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HUMILHAÇÃO: MULHER QUE VEM SOFRENDO A ANOS PRECISA DE TRANSPORTE PARA IR A SALVADOR PASSAR POR PROCEDIMENTO DE ALTA COMPLEXIDADE E PREFEITURA NEGA CARRO

vanuzaO que vem acontecendo com a senhora  Vanusa Santos do Nascimento, causa revolta em familiares, amigos e a população de modo geral.

Vanuza está adoentada á alguns anos, a enfermidade, tomou a região do pescoço quase totalmente. A situação se agravou e o ferimento causou um orifício no pescoço de Vanuza, quando ela ingeri alimentos líquidos, os mesmos não descem pela garganta e acabam saindo pelo orifício.

Ele não consegue comer alimentos sólidos, e com o agravamento da situação, nem o alimento liquido.VANUZA1

O esposo de Vanusa esteve no CDM para conseguir o transporte para leva-la a Salvador.  Segundo familiares de Vanusa, prepostos do CDM disseram que o prefeito mandou cortar tudo e que não tinha como conseguir o transporte para leva-la.

Vanuza conseguiu uma vaga em um hospital em Salvador, para passar por um procedimento de alta complexidade. O procedimento está marcado para dia 07 de Janeiro, próxima quarta feira ás 07 horas da manhã.

Termos uma grande luta e contamos com todos, pois com fé em Deus, Vanusa vai está lá no dia e hora marcados.

Ela tem que está lá como sem falta.

Por Eliomar Barreira

Filho de Zeca Pagodinho morre aos 28 anos

zecaSerá enterrado na tarde deste domingo (4), Elias Gabriel da Silva, de 28 anos, filho do cantor Zeca Pagodinho. O sepultamento acontecerá no cemitério de Irajá, na Zona Norte do Rio de Janeiro. De acordo com informações do ‘Jornal Extra’, o rapaz morreu neste sábado (3) em decorrência de um coágulo no cérebro.zeca1 zeca2

Ainda de acordo com a publicação, o pagodeiro está no local recebendo amigos e parentes durante o velório. Uma coroa de flores do prefeito do Rio Eduardo Paes e da Portela, escola de coração de Zeca, foram enviadas para o local.

CEMITÉRIO CENTRAL: ITAPETINGA QUE NÃO CUIDA DOS VIVOS E NEM DEIXA OS MORTOS DESCANSAREM EM PAZ

cemi lixoO Cemitério Central de Itapetinga, localizado no bairro Camacã, está abandonado e “jogado as traças”.

Leitores do blog, já vinham reclamando a muito tempo, sobre a falta de cuidado com o qual, o Cemitério Central tem sido tratado.

A nossa equipe de reportagem, esteve no local e constatou a veracidade do fato. Total abandono mesmo.

Nossa equipe começou olhando alguns aspectos, os quais são prioritários para a qualidade do lugar.

– A Limpeza

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O Cemitério Central estava muito sujo, mato dando acima da cintura e uma coisa muito grave, lixo de resto mortais, jogados ao lado de um muro, ficando a céu aberto, tomando sol e chuva.

– O Muromuro3muro2

O Muro está com várias rachaduras, tanto do lado de dentro, quanto do lado de fora. A qualquer momento pode desaba. Isso acontecendo, no mínimo o Cemitério ficará aberto e pior alguém poderá se machucar.

As pessoas que trafegam na rua Jaguaquara tem que andar atento e longe do murro, para não correr o risco de acidante.

– A Sepultura

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Algumas sepulturas estavam violadas, onde dava para avistas restos mortais, como ossos e crânio.

Itapetinga, cidade que não cuida dos vivos e nem  deixa os mortos descansarem em paz!

Por Eliomar Barreira

Vídeo: delegado mata suspeito de assalto dentro de agência bancária

BOCÃO

A ação de um delegado da Polícia Federal contra um suposto assaltante foi registrada por câmeras de segurança de uma agência do Banco do Brasil, no Centro do Rio de Janeiro, capital, no final da tarde desta sexta-feira (3). De acordo com o vídeo e matéria publicada pelo site Extra Notícias, o policial identificado como Marcelo Nogueira reagiu a um assalto e matou o suposto assaltante.

