DPU ajuíza ação civil pública para corrigir FGTS; só na Bahia são 60 pedidos por dia
Chefe da DPU-BA assinou ação | Foto: Alexandre Galvão/ Bahia Notícias
OAB decide abrir Ação Direta de Inconstitucionalidade contra IPTU em SALVADOR.
Durante sessão do Pleno da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) na Bahia, os conselheiros decidiram por 35 votos a favor pela abertura da Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) contra o aumento do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU). A abertura da sessão foi feita pelo conselheiro Domingo Arjones, que a encaminhou ao relator. Na votação, houve ainda 7 votos contra. A divergência foi aberta pelo conselheiro Gustavo Moris, que acredita que “não estamos diante de uma inconstitucionalidade formal”. Ele pontua que a lei para aumentar tributos e impostos é iniciativa do executivo e que, por isso, não precisa de participação popular. Além disso, para Moris, a possibilidade de aumento está no código tributário nacional, e a manifestação técnica ajuda a melhorar a matéria, mas não invalida a decisão. “Podemos dizer que a decisão não é boa, mas dizer que é errada?”, questionou. O conselheiro mostrou carnês do IPTU para demonstrar que, na prática, o aumento não foi tão exorbitante. Um apartamento avaliado em R$ 600 mil constava o imposto com valor de R$ 1,7 mil. O presidente da seccional regional da OAB, Luiz Viana, defendeu que a ordem não pretende “substituir o poder do prefeito ou do governo do estado”, e que a ação não possui motivação política, mas sim por direito. Em seu voto favorável à Adin, o conselheiro Oscar Mendonça disse que “o passado não pode ser recuperado de uma só vez”, ao falar sobre a forma como o imposto foi cobrado, e explicou que a ação não é uma interferência no legislativo, mas cabe à ordem “dar sentido à norma jurídica”. Durante toda a votação, houve um debate intenso sobre os preceitos legais da matéria em contraponto com o clamor da sociedade.

A Ilha de Pedra Furada na baia de Camamú, está sendo alvo de elementos que estão cobrando pedágio para as pessoas terem acesso. A ilha está cercada com cordas e até uma guarita dentro da praia com espertalhões cobrando R$5,00 por pessoa sem distinção de idade. Os visitantes do local estão revoltados, pois estão sendo lesados. Um paraíso no meio do mar que tem “donos”é muito ruim a denigre a imagem da Bahia, principalmente da cidade de Camamú. É preciso que as autoridades municipais, estaduais e federais tomem uma providência e retirem os elementos que estão praticando esta extorsão. É muito grave pagar para frequentar uma praia que é de todos e hoje está cercada com corda e guarita por aventureiros desavergonhados.

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