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:: 25/abr/2014 . 19:37

Teresina: Gêmeos morrem em incêndio e tem corpos carbonizados

Uma tragédia chocou a cidade de Parnaguá (a 823 km de Teresina) na madrugada desta quinta-feira (24). Dois irmãos gêmeos morreram durante incêndio ocorrido em uma residência no Centro da cidade. Os garotos de 6 anos morreram asfixiado com a fumaça quando dormiam. Seus corpos ficaram carbonizados e morreram na hora.

A mãe dos meninos, a desempregada Laurineide Alves da Silva, 33 anos foi presa. O cabo Júlio Quaresma da Silva Marques, da Polícia Militar de Parnaguá, informou que a mãe contou à polícia que a residência estava com a luz cortada e teria acendido uma vela.
 
“O incêndio ocorreu no quarto dos meninos por volta das 3h30 da madrugada. Os vizinhos fizeram o socorro, mas era tarde demais”, disse o cabo.
O tio dos gêmeos, Deuvani Alves da Silva, informou que os garotos – João Carlos e Mateus – estavam dormindo em um colchão no chão do quarto quando ocorreu o incêndio. “Não sabemos quem acendeu a vela que provocou o incêndio. Estamos todos chocados”, disse.
O conselheiro tutelar de Parnaguá, Estevão Moreno, informou que a mãe já é reincidente por negligência aos filhos. “Os meninos ficaram sozinhos e a mãe estava numa festa. A casa não tinha energia e ela contou em depoimento que apagou a vela quando saiu. Ela disse que os meninos são muito danados e teria novamente acendido a vela”.

Alagoas: Revoltada, população amarra vereador em poste

Um fato inusitado aconteceu no Estado do Alagoas mostrando a indignação com os políticos da cidade e a justiça. Segundo publicação do Blog do Pedro Rodrigues, o vereador Marcionílio da Costa Mendes foi amarrado em um poste pela população de Mata Grande, no interior do Estado de Alagoas. Acusado de roubar os cofres públicos, o parlamentar foi inocentado pelo Tribunal de Justiça, o que revoltou o povo do município.
“A gente já cansou dessa palhaçada! Se eles continuarem nos roubando, vai faltar poste na cidade.”, comentou dona Josicleide dos Anjos, moradora da cidade e dona das cordas.
Fonte: Blog do Pedro Rodrigues

 

Pressão alta: Doença “silenciosa” pode causar AVC e infarto

A Hipertensão Arterial é uma doença “silenciosa” e, na maioria dos casos, não é adequadamente diagnosticada. O Dr. Ricardo Pavanello, supervisor do setor de cardiologia clínica do Hospital do Coração (HCor), explica que a doença crônica pode causar efeitos indesejáveis a todo sistema circulatório, ao coração e aos rins.
Progressivo, o problema acontece quando o nível de pressão sanguínea nas artérias está muito elevado, o que demanda mais do coração para promover a circulação. “Esse esforço é prejudicial, pois pode causar outras complicações para o organismo, como AVC (acidente vascular cerebral) ou infarto agudo do miocárdio”, aponta Pavanello.

Em todo o mundo, aproximadamente 1 bilhão de pessoas podem ser portadoras da doença. De acordo com os dados do Ministério da Saúde, no Brasil, entre a população com mais de 18 anos, 23% das mulheres e 20% dos homens sofrem de hipertensão arterial. Por ser uma doença “silenciosa”, o médico reforça a importância de estar sempre com consultas e exames médicos em dia.

“Prevenção é a palavra de ordem e controlar os fatores de risco é a melhor forma para tal”, reforça o médico. Relacionados ao cérebro, os principais sintomas são tontura, dor de cabeça e AVC nos casos extremos. No que diz respeito ao coração, o paciente pode apresentar desde dor no peito ao próprio infarto agudo do miocárdio.
Nos rins, inchaço e diminuição do volume urinário são os principais sintomas. “Praticar atividades físicas, dieta equilibrada e com pouco sal, evitar cigarro e outras drogas também são formas de evitar o problema”, ensina o cardiologista.