Segundo as imagens e a publicação do Extra, o suspeito entra na agência e aborda o delegado, que usava o caixa eletrônico. O criminoso levanta a blusa e mostra que está armado. O policial então saca sua arma e atira contra o criminoso, que cai na hora.

As imagens mostram ainda a chegada de policiais militares à agência, acompanhados do delegado. Nogueira foi levado para a Divisão de Homicídios da capital, onde prestou depoimento. Segundo o Extra Notícias, ele disse que pagava contas no caixa eletrônico, quando foi abordado pelo criminoso.

De acordo com declaração do delegado Daniel Rosa, da DH, ao Extra, o caso configura-se como legítima defesa, e o policial não deve ser indiciado pelo homicídio, a não ser que surjam novas provas mostrando que ele se excedeu em sua ação.

MAIS UM POLICIAL MILITAR É ASSASSINADO

Um policial militar foi morto à queima-roupa, na noite de sábado (3), no distrito de Monte Gordo, em Camaçari. Segundo a polícia, o Cabo PM Eduardo Olímpio Santos Filho, lotado na 59ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM), foi assassinado por dois homens que passaram em um carro e ao avistá-lo dispararam contra ele. Olívio não resistiu aos ferimentos e morreu na hora.

CABO
Crimes contra PMs

Um cabo da Polícia Militar (PM), identificado como Ronaldo Pinho de Almeida, de 44 anos foi morto por disparos de arma de fogo efetuados por bandidos durante um assalto a uma lotérica no município de Santo Estevão, no Centro Norte Baiano, no dia 24 de novembro. Quatro assaltantes a bordo de duas motocicletas reconheceram o militar, conhecido também na cidade como cabo Pinho, que estava dentro do estabelecimento realizando uma aposta e dispararam acertando costas e na virilha da vítima. Ele foi socorrido para hospital da cidade de Feira de Santana, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.

Já em dezembro de 2014, o policial militar Diogo Santos Freire, lotado na 49ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM), baleado durante um assalto a ônibus no bairro de Nazaré, em Salvador, morreu horas depois de ser socorrido para o Hospital Geral do Estado (HGE). Parentes informaram para reportagem que Diogo sofreu uma parada cardio respiratória durante a cirurgia e não resistiu. De acordo com informações da Central de Polícia (Centel), o policial estava no fundo do coletivo e entrou em luta corporal com um dos bandidos. O PM foi surpreendido e acabou recebendo um tiro nas costas.

Polícia recebe até mapa de boca de fumo em denúncia feita por WhatsApp

Outra forma de acesso é pelo Sistema de Informação para Proteção à Pessoa (SIPP), aplicativo lançado pelo DHPP em maio

Plim, plim! Dispara o alerta do Whatsapp. Na sala do Serviço de Inteligência do Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP), um agente checa a mensagem. É uma denúncia sobre o paradeiro de um bandido. A partir dali, a Polícia Civil parte para as investigações. Por dia, são muitas as mensagens. Algumas infundadas, outras certeiras. Fato é que, um dos aplicativos mais populares de troca de mensagens, o WhatsApp se transformou também em uma importante arma contra o crime na Bahia.

Desde maio, ele é usado pela Polícia Civil para obter informações da bandidagem. São imagens, relatos e mesmo um passo a passo de como chegar a uma boca de fumo. Até o dia 16 de dezembro, a polícia contabilizava 25 prisões por meio das mensagens encaminhadas ao número (71) 9956-2436. Durante as operações, sete suspeitos morreram ao resistir à prisão.

A ação da polícia é uma resposta aos criminosos que já incorporaram o WhatsApp no seu dia a dia. Eles usam mensagens de texto e gravações para mostrar o preparativo de assaltos e a escolha dos alvos, por exemplo. “O bandido pode não ter carteira de identidade, mas tem um smartphone com o WhatsApp”, diz o diretor do DHPP, o delegado Jorge Figueiredo.

