:: 7/dez/2020 . 9:09
SOBE PARA 19 O NÚMERO DE MORTOS EM CAIDENTE COM ÔNIBUS QUE CAIU DO VIADUTO
Morreu, neste sábado (5), mais uma vítima do acidente com o ônibus que despencou de um viaduto em João Monlevade, na Região Central de Minas Gerais. O acidente aconteceu na sexta-feira (4) e o número de mortes confirmadas é de 19.
De acordo com o G1, a assessoria do Hospital Margarida informou que trata-se de Maria Luiza de Oliveira, de 56 anos, que estava internada no Centro de Terapia Intensiva (CTI).
Na manhã deste domingo (6), o corpo foi levado para o Instituto Médico-Legal (IML) de Belo Horizonte.
Uma outra vítima recebeu alta e oito permanecem internadas em João Monlevade.
Outras três pessoas continuavam no Hospital de Pronto-Socorro João XXIII, em Belo Horizonte, de acordo com o último boletim médico pela instituição de saúde, divulgado na noite de sábado.
Cinco mortos ainda não haviam sido identificados.
DELEGADO PRESO PRODUZIA MACONHA EM ‘ESCALA INDUSTRIAL”, DIZ POLÍCIA
O delegado Marcelo Marinho de Noronha, preso nesta sexta-feira (4) por tráfico de drogas, produzia maconha “em escala industrial”, segundo relato da Polícia Civil à Justiça do Distrito Federal. A declaração consta na ata da audiência de custódia que determinou a prisão preventiva do servidor, de acordo com o G1.
Em uma chácara da família do policial, em São Sebastião, a Corregedoria-Geral da corporação apreendeu 128 pés de maconha. A mulher de Marcelo e os dois filhos do casal também foram detidos. Eles vão responder por tráfico de drogas e associação para o tráfico.
A prisão resultou de uma investigação que se estendeu por dois meses, após uma denúncia anônima. No imóvel, na região de Nova Betânia, os agentes encontraram estufas, sementes da espécie cannabis sativa e iluminação artificial, que seria usada para potencializar o crescimento das plantas.
Na decisão que determinou a prisão por tempo indeterminado do delegado, o juiz Evandro Moreira da Silva cita o “método sofisticado de produção dos entorpecentes”. Segundo o documento da Justiça, a família possuía “um arsenal de equipamentos que possibilitariam o plantio em larga escala”.
“A grande quantidade de plantas encontradas no local está a indicar, ao menos neste momento indiciário, a configuração do delito de tráfico, e não apenas a de produção para uso próprio da substância”, diz a decisão.
Já a Corregedoria-Geral fala em “infraestrutura tecnológica bem avançada para transformação da planta em droga”. Ao todo, foram apreendidos R$ 3,5 mil em espécie na casa da família.
Desde maio, o delegado Marcelo de Noronha atua na Comissão Permanente de Disciplina (CPD) da Polícia Civil. Ele já foi diretor da Penitenciária do Distrito Federal II (PDF II) e delegado-chefe da 10ª delegacia de polícia, no Lago Sul.
STF BARRA REELEIÇÃO DE MAIA ALCOLUMBRE NO CONGRESSO
Por 6 votos a 5, o STF (Supremo Tribunal Federal) barrou na noite deste domingo (6) a possibilidade de reeleição do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP).
Para a maioria dos ministros, a recondução é inconstitucional. O voto do presidente do STF, Luiz Fux, não foi divulgado. Mas ele divergiu do voto do relator Gilmar Mendes, que autorizava a reeleição.
No final da noite deste domingo foram publicados os votos dos ministros Luís Roberto Barroso e Edson Fachin, que se posicionaram contra a reeleição no Congresso e sacramentaram o resultado.
A Constituição proíbe os chefes das Casas de tentarem a recondução no posto dentro da mesma legislatura. A legislatura atual começou em fevereiro de 2019 e vai até fevereiro de 2023.
Apesar da proibição, a postura de Maia e Alcolumbre nos enfrentamentos do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) com o Supremo, mudanças constitucionais recentes e articulações políticas nos bastidores, porém, vinham alimentado a esperança de ambos de continuarem à frente do Congresso, com o aval dos ministros do Supremo.
Relator do caso, Gilmar Mendes defendeu que o Congresso possa alterar a regra internamente por uma mudança regimental, questão de ordem ou “qualquer outro meio de fixação de entendimento próprio à atividade parlamentar”, e não necessariamente pela aprovação de uma PEC (proposta de emenda à Constituição).
Maia está no seu terceiro mandato consecutivo à frente da Câmara. Ele assumiu a cadeira pela primeira vez em setembro de 2016, em um mandado tampão, após a renúncia do mandato do ex-presidente da Casa Eduardo Cunha (MDB-RJ), e não largou mais.
Depois disso, na mesma legislatura, conseguiu parecer técnico favorável a que participasse de nova disputa, em 2017. No início de 2019, em uma nova legislatura, o que é permitido pela Constituição, disputou novamente e venceu.
No julgamento do Supremo, que ocorreu no plenário virtual, onde o voto é dado por escrito, Kassio foi o único a sustentar que a regra não deveria valer para quem já foi reeleito, o que impediria Maia de buscar mais um mandato no comando da Câmara.
A tese de Kassio, primeiro indicado de Bolsonaro a uma vaga no STF, favorece as articulações do governo, que tenta derrotar Maia e reeleger Alcolumbre à frente do Senado.