Arthur, transexual de 13 anos: “Acham que só quero chamar atenção”

Mesmo enfrentando preconceito e incompreensão fora de casa, o adolescente teve apoio total da família para assumir gênero oposto ao de nascimento

Arthur (centro) e a família: a mãe Juliana da Silva Fernandes, os irmãos gêmeos, Enzo e Júlio, e o pai Fabricio Alves.

“Mãe, tirei zero na prova de História porque escrevi o meu nome social e não o de registro. A professora disse que eu tinha rasurado”. Em seu primeiro contato com a reportagem do iGay, o menino Arthur Fernandes Alves já chega contando o problema pelo qual passou na escola. A situação exemplifica o tipo de percalço enfrentado por um menino transexual de 13 anos de idade, que vive em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo.

Apesar de incomodar, um problema como esse não abate Arthur. Com seus cabelos azuis e camisa preta de banda, ele é um adolescente como muitos outros, cheio de paixões e aspirações. Além dos HQs de mangás orientais, o jovem se diverte ouvindo bandas como Green Day e My Chemical Romance.

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Cabeleireiro e tatuador são as profissões que Arthur pensa seguir quando for adulto. Cursando o oitavo ano do ensino fundamental, ele aprendeu inglês e japonês estudando por conta própria em casa.

Nascido menina, Arthur se percebeu diferente já aos quatro anos de idade. “Sempre gostei de andar com os meninos, o melhor presente que ganhei na minha vida foi uma pista de carrinhos”, revela o adolescente, que teve a sorte de vir ao mundo num ambiente livre de preconceitos. A mãe, Juliana da Silva Fernandes, é uma bióloga de 36 anos. Psicólogo de formação, o pai, Fabrício Alves, tem 37 e trabalha como bancário.

“Nós víamos que ele não gostava de boneca, de coisas cor-de-rosa. Aí eu dizia para quem quisesse dar presente que desse roupa para ele”, conta Juliana. No entanto, o apoio dos pais não evitou que Arthur enfrentasse o preconceito quando tinha sete anos. Na época, ele cortou os cabelos bem curtos e passou a sofrer agressões repetidas de uma colega de escola. “Ela me batia e falava que menina tinha que gostar de rosa e ter cabelo comprido”, relata o adolescente, sem disfarçar a tristeza.

Juliana lembra que este momento marcou o início de uma fase de isolamento do filho. “A partir daí, ele foi ficando introspectivo. Com doze anos, já não falava com ninguém. Começou a se cortar nos braços e falava que tinha um grande segredo”, narra a mãe, que decidiu então, juntamente com o marido, procurar ajuda de um psicólogo.

CONVERSA DEFINITIVA

Mesmo com acompanhamento psicológico, Arthur não conseguiu se abrir e revelar o que o afligia. Juliana viu que era o caso de ter uma conversa definitiva com o filho. “Foi mais de uma hora conversando. Quando ele me falou que o segredo era a identidade de gênero, fiquei aliviada. Eu tinha medo que fosse algo ruim, que ele tivesse sido abusado sexualmente”, explica ela, que àquela altura já tinha procurado a ajuda de três profissionais diferentes. “Nenhum deles explicava nada, falavam que era fruto da separação temporária que eu e o pai do Arthur tivemos. Mas a gente sabia que não era.”

Rafa Borges

Arthur nasceu mulher, mas se percebeu homem aos 4 anos de idade

O alívio proporcionado pela conversa foi tamanho que o adolescente saiu do quarto sem o nome feminino com o qual foi batizado. Inspirado no vocalista do My Chemical Romance,Gerard Arthur Way, ele escolheu ser chamado de Arthur.