O Disque Denúncia (3235-0000), primeira ferramenta do tipo, continua em uso. “O que fizemos foi otimizar a possibilidade de denunciar. O Disque Denúncia é da época do orelhão, quando as pessoas ligavam e descreviam as características do suspeito. Hoje, com mais rapidez, temos imagens e informações adicionais”, informa Figueiredo.

Detalhes
Com o uso da tecnologia, a polícia conseguiu minimizar um problema nas investigações: como qualificar os criminosos, já que muitos não são conhecidos pelo nome. “Antes, chegava para a gente só o apelido. Sabíamos do bandido, mas não o conhecíamos fisicamente. Agora, nos passam dados completos. Ou seja, nome, apelido e foto”, relata.

Alguns bandidos presos no ano passado eram procurados desde  2013, como o traficante e homicida Henrique Geraldo Santos, o Splite, 22, preso em outubro, em Vilas do Atlântico. “Enviaram pelo WhatsApp foto, informações do local de atuação dele (Liberdade) e detalhes de como chegar ao esconderijo”, conta o delegado. Splite fugiu da Liberdade depois que a polícia intensificou as operações no bairro, na tentativa de prendê-lo. Em Vilas, o bandido estava em um imóvel alugado. A denúncia partiu de moradores da própria  Liberdade. As informações foram compartilhadas por muitas pessoas e acabaram chegando até o DHPP.

E foram denúncias como essa que também ajudaram a polícia a encontrar três dos seis criminosos envolvidos na chacina de Marechal Rondon, ocorrida em maio. Denilson dos Santos Ribeiro, o DK, Carlos Eduardo Sena, o Índio, e Evandro de Oliveira Ramos, foram capturados em setembro. Eles e os comparsas – detidos  em outra ocasião – tinham prisões decretadas pela 2ª Vara do Tribunal do Júri.

A chacina foi uma represália à captura de três integrantes da quadrilha de Índio, mandante da matança, presos durante operação das polícias Civil e Militar, em maio, na localidade. Um dos criminosos perseguidos, apelidado de Gordo, invadiu o terreiro de candomblé, onde foi localizado pelos policiais. As cinco vítimas da chacina, Maria da Paixão Pereira, 65, seus filhos Jadaíra Pereira dos Santos, 28, e Jackson Pereira dos Santos, 27, além de Antônio Cláudio dos Santos, 39, e Ana Rita Santana Santos, 29, foram baleadas e queimadas no terreiro onde a família de Maria também residia.

Sigilo
Policiais do Serviço de Inteligência do DHPP monitoram o canal diariamente e adotam práticas para garantir o sigilo das fontes. “Os nomes das pessoas que denunciam são mantidos em sigilo. Os informes são repassados como relatórios, uma garantia a mais para a preservação do anonimato”, explica Figueiredo.

Outra forma de acesso é pelo Sistema de Informação para Proteção à Pessoa (SIPP), aplicativo lançado pelo DHPP em maio para a população ajudar a identificar criminosos e encontrar pessoas desaparecidas. Basta acessar app.vc/dhpp_ba. Ele é gratuito e está disponível para os sistemas Android e IOS.

Planejamento de crimes e pânico
É comum no bate-papo entre policiais se ouvir que, quando a polícia descobre um tipo de crime, a bandidagem já arquitetou uma forma mais ousada de agir. “Desde quando o aplicativo surgiu, sabemos de ações criminosas orquestradas em grupos no WhatsApp. Assaltos, sequestros, partilha de roubos, são algumas das situações por exemplo, que chegaram até nós”, afirma um sargento da 13ª Companhia Independente da PM (Pituba), que pediu para não ser identificado.

