois dias seguidos na transmissão das partidas da final da Copa do Mundo.
Divulgação

Galvão vai trabalhar dois dias seguidos na transmissão das partidas da final da Copa do Mundo

Galvão Bueno, que estava escalado para narrar apenas a final da Copa do Mundo entre Argentina e Alemanha, foi confirmado para trabalhar dois dias seguidos na tela da Globo. A emissora alega que havia escaladoLuiz Roberto porque tentava resolver problemas de logística, que só foram solucionados na tarde desta quinta-feira (10).

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Mãe sufoca bebê de 11 meses e publica foto no Facebook

Uma mulher de 22 anos sufocou o próprio filho de 11 meses, em Nova York, EUA, e depois publicou uma foto dele morto em seu perfil do Facebook. As informações são do Daily Mail.
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Segundo a publicação, a americana Nicole Kelly foi acusada de assassinato em segundo grau. No último domingo, ela teria enrolado o seu filho Kiam Felix Junior em um lençol, impedindo que ele respirasse.
Mais tarde, quando o pai da criança chegou em casa, o casal se envolveu em uma briga. “Ele não está respirando!”, dizia o pai, segundo vizinhos da família que ouviram os gritos. Uma ambulância foi chamada, mas o bebê já estava morto quando o socorro chegou.
No dia seguinte, uma foto do menino foi divulgada no perfil do Facebook de Nicole Kelly. A polícia suspeita que a fotografia tenha sido retirada da rede após o crime. Na imagem, a criança aparecia com as roupas que vestia quando foi resgatada pela ambulância. A mãe escreveu “Descanse em paz, Tinkabutt” por cima da foto.
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“Meu menino faz falta agora. Gostaria que houvesse alguma maneira de trazê-lo de volta à vida. Me sinto horrível por saber que ele faleceu e eu, como mãe, deveria protegê-lo. Sei que seu espírito estará sempre em minha volta”, publicou a americana, como legenda da foto. Ela foi detida pela polícia local, que investiga o caso.Fotos: reprodução//facebook

Datena cumpre promessa e apresenta programa de cueca

Datena colocou uma cueca em homenagem à seleção alemã

Datena apresenta o programa ‘Brasil Urgente’ de cueca.

 

Reprodução

Datena apresenta o programa ‘Brasil Urgente’ de cueca

Promessa feita, promessa cumprida. José Luiz Datena apresentou o “Brasil Urgente”, nesta quinta-feira (10), de cueca. As cores amarelo e vermelha são em homenagem a Alemanha, que vai disputar a final da Copa do Mundo com a Argentina no próximo domingo.  :: Continue Lendo »

URGENTE: HOMEM ENCONTRADO ENFORCADO EM ITAPETINGA

Um senhor, de 51 anos de idade, foi encontrado pendurado em uma árvore, em uma estrada vicinal que dá acesso à Balsa de Hermógenes (entrada da oficina de Nemésio), no início da tarde desta quinta-feira (10).

A vítima trata-se de Geremias Santos de Oliveira, morador do Bairro Vitória Régia.

No local, ele estava preso a uma corda de nylon e ainda tinha na boca um cigarro.

De acordo com familiares, Geremias havia saído de casa pela manhã, se despedindo de parentes e amigos. Esse gesto deixou a todos preocupados, motivando uma procura que culminou com o anúncio do suicídio.

Peritos do DPT estiveram no local e removeram o corpo para o IML de Vitória da Conquista, onde será necropsiado.

Geremias Santos de Oliveira, segundo a polícia, era ex-presidiário e usuário de drogas.

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Fonte: Itapetinga na Mídia

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