Assumindo a identidade masculina, Arthur mudou o guarda-roupa, adotou camisetas de banda como seu uniforme e passou a usar uma faixa elástica para esconder os seios. “Minhas amigas usam dois sutiãs para ter peitos e eu um colete e duas camisetas para não ter”, ironiza o adolescente, que mudou também de nome nas redes sociais.

“Foi tudo muito tranquilo, os irmãos dele me corrigiam no começo porque eu continuava chamando pelo nome antigo sem querer”, admite Juliana, que divide a compreensão serena da transexualidade de Arthur com o marido. “Ele é meu filho e vai ser sempre amado, não tem porque não ser assim”, afirma Fabrício.

“Minhas amigas usam dois sutiãs para ter peitos e eu um colete e duas camisetas para não ter (Arthur Fernandes)

O pai se incomoda apenas com a incompreensão de muitas pessoas com assunto. “Queremos valer o que é de direito do Arthur. Alguns funcionários e professores se recusam a chamar o Arthur pelo nome, mesmo com a lei que os obriga, então queremos tentar fazer a alteração do nome nos documentos”, argumenta Fabrício, referindo-se à lei estadual paulista 10.948/01, que pune atos de homofobia e obriga estabelecimentos e instituições a respeitar o nome social dos transexuais.

FALTA INFORMAÇÃO E PREPARO

Fabricio, Juliana e Arthur percebem a falta de conhecimento como fator desencadeador do preconceito. “Só encontramos informações muito fragmentadas em blogs, sites e poucos livros. E o que há disponível não fala sobre os transgêneros nesta idade”, reclama a mãe.

O pai vai além e aponta o despreparo do Sistema Único de Saúde para lidar com a questão. “O SUS em tese cobre a cirurgia de adequação de gênero, mas os postos de saúde não têm ideia do que se trata. Os programas de atendimento ficam concentrados em São Paulo.”

Rafa Borges

Arthur recebendo o carinho do pai

“Eu sei que é difícil para todos os transexuais. Mas para mim, às vezes, parece pior. Porque ninguém me leva a sério, acham que só quero chamar atenção”, desabafa Arthur, que sente o preconceito em atos prosaicos como a ida ao banheiro da escola. O adolescente usa o toalete dos professores, por não se sentir confortável em usar o dos meninos.

“Apesar de mais aberta ao debate, a escola tem algumas limitações. A diretora é ótima, muitos professores respeitam. Mas tivemos que abrir algumas concessões, como a questão do banheiro, mas vamos resolver”, pondera Juliana. Arthur faz questão de ressaltar, no entanto, que recebe muito apoio dos colegas.

“Sempre que um professor me trata de maneira errada, meus amigos corrigem. Meu namorado também não tem problemas com a questão. Sei que tenho muita sorte pela minha família que me aceita”, constata Arthur, exibindo uma maturidade pouco comum a meninos de sua idade.

“Com o Arthur, a gente sabe que tem um preconceito duplo, porque além de transexual, ele é gay (Juliana da Silva Fernandes)

O namorado de Arthur tem o carinho de toda a família. “Ele é um amor, não tenho do que reclamar. Infelizmente, temos tido alguns problemas com a família dele, mas nem todo mundo lida bem. Com o Arthur, a gente sabe que tem um preconceito duplo, porque além de transexual, ele é gay”, se resigna a mãe.

Vem da bisavó do jovem de cabelos azuis o argumento para desfazer a incompreensão com o diferente. “Minha avó de 85 anos, que é bisa do Arthur, disse uma única coisa sobre o assunto: ‘Menino ou menina, o amor é o mesmo’”, relata Juliana. Quem passa algum tempo com a família Fernandes Alves não tem dúvida disso.