Na Lajinha, localidade do bairro da Engomadeira, os smartphones são usados como ferramentas para avisar e alertar a respeito de operações policiais. “Meninos usam o aplicativo para avisar a chegada da polícia”, conta um agente do DHPP. O policial disse ainda que é através do aplicativo que as quadrilhas encontraram uma fórmula para espalhar o terror na população. A situação acontece sempre quando um integrante do bando é morto pelo grupo rival ou pela polícia. “Foi o aconteceu em fevereiro, em Cosme de Farias, quando Titanic morreu em confronto com a PM”, recorda o agente.

À época, Tiago Guimarães Pinto, o Titanic, o irmão dele, Jacson Guimarães Pinto, e Diogo dos Santos morreram  em Camaçari ao reagir a uma abordagem. Outras oito pessoas foram presas. No dia seguinte, mensagens de que havia um toque de recolher determinado pelo bando de Titanic foram compartilhadas no Whatsapp, criando um clima de tensão no bairro.

Facebook
Na fan page, a maioria das fotos tem como pano de fundo um banner da Polícia Civil. As poses são quase sempre as mesmas e acompanhadas de um texto informando quem é o acusado e como ele foi capturado. Criada no início deste ano, a página no Facebook da 16ª Coordenadoria de Polícia do Interior (Coorpin/Jacobina) é outro exemplo de como a tecnologia pode ajudar a combater a criminalidade.

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Facebook da 16ª Coorpin, em Jacobina, onde três delegados são responsáveis por administrar a página

“A página foi criada com a intenção de aproximar mais as pessoas e estimular as denúncias. Já fizemos algumas prisões, graças a esse recurso. Mesmo sem grande divulgação, já recebemos muitas denúncias de violência doméstica e tráfico de entorpecentes”, explicou o delegado Fábio Santos Silva, coordenador da 16ª Coorpin, que abrange 19 municípios.

Ele não revelou, no entanto, o número de prisões realizadas. Por conta do sucesso na interação, a página agora conta também com um número para denúncias no Whatsapp: (74) 9971-0372. No Facebook, a página é administrada por três delegados. “A gente tem o maior cuidado para não expor o denunciante.

Por mais que se curta a página, não tem como saber quem denunciou, porque é mensagem privada”, acrescenta o delegado. Ele ressaltou que a fan page tem dado mais credibilidade às denúncias. “Em casos em que a denúncia resulta em prisão, mandamos imediatamente um agradecimento. Cria um sentimento de satisfação da pessoa. A gente ‘recruta’ essa pessoa para trabalhar ao nosso lado”, comenta.

Em casos em que a informação não procede, a polícia também entra em contato com o denunciante. Somente os delegados fazem isso, já que são os únicos que sabem sobre a origem das mensagens. Caso haja uma insistência na informação errada, a pessoa é bloqueada.

Municípios devem assumir iluminação pública em 2015; impostos podem aumentar

LAMPADAA partir desta quarta-feira (31), os prefeitos de todos os municípios brasileiros assumiram os ativos de iluminação pública, que estavam sob gestão das distribuidoras de energia.

Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a medida busca atender à Constituição Federal, que determina que a iluminação pública seja de responsabilidade municipal. Os ativos de iluminação pública incluem luminárias, lâmpadas, relés e reatores. Os postes de luz continuarão sendo administrados pelas distribuidoras de energia.

O prazo chegou a ser prorrogado três vezes, pois as prefeituras alegaram dificuldades para cumprir a determinação e se responsabilizar pela implantação, expansão, instalações, manutenção e consumo de energia.

Para custear o serviço, os municípios poderão instituir a Contribuição de Iluminação Pública (CIP), que, por sua vez, pode ser arrecadada por meio da fatura de energia elétrica. Outra opção dos municípios é arrecadar recursos pelo Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU).

RESIDENCIAL PEDRA BRANCA: UM NOVO CONCEITO EM QUALIDADE DE VIDA PARA VOCÊ E SUA FAMÍLIA

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 Um novo empreendimento chegou a Itapetinga buscando resgatar as relações humanas, o contato com o verde e a qualidade de vida. O Residencial Pedra Branca é tudo o que você sempre sonhou – um projeto que redesenha a paisagem e traz conforto e todas as formas de lazer, entretenimento e bem – estar.

