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Revista Forbes divulga lista dos cinco políticos mais ricos do Brasil
Maluf ocupa quinto lugar dos políticos mais ricos do Brasil
Terra Nova: prefeito afastado ainda usa carro da prefeitura, diz opositora
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O prefeito da cidade de Terra Nova, no Recôncavo baiano, Francisco Hélio de Souza (PMDB), conhecido como “Jajá”, foi cassado pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-BA), e afastado da prefeitura em 26 de setembro. No entanto, parece que o ex-gestor ainda não conseguiu se desapegar do cargo nem das regalias. Segundo a opositora Neide de Paizinho (PDT), que foi a segunda colocada nas eleições, Jajá continua utilizando a Hilux preta da prefeitura para se locomover pela cidade.
Ainda segundo ela, o vice-prefeito Humbertinho (PMDB), que assumiu enquanto o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) não dá a decisão final sobre o caso, é apenas um laranja do ex-prefeito, já que todas as decisões continuam passando pelo seu crivo. “Jajá” foi acusado pela Procuradoria Regional Eleitoral de contratar serviços sem realização de concurso público. Ele já foi condenado por improbidade administrativa pelo TJ-BA em setembro de 2012, quando teve o registro de candidatura deferido pela Justiça Eleitoral. O caso foi parar no TSE, em Brasília, onde chegou no dia 17 de dezembro e aguarda julgamento.
Souto queria a certeza de que sua candidatura era viável, diz Aleluia
Associação de magistrados critica petista que provocou Barbosa com gesto
Foto: Laycer Tomaz / Agência Câmara
Funcionário público usa recursos da Prefeitura de Santaluz em terreno particular
Foto: Leitor/BN
Escrava cubana que atuava no “Mais Médicos” do candidato Padilha deserta, é perseguida pela PF de Dilma, que atua a serviço dos irmãos Castro, e pede asilo no gabinete de Caiado, deputado do DEM. Ou: Contrato de médica pode ser indício de caixa dois eleitoral
Médica cubana na Câmara exibe contrato com uma tal “Sociedade Mercantil Cubana”, que ninguém sabe o que é (Pedro Ladeira/Folhapress)
Que título forte, não é, colegas? Será que exagero? Acho que não. O caso é complicado mesmo. Vou lhes contar uma história que envolve trabalho escravo, tirania política e, não sei não, podemos estar diante de um caso monumental de tráfico de divisas, lavagem de dinheiro e financiamento irregular de campanha eleitoral no Brasil. Vamos com calma.
O busílis é o seguinte. Ramona Matos Rodríguez, de 51 anos, é uma médica cubana, que está em Banânia por causa do tal programa “Mais Médicos” — aquele que levou Alexandre Padilha a mandar a ética às favas ao transmitir o cargo a Arthur Chioro. Ela atuava em Pacajá, no Pará. Como sabemos, cada médico estrangeiro custa ao Brasil R$ 10 mil. Ocorre que, no caso dos cubanos, esse dinheiro é repassado a uma entidade, que o transfere para o governo ditatorial da ilha, e os tiranos passam aos doutores apenas uma parcela do valor — cerca de 30%. Os outros 70%, na melhor das hipóteses, ficam com a ditadura. Na pior, nós já vamos ver.
Pois bem. No caso de Ramona, ela disse receber o correspondente a apenas US$ 400 (mais ou menos R$ 968). Outros US$ 600 (R$ 1.452) seriam depositados em Cuba e só poderiam ser sacados no seu retorno ao país. O restante — R$ 7.580 — engordam o caixa dos tiranos (e pode não ser só isso…). Devem atuar hoje no Brasil 4 mil cubanos. Mantida essa proporção, a ilha lucra por mês, depois de pagar os médicos, R$ 30,320 milhões — ou R$ 363,840 milhões por ano. Como o governo Dilma pretende ter 6 mil cubanos no país, essa conta salta para R$ 545,760 milhões por ano — ou US$ 225,520 milhões. Convenham: não é qualquer país que amealha tudo isso traficando gente. É preciso ser comuna! Mas vamos ao caso.
Ramona fugiu, resolveu desertar. Não consegue viver no Brasil com os US$ 400. Sente-se ludibriada. Ocorre que os cubanos que estão por aqui, o que é um escárnio, obedecem às leis de Cuba. Eles assinam um contrato de trabalho em que se obrigam a não pedir asilo ao país — o que viola leis nacionais e internacionais. Caso queiram deixar o programa, não podem atuar como médicos no Brasil — já que estão proibidos de fazer o Revalida e só podem atuar no Mais Médicos — e são obrigados a cair nos braços dos irmãos Castro. A deportação — é esse o nome — é automática.
Pois bem. Ramona quis cair fora do programa. Imediatamente, segundo ela, passou a ser procurada pela Polícia Federal do Brasil. Acabou conseguindo contato com o deputado federal Ronaldo Caiado (DEM-GO), que é médico, e está agora refugiada em seu gabinete — na verdade, no gabinete da Liderança do DEM. Ali, ela está a salvo da ação da Polícia Federal. Não poderão fazer com ela o que fizeram com os pugilistas cubanos quando Tarso Genro era ministro. Eles foram metidos num avião cedido por Hugo Chávez e devolvidos a Cuba.
Vejam que coisa… Ramona sabia, sim, que receberia apenas US$ 1 mil pelo serviço — só US$ 400 aqui. Até achou bom, coitada! Afinal, naquele paraíso de onde ela veio, cantado em prosa e verso pelo petismo, um médico recebe US$ 25 por mês. A economia, como se sabe, se movimenta no mercado negro. Ocorre que a médica, que é clínica geral, disse não saber que o custo de vida no Brasil era tão alto.