A decisão do STF é considerada peça fundamental no xadrez da disputa pela sucessão no Congresso. Estava em julgamento uma ação apresentada pelo PTB, que pede para o Supremo “afastar qualquer interpretação inconstitucional” que permita a reeleição.
O partido é aliado de Bolsonaro e tentava ajudar o Palácio do Planalto a vetar qualquer chance de Maia de se manter no comando da Câmara. A ação, porém, poderia ter o efeito contrário e dar tração às articulações do presidente da Casa para continuar na função.
O QUE A CONSTITUIÇÃO DIZ SOBRE O CASO
– Veto à recondução
O artigo 57, no parágrafo 4º da Carta Magna, afirma: “Cada uma das Casas reunir-se-á em sessões preparatórias, a partir de 1º de fevereiro, no primeiro ano da legislatura, para a posse de seus membros e eleição das respectivas Mesas, para mandato de 2 (dois) anos, vedada a recondução para o mesmo cargo na eleição imediatamente subsequente”.
A atual legislatura começou em fevereiro de 2019 e se estenderá até fevereiro de 2023
VISÃO DO PLANALTO
A decisão do Supremo em relação à possibilidade de reeleição aos comandos da Câmara dos Deputados e do Senado também foi acompanhado de perto pelo Planalto.
O governo simpatiza com a manutenção de Alcolumbre à frente do Senado, mas trabalha para eleger Arthur Lira (PP-AL), réu no Supremo sob acusação de corrupção passiva, e derrotar Maia ou o candidato apoiado por ele para presidir a Câmara dos Deputados
POSIÇÃO DA PGR E AGU
Em parecer de setembro enviado ao Supremo, a Procuradoria-Geral da República, comandada por Augusto Aras, alinhado a Bolsonaro, defendeu que a reeleição dos presidentes da Câmara e do Senado é um assunto a ser tratado pelo próprio Legislativo.
A Advocacia-Geral da União, ligada ao governo Bolsonaro, tem o mesmo posicionamento, expresso em documento também de setembro deste ano.
A leitura política é a de que, com isso, o governo federal acenou positivamente à recondução de Alcolumbre ao comando do Senado
“CORRIDA DAS MINA” ARRECADA ALIMENTOS QUE SERÃO DOADOS PARA VÍTIMAS DA CHUVA
No último domingo (24), ainda em comemoração aos 52 anos da Guarda Municipal de Itapetinga, foi realizada a “Corrida das Mina”, no Parque Poliesportivo da Lagoa.
Cerca de 100 corredores disputaram medalhas e troféus e como inscrição solidária, doaram alimentos não perecíveis que serão destinados para as vítimas da última chuva de domingo.
Além da corrida os participantes se divertiram com sorteio de diversos brindes e dança comandada por Fábio X, além de contarem com total apoio de uma equipe de saúde, da Secretaria Municipal de Saúde.
A Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social esteve presente no evento com um stand. Ao longo do ano a Secretaria realiza um trabalho de assistência à mulher, por meio do CRM (Centro de Referência da Mulher) e uma de suas campanhas, “Respeita as Mina”, deu nome à corrida.
Confira os ganhadores das categorias, Aberto e Master, Feminino e Masculino:
Feminino Aberto:
1º Maria Leni Carmen Almeida
2º Mariselma Lira de Brito
3º Jessica Souza Carvalho
Feminino Master:
1º Valmeiry Santos Oliveira
2º Sibelli Cristina Barbosa Ferrão
3º Renata Cristina Ferreira Bonomo
Masculino Aberto
1º Claudio Souza e Souza
2º Agnaldo Martim da Silva
3º Luiz Carlos Carvalho Silva
Masculino Master
1º Ailton Araujo Sales
2º Denilson Pereira dos Santos
3º Nivaldo Santos de Jesus
Esta corrida foi uma realização da Prefeitura de Itapetinga, por meio da Guarda Municipal com o objetivo de promover saúde e bem-estar, e contou com os seguintes apoiadores: Academias, 10; Fitness; AMAR; Equilíbrio; Vanderlei Silva; Movimento Saúde; Neto Santos; Revitale e Fábio X Zumba.
AF






















Pela primeira vez em mais de 10 anos, um protótipo de vacina contra o HIV chega à última etapa dos ensaios clínicos, a fase 3, que deve determinar se no mundo real ela protege contra a transmissão do vírus que, se não tratado, causa a AIDS. A vacina foi desenvolvida pela Janssen e utiliza a mesma tecnologia que a farmacêutica utilizou em seu imunizante contra a covid-19: um adenovírus modificado para transportar, até o interior das células do indivíduo, o DNA de suas proteínas mais representativas, de modo que o organismo crie anticorpos contra elas. Na verdade, são duas vacinas, uma codificada com três proteínas e outra com quatro, que por ter esta mistura se chamam mosaico, diz Antonio Fernández, pesquisador da Janssen. As duas superaram os estudos de segurança e verificou-se que criam anticorpos, como atesta um artigo na The Lancet, mas resta saber se funcionarão em condições reais. O ensaio durará de 24 a 36 meses, diz Fernández, para verificar a permanência e intensidade da proteção. A tentativa anterior de conseguir uma vacina contra o HIV acabou em 2009, quando se verificou que só evitava 30% das infecções.





