Jovem gay lutou com agressor antes de morrer sufocado, diz polícia
João era garçom de um bar da cidade. A morte abalou o município
A polícia acredita que João Antônio Donati, 18 anos, encontrado sem vida em um terreno baldio em Inhumas, Goiás, lutou com o agressor antes de ser morto. Laudo do Instituto Médico Legal (IML) mostra que o jovem tinha vários hematomas pelo corpo. O jovem morreu asfixiado – a boca estava cheia de picolé e sacos plásticos – e não tinha fraturas pelo corpo. A suspeita é que o crime tenha sido motivado por homofobia.
“Ele tinha diversos hematomas pelo corpo, no olho, no nariz. E como não tinha nenhuma fratura, pode indicar que alguém ficou segurando o rapaz enquanto ele não conseguia respirar. Mas só as investigações podem esclarecer certinho como se deu toda essa dinâmica do crime”, afirmou o delegado Humberto Teófilo ao G1 GO.
A Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, que divulgou nota lamentando o caso, entrou em contato com o delegado para pedir informações sobre o crime e cobrar atenção à investigação.
João era garçom de um bar da cidade. A morte abalou o município. O corpo do rapaz foi sepultado na tarde de hoje.
Informações preliminares diziam que o corpo tinha um bilhete na boca escrito “Vamos acabar com essa praga”, porém a polícia não confirma essa informação.
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APÓS ACIDENTE AUTOMOBILÍSTICO ESTUDANTE DE UESB PERMANECE INTERNADA NA UTI DO HCR
Patrícia Batista sofreu o acidente no trevo Itapetinga/Macarani, próximo ao Parque Poliesportivo da Lagoa.
Na última terça-feira (09) por volta de 19:30 horas, uma jovem de 29 anos sofreu um grave acidente nas imediações do Parque Poliesportivo da Lagoa (trevo Itapetinga/Macarani).
A estudante de Pedagogia, aluna da UESB ( Universidade do Sudoeste da Bahia), Patrícia Batista dos Santos se deslocava no sentido a faculdade, quando sofreu o acidente.
A motocicleta (Biz) que ela pilotava, colidiu com um veículo Fiat/Uno, no momento da colisão Patrícia foi arremessada em uma placa de sinalização.
O motorista prestou socorro de imediato e ela foi levada até o Hospital Cristo Redentor/Fundação José Silveira.
O motorista não se feriu, mas Patrícia teve várias escoriações, costela quebrada, perfuração no pulmão e figado, e foi parar na UTI (Unidade de Terapia Intensiva).
Patrícia ficou sedada ( Sedação é um procedimento onde o médico aplica uma medicação que tem como principal efeito acalmar o paciente, fazê-lo ficar calmo, tranquilo, dormindo) durante dois dias e recebeu transfusão de sangue.
Nossa equipe de reportagem esteve no Hospital Cristo Redentor/Fundação José Silveira, colhendo informações sobre o estado de saúde da paciente.
Em contado com o diretor médio, Dr. Emanuel , ele nos informou por volta de 10:25 horas que a paciente já tinha acordado, e que seu estado de saúde é estável.
Por Eliomar Barreira
Motorista de senador do Piauí é detido com R$ 180 mil na BR-242
Homem disse que era motorista do político Wellington Dias, candidato ao governo do estado do Piauí pelo PT
Um motorista foi detido com R$ 180 mil em notas de 100 na manhã desta quinta-feira (11), por volta das 11h, na BR-242, próximo ao município de Barreiras, a cerca de 850 quilômetros de Salvador.
De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), José Martinho Ferreira de Araújo disse que era funcionário do Senado Federal, trabalhando como motorista do senador Wellington Dias, candidato ao governo do estado do Piauí pelo Partido dos Trabalhadores (PT). Na última pesquisa divulgada pelo Ibope, o petista está na liderança com 49% das intenções de votos.
Segundo a polícia, Martinho passava pela rodovia como carona em um carro de passeio quando foi pedido para parar o veículo. Após uma vistoria, os policiais encontraram o montante debaixo do banco do carona. Segundo a PRF, Martinho chegou a dizer que não sabia de onde vinha o dinheiro. Um mulher e mais dois homens também estavam no carro. O homem que dirigia o carro estava com uma CNH falsa.
O veículo seguia de Brasília para o interior do Piauí. O carro está no nome do senador, segundo a TV Globo.
Todos os detidos foram levados para a delegacia da Polícia Civil para prestar esclarecimentos, onde permanecem até a noite desta quinta.
O senador divulgou nota sobre o caso afirmando não ter nenhuma relação com o caso. Leia abaixo.
O senador Wellington Dias (PT-PI) esclarece que não tem qualquer relação com o fato ocorrido no município de Barreiras, na Bahia, envolvendo o senhor José Martinho Ferreira de Araújo, servidor do Senado Federal, que, no momento do fato noticiado, se encontra de férias das suas funções, estando, portanto, em viagem pessoal sem qualquer ligação com a atividade do Senado ou do próprio senador.
Nova pegadinha do palhaço assassino ganha mais um personagem para deixar vítimas ainda mais aterrorizadas
Nova pegadinha do palhaço maligno traz mais um personagem aterrorizante
A pegadinha do palhaço assassino se tornou febre nas redes sociais. Nela um palhaço assustador aparece em locais sombrios, aterrorizando as pessoas que passam por perto.
O primeiro vídeo da pegadinha fez tanto sucesso que acabou obrigando os criadores a lançarem um segundo clipe, que também teve grande repercussão.
Sendo assim, mais um novo vídeo, dessa vez com mais um palhaço assustador, chega para aterrorizar as pessoas.

