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Mensalão: Condenados recorrem ao STF para evitar prisão imediata
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Genoino pede renúncia de mandato e põe fim a processo de cassação

TJ determina que Wagner prove ações divulgadas em propaganda de governo
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Otto Alencar recusa ser vice de Rui Costa

VEREADORES FICANDO COM 13º SALÁRIOS DE ASSESSORES
Em uma cidade do sul da Bahia assessores parlamentares de uma câmara estão insatisfeitos com os vereadores. Segundo informações, todos os assessores recebem através da conta salário, mas o 13º salário está sendo pago através de cheque.
Segundo a denúncia, os assessores estão sendo obrigados assinar um documento como se tivesse recebido o cheque referente o 13º,sendo que os salários estão ficando com os vereadores.
A denúncia é muito grave, e se comprovada, os responsáveis poderão ser punidos na justiça.
Alguns assessores ficaram de apresentar a documentação que prova a “maracutaia”, recebendo será relatada.
Apresentando as provas, os vereadores acusados poderão responder por apropriação, e ter os bens e até 30% do seu salário bloqueados.
Fonte: Políticos do Sul
BAHIA: APÓS REELEIÇÃO TRANQUILA, WAGNER ENFRENTA DESGASTE
Da “Folha de São Paulo”.
Após uma reeleição tranquila e uma gestão que seguia sob céu de brigadeiro, o governador Jaques Wagner (PT-BA) enfrenta a chamada “síndrome do segundo mandato”, com desgaste político e dificuldades financeiras.
Se a taxa de aprovação de Wagner batia 60% em dezembro de 2010, caiu para 28% em julho deste ano, puxada pelo impacto da onda de protestos e de greves conflituosas de professores e PMs.
No front econômico, sem os ventos favoráveis do primeiro mandato, o petista apertou o cinto nos gastos: congelou R$ 2 bilhões do orçamento desde 2011 e reduziu os investimentos neste ano para 1,6% das despesas -ante 6,4% em 2011.
“Optamos por uma gestão austera porque sabíamos que o déficit previdenciário iria se acumular”, diz o secretário da Fazenda, Manoel Vitório.
A “bomba-relógio” da Previdência, nas palavras do secretário, é a principal dor de cabeça da Fazenda baiana. O rombo cresce a uma taxa média de 25% ao ano -foi de R$ 500 milhões em 2006 a R$ 2,3 bilhões previstos para 2014.
Esse déficit pressiona a folha de pagamento, e os gastos com pessoal vêm estourando o limite legal ao menos desde 2011 -estavam em 50,7% da receita em abril deste ano, quando o patamar máximo é 49%.
CRÍTICAS
A oposição, que ensaia uma união entre PSDB, PMDB e DEM para enfrentar o PT em 2014, testa o discurso de campanha e busca colar em Wagner o rótulo de mau gestor.
“Houve inchaço da máquina e o governo gasta mal”, afirma o líder da oposição na Assembleia Legislativa, Elmar Nascimento (DEM).
Na mesma linha vai Pedro Lino, único dos sete conselheiros do Tribunal de Contas a votar pela reprovação das contas de Wagner de 2012. Ele critica o governo por ter gasto 87% do orçamento com custeio, executado apenas 48% em ações de combate à seca e elevado as despesas de publicidade em 32%.
“A receita tem subido [12% em 2012], mas a capacidade de investimento é muito reduzida”, disse Lino.
Fonte: Políticos do Sul
STF rejeita recursos, e mais três condenados podem ser presos

O Supremo Tribunal Federal (STF) decretou nesta segunda-feira (2) o fim do processo do mensalão para os ex-deputados federais Pedro Corrêa (PP-PE) e Bispo Rodrigues (do extinto PL, atual PR) e para o ex-dirigente do Banco Rural Vinicius Samarane.
Morre Marcelo Deda, governador de Sergipe

Datafolha: 87% dos petistas aprovaram as prisões do mensalão

Mensalão: Polícia Federal abre inquérito contra Lula
Ex-presidente agora é investigado como suspeito de intermediar repasse de 7 milhões de reais da Portugal Telecom ao PT; acusação partiu de Marcos Valério
Desde o princípio, Lula afirmou que “não sabia” do esquema do mensalão (Leandro Martins/Futura Pres)
A Polícia Federal confirmou, nesta sexta-feira, ter aberto inquérito para investigar a atuação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em uma das operações financeiras do mensalão. Agora, Lula é oficialmente investigado por sua participação no esquema que movimentou milhões de reais para pagar despesas de campanha e comprar o apoio político de parlamentares durante o primeiro mandato do petista.
O presidente teria intermediado a obtenção de um repasse de 7 milhões de reais de uma fornecedora da Portugal Telecom para o PT, por meio de publicitários ligados ao partido. Os recursos teriam sido usados para quitar dívidas eleitorais dos petistas. De acordo com Marcos Valério, operador do mensalão, Lula intercedeu pessoalmente junto a Miguel Horta, presidente da companhia portuguesa, para pedir os recursos. As informações eram desconhecidas até o ano passado, quando Valério – já condenado – resolveu contar parte do que havia omitido até então.
A transação investigada pelo inquérito estaria ligada a uma viagem feita por Valério a Portugal em 2005. O episódio foi usado, no julgamento do mensalão, como uma prova da influência do publicitário em negociações financeiras envolvendo o PT.
O pedido de abertura de inquérito havia sido feito pela Procuradoria da República no Distrito Federal. As novas acusações surgiram em depoimentos de Marcos Valério, o operador do mensalão, à Procuradoria-Geral da República. Como Lula e os outros acusados pelo publicitário não têm foro privilegiado, o caso foi encaminhado à representação do Ministério Público Federal em Brasília. Ao todo, a PGR enviou seis procedimentos preliminares aos procuradores do Distrito Federal. Um deles resultou no inquérito aberto pela PF. Outro, por se tratar de caixa dois, foi enviado à Procuradoria Eleitoral. Os outros quatro ainda estão em análise e podem ser transformados em outros inquéritos.
Segredos – Com a certeza de que iria para a cadeia, Marcos Valério começou a contar os segredos do mensalão em meados de setembro, como revelou VEJA. Em troca de seu silêncio, Valério disse que recebeu garantias do PT de que sua punição seria amena. Já sabendo que isso não se confirmaria no Supremo – que o condenou a mais de 40 anos por formação de quadrilha, corrupção ativa, peculato e lavagem de dinheiro – e, afirmando temer por sua vida, ele declarou a interlocutores que Lula “comandava tudo” e era “o chefe” do esquema.
Pouco depois, o operador financeiro do mensalão enviou, por meio de seus advogados, um fax ao STF declarando que estava disposto a contar tudo o que sabe. No início de novembro, nova reportagem de VEJA mostrou que o empresário depôs à PGR na tentativa de obter um acordo de delação premiada – um instrumento pelo qual o envolvido em um crime presta informações sobre ele, em troca de benefícios.
