O Residencial Pedra Branca está localizado na Rodovia Itapetinga/Vitória da Conquista, Bahia, ao lao do Parque de Exposições. Um novo conceito de morar bem espera por você e sua família!

Telefones para contato:  77-3261-2948 ou 77-8864-1164

Operação Lava Jato: amante de doleiro é capa da “Playboy

Taiana Camargo, ex-namorada de Alberto Youssef, aparece na capa da revista usando sutiã e um alguns dólares

A edição da revista “Playboy” de janeiro, que chega às bancas nesta semana, pegou carona na Operação Lava Jato e traz na capa a cearense Taiana Camargo, de 30 anos. A moça é apontada pelas investigações da Operação Lava Jato, da Polícia Federal, como ex-amante do doleiro Alberto Youssef, peça central do escândalo que mostra um esquema de propina envolvendo empreiteiras e a Petrobras.

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No Instagram, Taiana Camargo mostra habilidade na hora de tirar um chope. Foto: Reprodução/Instagram
Reprodução da conta do Instagram de Taiana Camargo, capa da Playboy de janeiro e ex-namorada do doleiro Alberto Youssef. Foto: Reprodução/Instagram
Capa da revista
Meyrielle Abrantes, ex-mulher do político Jarbas Vasconcelos, também apareceu na Playboy em 2013. Foto: Reprodução
Denise Rocha foi capa da Playboy de agosto de 2012 e apelidada de Furacão da CPI. Foto: Reprodução
A nudez e o poder: a Playboy estampou uma de suas capas de 2007 com Monica Veloso, que teve um filho com o senador Renan Calheiros. Foto: Reprodução
Fotografada por Autumn Sonnichsen, Taiana Camargo, cearense de 30 anos, é apontada na Operação Lava Jato como amante de Alberto Youssef.

Na capa da publicação, Taiana usa algumas poucas jóias, sutiã preto de renda, sandálias e, é claro, um punhado de dólares no lugar da calcinha. Ela aparece sentada em um Maserati Gran Turismo MC Stradale. O carrão custa R$ 1 milhão. O material de divulgação da revista brinca com a trajetória de alta da moeda norte-americana e avisa: “com Taiana Camargo, tudo vai subir, inclusive a cotação do dólar”. As fotos foram feitas por Autumn Sonnichsen.

Taiana já foi assessora parlamentar e, segundo as investigações, conversava frequentemente com Youssef, que é casado, por telefone. O romance do casal teria terminado depois de o doleiro ser preso.

A ex-namorada de Youssef não é a primeira mulher envolvida com o poder que aparece na capa da revista. Denise Rocha foi chamada de Furação da CPI depois que um vídeo íntimo foi divulgada na internet. O vazamento das imagens aconteceu na época da CPI do Cachoeira; daí o apelido.

Em 2007, foi a vez de Monica Veloso ser a capa da Playboy. Na época, ela foi envolvida no escândalo chamado de Renangate,que envolveu o presidente do Senado, Renan Calheiros. A jornalista era amante do senador, com quem teve uma filha, e teria recebido um cheque de R$ 12 mil, referente a pensão alimentícia, de um funcionário da empreiteira Mendes Júnior. Renan foi inocentado pelo Senado.

Indonésia diz que aeronave da AirAsia não tinha permissão para voar no domingo

Ministério dos Transportes indonésio informou a permissão para a companhia operar a rota que liga Surabaia a Cingapura foi suspensa, até que as investigações sejam concluídas

O Ministério dos Transportes da Indonésia informou que avião da AirAsia não tinha permissão oficial para fazer o percurso entre Surabaya e Cingapura no domingo – o dia do acidente – mas tinha licença para voar em outros quatro dias da semana.

AP

Buscas por corpos e caixa-preta do avião da AirAsia são dificultadas pelo tempo

O porta-voz do Ministério dos Transportes disse que a companhia aérea só tinha permissão para fazer o percurso às segundas, terças, quintas e sábados a partir do final de 2014 e início de 2015.