Países da antiga URSS pedem que Rússia retire tropas de fronteira com Ucrânia

Países da antiga URSS pedem que Rússia retire tropas de fronteira com Ucrânia

Foto: Marko Djurica / Reuters
Autoridades de cinco nações que integravam a antiga União Soviética (URSS) pediram à Rússia que retire suas tropas de áreas de fronteira perto da Ucrânia e demonstraram apoio a uma eleição presidencial livre e justa na Ucrânia em 25 de maio. O anúncio ocorreu durante uma reunião em Praga da chamada Parceria Oriental da União Europeia, composta por Armênia, Azerbaijão, Bielo-Rússia, Geórgia, Moldávia e Ucrânia. A Bielo-Rússia foi a única nação a não ter representantes no encontro de dois dias, que terminou nesta sexta-feira. A Rússia lançou exercícios militares perto da fronteira com a Ucrânia em resposta a uma operação ucraniana para forçar insurgentes pró-Rússia a sair de prédios ocupados em cidades do leste do país. O presidente da República Checa, Milos Zeman, que organizou a reunião em Praga, disse que, se a Rússia retirar suas tropas de áreas de fronteira, esse seria um gesto de paz que poderia ajudar a acalmar a crise.

Federação das Indústrias da Bahia demite quase 500 empregados

Federação das Indústrias da Bahia demite quase 500 empregados

Foto: Marcela Gelinski / Bahia Notícias
Duzentos e oitenta funcionários da Federação das Indústrias da Bahia (Fieb) foram notificados nesta quinta-feira (24) de que serão desligados da instituição. Até a próxima segunda-feira, outros 160 empregados e 50 estagiários também serão demitidos. De acordo com matéria do jornal A Tarde, a medida vai permitir a redução na folha de pessoal, que em março foi de quase R$ 21,95 milhões, da ordem de 15,48%. O ajuste na estrutura organizacional da instituição é a primeira medida de impacto tomada na gestão do presidente Carlos Gilberto Farias, que foi empossado no cargo há menos de um mês. Previsto para ocorrer ao longo desta semana, atingirá todos os setores das instituições que integram o sistema Fieb, como o Serviço Social da Indústria (Sesi), O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e o Instituto Euvaldo Lodi (IEL).

Estudo diz que TV de dia reduz sono de crianças à noite; veja dicas para pequenos dormirem melhor

Estudo diz que TV de dia reduz sono de crianças à noite; veja dicas para pequenos dormirem melhor

Estudo também revelou que meninos sofrem mais e dormem menos
Um estudo feito com crianças revelou que cada hora em frente à TV durante o dia reduz em até sete minutos o tempo de sono perdido durante à noite. Os cientistas do MassGeneral Hospital e da Universidade de Harvard, nos EUA, também perceberam que esses efeitos eram ainda mais marcantes nos meninos. Ainda segundo o estudo, a diferença da TV no quarto reduziu em até 31 minutos o tempo total de sono na parte da noite. A conclusão dos pesquisadores é que há uma influência negativa da TV e da presença de televisão no quarto sobre a duração do sono até cerca dos sete anos de idade. Outro dado é que subgrupos de crianças mais jovens, particularmente em minorias raciais/étnicas, podem ser mais vulneráveis aos efeitos da TV sobre o sono. Segundo especialistas, durante o sono o organismo produz alguns hormônios, entre eles, o mais importante que é o do crescimento (growth hormone), o GH, secretado no primeiro terço da noite. Os pesquisadores também informaram que quanto mais velha a criança – considerando a faixa etária dos quatro aos sete anos – mais ela quer dormir em um quarto que tenha TV, o que faz com que as horas de sono diário sejam cada vez mais extensas.
Recomendação
Segundo a Academia Americana de Pediatria, crianças menores de cinco anos devem ter menos de duas horas de televisão (o que inclui TV, DVD, jogos no computador ou vídeo game) por dia.
Orientação
Controla a bebida de líquidos antes de as crianças se deitarem;
Itens ricos em cafeína, como chocolate, chá preto, chá-mate, café e refrigerantes devem ser evitados à noite, pois são estimulantes;
Atividades que exigem energia devem ser evitadas. Ler ou ouvir músicas suaves ajudam a criança a relaxar;
Chá de camomila ou um copo de leite morno;
Desligue a televisão e o computador pelo menos uma hora antes das crianças se deitarem.
Segundo especialistas, cada fase da vida requer um tempo de sono. Recém-nascidos dormem de dez a 18 horas por dia, enquanto crianças de até cinco anos, de dez a 12 horas. Informações de O Tempo.