No clipe que você assistirá abaixo, é possível perceber que o medo chega ao extremo, já que com dois palhaços não há muito como fugir de suas perseguições.
Os personagens fingem matar pessoas – que na verdade se tratam de bonecos – causando pânico em quem os encontra pelas ruas. Todos os ataques ocorrem durante a noite, para criar um ambiente mais misterioso e sinistro.
Assista ao vídeo abaixo criado pela DM Pranks:
Após um ano em recuperação judicial, Via Uno fecha fábricas na Bahia

Com o fechamento da unidade, a empresa deixará de ter fabricação própria e, se quiser continuar no mercado, terá de encontrar um parceiro para terceirizar sua produção.
Há um ano em recuperação judicial, a Via Uno encerrou nesta semana as atividades da última das três fábricas que mantinha no Nordeste da Bahia, demitindo cerca de 800 trabalhadores, segundo o Sindicato dos Trabalhadores da Indústria Calçadista (Sintracal) do Estado. Com o fechamento da unidade, a empresa deixará de ter fabricação própria e, se quiser continuar no mercado, terá de encontrar um parceiro para terceirizar sua produção.

Segundo o administrador judicial da empresa, Laurence Medeiros, a ideia é manter o negócio funcionando. Ele diz que o fundador da empresa, César Minetto, que seguiu à frente do dia a dia do negócio mesmo após a recuperação, já negocia contratos de fornecimento. “As lojas continuam funcionando”, afirma Medeiros. Segundo o site da Via Uno, a empresa tem hoje 44 unidades no Brasil – há um ano, eram 135 pontos de venda. Na época do pedido de recuperação, as dívidas da Via Uno eram de R$ 240 milhões.
Com o fechamento das fábricas, a conta trabalhista deve aumentar, segundo Jurandir Souza Brito, secretário-geral do Sintracal. Isso porque, na reunião que oficializou o fechamento, a empresa alegou que não tinha dinheiro para pagar as verbas rescisórias. Brito diz ainda que a empresa deve pelo menos dois anos de FGTS aos trabalhadores. “Nem a contribuição sindical, que foi descontada dos trabalhadores, nos foi repassada”, afirma o sindicalista. Fontes ligadas à companhia confirmaram que a empresa não pagou os direitos dos funcionários demitidos. Uma das estratégias da atual administração seria a venda de maquinários e de estoques para saldar essas dívidas.
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Além do acerto das demissões, apurou o jornal “O Estado de S. Paulo”, a empresa também estaria devendo pelo menos um mês de salários aos trabalhadores. Além das demissões nas fábricas – que somaram cerca de 2 mil desligamentos nos últimos três anos -, a empresa também fez nesta semana um corte no setor administrativo em sua sede, no Rio Grande do Sul, com o objetivo de cortar custos.

Embora a empresa tenha intenção de manter a produção e a rede de franquias funcionando, uma fonte do setor calçadista dizem que, dado o histórico da Via Uno, a empresa pode ter problemas para encontrar um parceiro para suprir o estoque de suas lojas. Cerca da metade da dívida da Via Uno é justamente com antigos fornecedores que não receberam.
Estratégia
Criada em 1993, a Via Uno nasceu focada em produtos de baixo valor agregado que atendiam o mercado multimarcas. De olho na estratégia da Arezzo, que desde os anos 90 vinha investindo em uma rede própria, a Via Uno decidiu seguir o mesmo caminho a partir do início da década passada.
Em 2010, a estratégia “chique” da Via Uno atingiu seu ápice: a empresa chegou a 200 pontos de venda, com a proposta de vender calçados ao preço médio de R$ 200, e anunciou que a meta era atingir 300 unidades até o fim daquele ano – uma meta que nunca foi atingida. Na época, a receita da Via Uno era estimada em R$ 400 milhões, aproximadamente a metade do que a Arezzo faturava naquele momento.
Funcionários de SAC de Feira de Santana fazem paralisação por falta de pagamento
Jovem é preso após postar foto com pés de maconha no Facebook