“A AirAsia cometeu uma violação da rota que foi dado a eles “, disse o Sr. Barata.

Tommy Soetomo, o chefe do operador do aeroporto estatal PT Angkasa Pura I, disse que AirAsia tinha um espaço para voar aos domingos. Mas o Barata afirma que a informação estava desatualizada. O porta-voz não disse por que o número de voos foi cortado.

As autoridades indonésias estão suspendendo voos da companhia nesta rota, segundo um comunicado do ministério dos Transportes.

Sunu Widyatmoko, executivo-chefe do braço indonésio da AirAsia, disse que a empresa irá colaborar totalmente com as investigações.

Havia 137 passageiros adultos, 17 crianças e um bebê a bordo, além de dois pilotos e cinco tripulantes. A maioria das vítimas era da Indonésia.

Quatro vítimas foram identificadas até agora: Hayati Lutfiah Hamid, Grayson Herbert Linaksita, Kevin Alexander Soetjipto e Khairunisa Haidar Fauzi. Dois outros corpos também teriam sido identificados, mas os detalhes ainda não foram divulgados.

A AirAsia tinha um excelente histórico de segurança em voos até domingo, sem acidentes fatais envolvendo suas aeronaves.

Buscas por corpos e caixa-preta do avião da AirAsia são dificultadas pelo tempo (03/01). Foto: AP
Buscas por corpos e caixa-preta do avião da AirAsia são dificultadas pelo tempo (03/01). Foto: AP
Buscas por corpos e caixa-preta do avião da AirAsia são dificultadas pelo tempo (03/01). Foto: AP
Buscas por corpos e caixa-preta do avião da AirAsia são dificultadas pelo tempo (03/01). Foto: AP
Buscas por corpos e caixa-preta do avião da AirAsia são dificultadas pelo tempo (03/01). Foto: AP
Buscas por corpos e caixa-preta do avião da AirAsia são dificultadas pelo tempo (03/01). Foto: AP
Buscas por corpos e caixa-preta do avião da AirAsia são dificultadas pelo tempo (03/01). Foto: AP

Buscas por corpos e caixa-preta do avião da AirAsia são dificultadas pelo tempo. Foto: AP

Buscas por corpos e caixa-preta do avião da AirAsia são dificultadas pelo tempo. Foto: AP