Agricultor usa área de cemitério para plantar milho e batata

Agricultor usa área de cemitério para plantar milho e batata

Foto: Paulo Andrade/ Rádio Pombal FM
Um morador do município de Ribeira do Pombal, no nordeste baiano, plantou milho e batata a poucos metros de túmulos e covas de um cemitério. De acordo com a prefeitura da cidade, a área seria utilizada para ampliação da necrópole, mas acabou invadida pelo agricultor. “A prefeitura comprou uma área de terra atrás do cemitério, que seria usada para a extensão dele e não tinha sido usada ainda. Aí o cidadão resolveu plantar algumas mudas de milho e batata”, relata Terivaldo Francisco da Silva, assessor do prefeito de Ribeira do Pombal. Quando o caso foi descoberto, o homem foi orientado a remover as mudas. Ainda segundo a administração municipal, o produtor rural informou que o milho e a batata seriam utilizados para consumo próprio e só seriam colhidos no mês de junho. As plantações foram removidas na quarta-feira (23). As informações são do G1.

Servidores baiano do Judiciário Federal aderem a greve nacional da categoria

Servidores baiano do Judiciário Federal aderem a greve nacional da categoria

Foto: Sindijufe-BA
Os servidores do Poder Judiciário federal na Bahia aderiram à greve nacional, por tempo indeterminado, com início previsto para próxima terça-feira (29). A decisão foi tomada em assembleia realizada nesta quinta-feira (24), no Tribunal Regional do Trabalho da Bahia (TRT-BA) no Comércio, promovida pelo Sindicato dos Trabalhadores do Poder Judiciário Federal na Bahia (Sindjufe-BA). O funcionalismo público federal está em plena campanha salarial unificada desde fevereiro e suas lideranças ainda não obtiveram sucesso na negociação da pauta de reivindicações, entregue ainda em janeiro ao Ministério do Planejamento. Os trabalhadores do Judiciário devem se reunir em uma nova assembleia na terça no Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA), às 13h. A categoria cobra uma política salarial permanente, com a definição da data-base dos federais em 1º de maio, reposição inflacionária – que segundo o sindicato, já chega a 37%, valorização do salário-base, incorporação das gratificações, cumprimento por parte do governo dos acordos e protocolos de intenções firmados, a rejeição de qualquer reforma ou projeto que retire direitos dos trabalhadores, paridade entre ativos e aposentados, reajuste dos benefícios e antecipação para este ano da parcela de 2015 do acordo firmado em 2012 além do atendimento às pautas específicas de cada categoria. Na Bahia, são quase seis mil funcionários do Judiciário federal, entre tribunais e procuradorias.

Placas no lábio são sinal de beleza para tribo na Etiópia

Pode parecer estranho para nós, mas na tribo Suri, da Etiópia, esta enorme placa no lábio é, na verdade, um sinal de beleza. Quando as meninas atingem a puberdade, dois dentes de baixo são removidos em um ritual bizarro antes de um pequeno buraco ser cortado em seu lábio inferior.Uma placa de argila é, então, inserida no buraco, que é progressivamente aumentado, assim como é feito com os alargadores em jovens de todo o mundo ocidental. Quanto maior o tampão no lábio, mais vacas o pai pode exigir em dote quando a menina se casar – geralmente 40 para uma pequena placa e 60 para uma maior.

Homens, por outro lado, participam de um ritual consideravelmente menos doloroso de pintura corporal. A tinta é feita de ervas e plantas misturadas com a terra.

Nos últimos anos, porém, algumas jovens das tribos estão se recusando a ter seus lábios perfurados, já que ter os dentes arrancados pode ser um ritual bastante violento e, por vezes, traumatizante.

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