Atentado às torres gêmeas completa 13 anos hoje
No dia 11 de setembro de 2001, o mundo assistia de forma perplexa o desabamento das famosas Torres Gêmeas, o Word Trade Center, após os choques consecutivos de dois aviões comerciais.
Não se tratava de um mero acidente aéreo – o que muitos podem ter pensado após o choque do primeiro avião – mas sim da execução de um plano encabeçado por Osama Bin Laden. Somando-se os dois ataques às Torres, ao ataque ao Pentágono e ao avião que caiu na Pensilvânia no mesmo dia, quase três mil pessoas morreram.
Desde aquela manhã não apenas a história dos Estados Unidos, mas a de todo o mundo, nunca mais seria a mesma. O Memorial 11 de Setembro em Nova York é o nome do memorial no Marco Zero, que foi construído para homenagear as vítimas dos ataques ao World Trade Center (WTC) e, o que algumas pessoas não sabem: também para as vítimas do ataque ao WTC em 26 de Fevereiro de 1993. O memorial está aberto ao público desde 11 de setembro de 2011 e é de livre acesso para qualquer pessoa que deseje prestar suas homenagens.
Pastor evangélico é encontrado enforcado
O pastor da 1ª Igreja Batista de Serrinha, Agnaldo Alonso Ferreira Freitas Junior, foi encontrado morto na noite de terça-feira (9). O zagal morreu ao se enforcar com uma corda presa ao telhado da área de serviço da casa da família na Rua Bernardo da Silva. De acordo com informações de amigos do líder religioso, a suspeita é de que ele tenha cometido suicídio. O fato, segundo informações colhidas no local pelo Portal Cleriston Silva, ocorreu por volta das 22h. “O que se comenta aqui é que ele havia retornado do culto com a esposa e, alguns minutos depois, os vizinhos ouviram a mulher dele pedindo socorro.
O rapaz que mora ao lado correu, pulou o muro e encontrou o corpo já pendurado”, comentou um policial. Entre as hipóteses levantadas pelos amigos para tentar explicar o suicídio, estão a de que Agnaldo se matou porque estaria sofrendo de depressão. A informação não foi confirmada pela família. Agnaldo Alonso era casado e deixa dois filhos. A mulher dele está em estado de choque. Ainda segundo os amigos, o casal estava comemorando 10 anos de união matrimonial e tinha chegado de uma viajem à Salvador. No domingo, 7 de setembro, o pastor chegou a postar fotos da viajem no facebook. Nas imagens publicadas com as descrições “amo” e “10 anos”, o pastor aparece sorridente e sem sinais de desesperança. Depois da perícia realizada no local, o corpo do pastor foi removido para o Departamento de Polícia Técnica (DPT) de Feira de Santana. O local e o horário do sepultamento ainda não foram definidos. Prefeitura Municipal decretou três dias de luto.
Após esfaquear namorada e retomar relacionamento, jovem pega um ano de prisão
O operário Victor Gabriel Oliveira Mota, de 22 anos, foi julgado na tarde desta quarta-feira (10) na cidade de Conceição do Coité por esfaquear a namorada em 2011. Perdoado pela vítima, que voltou a se relacionar com ele, o réu foi sentenciado a pegar um ano de prisão em regime aberto, pelo crime de lesão corporal.
A sessão foi presidida pelo juiz Gerivaldo Alves Neiva, que levou o caso a julgamento como tentativa de homicídio, assim como era defendido pela promotoria. A defesa conseguiu desqualificar o crime para lesão corporal, conseguindo quatro votos do conselho, contra três pela manutenção da tentativa de homicídio.
De acordo com Neiva, Victor Gabriel e a vítima, Andreza Oliveira, 20 anos, voltaram a namorar, moram juntos no estado de Santa Catarina e estiveram presentes no julgamento. “Ela queria ficar ao lado dele mas a promotora não permitiu. Durante o intervalo para o almoço eles ficaram juntos fazendo carinho um no outro”, relata.
Para o juiz, o fato dos dois terem retomado o relacionamento foi decisivo para a desqualificação do crime e a aplicação da sentença mínima – ela poderia chegar até cinco anos: “A vítima inclusive me disse que suspeita que está grávida, mas não sei se foi só uma jogada da defesa”.
Com a desqualificação do crime, Victor Gabriel precisará apenas passar a noite em uma casa de albergado – estabelecimento usado pela justiça para o cumprimento de penas em regime aberto – na cidade catarinense onde mora com Andreza. No restante do dia, ele poderá trabalhar normalmente.
Entenda o caso
Victor Gabriel, ainda com 19 anos, esfaqueou a namorada, então com 17, em agosto de 2011, após suspeitar de uma traição. O casal morava junto em Conceição do Coité e ele a esfaqueou 13 vezes, incluindo na cabeça, ficando preso na cidade do interior.
Andreza ficou cerca de um mês internada no Hospital Geral do Estado (HGE), em Salvador, mas segundo o juiz que presidiu a sessão hoje, pouco depois que ela recebeu alta eles retomaram o relacionamento: “Ele passou a receber visitas íntimas dela, assim que ela voltou para Coité”.
O advogado de Victor Gabriel entrou com pedido na justiça e o seu cliente pode foi liberado para responder pelo crime em liberdade cerca de três meses depois de esfaquear a namorada: “O motivo da prisão preventiva era para evitar que ele consumasse o crime, como eles voltaram a se relacionar, não havia mais necessidade de manter ele preso”, explica Neiva. Os dois passaram a morar sozinhos na cidade de Joinville, em Santa Catarina, e atualmente trabalham em uma indústria que fabrica peças para geladeira.


