Buscas por corpos e caixa-preta do avião da AirAsia são dificultadas pelo tempo. Foto: AP
Airbus 320-200 da AirAsia foi encontrado no fundo do Mar de Java. Foto: AP
Airbus 320-200 da AirAsia foi encontrado no fundo do Mar de Java. Foto: AP
Airbus 320-200 da AirAsia foi encontrado no fundo do Mar de Java. Foto: AP
Airbus 320-200 da AirAsia foi encontrado no fundo do Mar de Java. Foto: AP
Airbus 320-200 da AirAsia foi encontrado no fundo do Mar de Java. Foto: AP
Airbus 320-200 da AirAsia foi encontrado no fundo do Mar de Java. Foto: AP
Airbus 320-200 da AirAsia foi encontrado no fundo do Mar de Java. Foto: AP
Airbus 320-200 da AirAsia foi encontrado no fundo do Mar de Java. Foto: AP
Airbus 320-200 da AirAsia foi encontrado no fundo do Mar de Java. Foto: AP
Airbus 320-200 da AirAsia foi encontrado no fundo do Mar de Java. Foto: AP
Airbus 320-200 da AirAsia foi encontrado no fundo do Mar de Java. Foto: AP
Airbus 320-200 da AirAsia foi encontrado no fundo do Mar de Java. Foto: AP
Parentes e amigos deixam mensagens para os passageiros do voo QZ8501 da AirAsia que caiu no Mar de Java no domingo 28, noite de sábado do Brasil. Foto: AP Photo/Wong Maye-E
Parente de passageiros do voo QZ8501 da AirAsia recebe atenção médica após saber que corpos foram encontrados no Mar de Java . Foto: Robertus Pudyanto/Getty Images
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Corpos e destroços de voo da AirAsia que sumiu são localizados
. Foto: AP
Corpos e destroços de voo da AirAsia que sumiu são localizados
. Foto: AP
Corpos e destroços de voo da AirAsia que sumiu são localizados
. Foto: AP
Corpos e destroços de voo da AirAsia que sumiu são localizados
. Foto: AP
Corpos e destroços de voo da AirAsia que sumiu são localizados
. Foto: AP
Corpos e destroços de voo da AirAsia que sumiu são localizados
. Foto: AP
Corpos e destroços de voo da AirAsia que sumiu são localizados
. Foto: AP
Corpos e destroços de voo da AirAsia que sumiu são localizados
. Foto: AP
Corpos e destroços de voo da AirAsia que sumiu são localizados
. Foto: AP
Objetos que podem ser do avião da AirAsia foram avistados perto da ilha indonésia de Bornéu. Foto: BBC Brasil
Autoridades dizem ter 95% de certeza de que os destroços encontrados são do avião desaparecido. Foto: BBC Brasil
Buscas pela aeronave se concentravam em 13 áreas diferentes no mar e em terra.. Foto: BBC Brasil
Mulher acompanha minuto a minuto notícias sobre o avião desaparecido. Foto:  Getty Images/Robertus Pudyanto
Familiares esperando as últimas notícias do voo desaparecido no Aeroporto Internacional de Surabaya. Foto: AP Photo/Thanassis Stavrakis
Familiares aguardando por informações. Foto: AP Photo
Técnico inspeciona avião da AirAsia antes de decolagem no Aeroporto Internacional Soekarno Hatta, em Jacarta, na Indonésia. Foto: Getty Images/Oscar Siagian
Tony Fernandes, CEO da AirAsia, durante coletiva de imprensa em Surabaya, na Indonésia. Foto: Getty Images/Oscar Siagian
A AirAsia criou um centro de crise no aeroporto de Surabaya, de onde saiu o avião do voo 8501. Foto: AP
A AirAsia criou um centro de crise no aeroporto de Surabaya, de onde saiu o avião do voo 8501, para atender os parentes dos passageiros. Foto: AP Photo/Trisnadi
Familiares dos passageiros do AirAsia QZ8501 clamam por notícia durante uma reunião com funcionários do centro de crise no aeroporto internacional Djuanda. Foto: Oscar Siagian/Getty Images
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Sunu Widyatmoko, CEO da AirAsia, fala a imprensa no aeroporto Djuanda Internacional, em Surabaya, na Indonésia. Foto: Oscar Siagian/Getty Images
Parente dos passageiros do voo AirAsia QZ8501 chora enquanto espera notícias do avião desaparecido no aeroporto de Surabaya. Foto: AP Photo/Trisnadi
Jornalistas tentam entrevistar familiares dos passageiros do voo 8501 da AirAsia no aeroporto de Cingapura. Foto: AP Photo/Xinhua, Then Chih Wey
Familiares aguardam notícias sobre destino do voo da AirAsia, que desapareceu neste sábado (27). Foto: AP Photo/Trisnadi
Familiares conferem lista com nomes dos tripulantes e passageiros do voo da AirAsia desaparecido. Foto: AP Photo/Trisnadi
Passageiros e tripulação somam 162 pessoas no voo da AirAsia. Foto: AP Photo/Wong Maye-E
Familiar observa toten da AirAsia que informa sobre voo desaparecido. Foto: AP Photo/Wong Maye-E
Familiares e amigos de passageiros e tripulantes aguardam informações no Aeroporto de Cingapura. Foto: AP Photo/Wong Maye-E
AirAsia nunca havia perdido aeronaves, mas região foi cenário de desastre aéreo em março. Foto: Reuters/BBC
Piloto da Air Asia pediu para usar rota pouco usual logo antes de perder contato. Foto: Reuters/BBC
Dois aviões fazem buscas aos Airbus 320 da AirAsia. Foto: Divulgação
Buscas por corpos e caixa-preta do avião da AirAsia são dificultadas pelo tempo
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