A contratante
O dado que mais chama a atenção nessa história toda, no entanto, é outro. Até esta terça-feira, todos achávamos que os médicos cubanos eram contratados pela Opas (Organização Pan-Americana de Saúde), que é um órgão ligado à OMS (Organização Mundial de Saúde), da ONU. Sim, a Opas é uma das subordinadas ideológicas do regime dos Castro. Está lotada de comunistas, da portaria à diretoria. De todo modo, é obrigada a prestar contas a uma divisão das Nações Unidas. Ocorre que o contrato da médica que desertou é celebrado com uma tal “Sociedade Mercantil Cubana Comercializadora de Serviços Cubanos”.
Que estrovenga é essa, de que nunca ninguém ouviu falar? Olhem aqui: como Cuba é uma tirania, a entrada e a saída de dinheiro são atos de arbítrio; dependem da vontade do mandatário. Quem controla a não ser o ditador, com a colaboração de sua corriola? Assim, é muito fácil entrar no país um dinheiro como investimento do BNDES — em porto, por exemplo —, e uma parcela voltar ao Brasil na forma, deixem-me ver, de doação eleitoral irregular. E o mesmo vale para o Mais Médicos. Nesse caso, a tal Opas podia atrapalhar um pouco, não é? Mas eis que entra em cena essa tal “Sociedade Mercantil Cubana”, seja lá o que isso signifique.
A Polícia Federal não poderá entrar na Câmara para tirar Ramona de lá. O contrato com os cubanos — e, reitero, é ilegal — não prevê asilo político. A Mesa da Câmara também não pode fazer nada porque o espaço da liderança pertence ao partido.
Vamos ver no que vai dar. O primeiro fio que tem de ser puxado nessa meada é essa tal “Sociedade Mercantil”, que não havia aparecido na história até agora. Quantos médicos vieram por intermédio dela? O que isso significa em valores? Quem tem o controle sobre esse dinheiro?
João Paulo Cunha se entrega à PF em Brasília
O deputado federal João Paulo Cunha (PT-SP), condenado no julgamento do mensalão, se entregou à Polícia Federal no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, no início da noite desta terça-feira (4).
João Paulo Cunha é o segundo parlamentar com mandato, no período democrático, a ir para a cadeia. O primeiro foi Natan Donadon (ex-PMDB-RO), preso em junho após receber pena de 13 anos em outro julgamento.
Nesta tarde, o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Joaquim Barbosa expediu seu mandado de prisão. Em janeiro, Barbosa havia saído férias logo após decretar o cumprimento da pena, mas não deixou assinada, segundo ele, por falta de tempo, a ordem de prisão contra o petista.
O ministro determinou o trânsito em julgado (fim do processo) com relação às condenações de Cunha por peculato e corrupção passiva, pelas quais recebeu seis anos e quatro meses de prisão. Por ser um tempo menor do que oito anos, o deputado irá cumprir a pena inicialmente no regime semiaberto. Pela lei, ele pode, mediante autorização judicial, trabalhar durante o dia e só dormir na cadeia.
Cunha aguarda ainda que o tribunal analise recurso da sua defesa contra a condenação de três anos de prisão por lavagem de dinheiro, o que deve ocorrer este ano.
No período em que Barbosa estava de férias, ele foi substituído primeiro pela ministra Cármen Lúcia e depois por Ricardo Lewandowski, que entenderam que não cabia a eles expedir o mandado contra Cunha.
A defesa de Cunha criticou a atitude de Barbosa porque teria criado uma situação “desumana” para o deputado.
PSDB pede apuração de doações a condenados do mensalão

Paulo Souto já se comporta como candidato ao governo
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Paulo Souto já começa a montar equipe para trabalhar candidatura
Depois de ter dado a palavra ao prefeito ACM Neto (DEM), na sexta-feira passada, de que aceita disputar o governo, Paulo Souto (DEM) se comporta como um autêntico candidato.
Já delegou a colaboradores a tarefa de conversar com o PSDB e o PMDB para montar chapa que pretende encabeçar, mobilizou a família em torno do projeto da candidatura e pediu aos mais próximos que o ajudem a montar a equipe para divulgar e trabalhar a candidatura.
De quebra, elaborou uma primeira agenda para começar a receber lideranças do interior em Salvador e já discute a programação de suas primeiras viagens para o Sertão.
Ele também inicia a semana com a publicação de um artigo no jornal A Tarde em que critica a tentativa do governador Jaques Wagner (PT) de tentar antecipar as receitas dos royalties a que a Bahia tem direito para tapar o rombo do Fundo de Previdência estadual, mostrando, com números, ser infundada a acusação do petista de que o problema foi gestado em governos anteriores.
Prefeito Zé Carlos vaiado no Lagoa Indoor
Foto: Blog do DIga Diga no Lagoa Indoor 2014
Quem ouviu o Cantor Bell Marques falando no nome do prefeito José Carlos Moura e de sua esposa Cida Moura também ouviram as vaias dos foliões presentes, principalmente no Camarote, onde o prefeito estava em um local escantilhado, cercado apenas de algumas pessoas conhecidas como arruaceiras, dentre elas o Biscoiteiro que na última semana foi parar na delegacia (Clique Aqui) e outras desconhecidas na sociedade Itapetinguense.
Os empresários fizeram agradecimentos ao público e grupos de apoio onde foram aplaudidos pela megaestrutura da festa que balançou a cidade e com a voz marcante de Bel Marques do Chiclete com Banana, mas no momento em que foi citado o nome do prefeito da cidade José Carlos Moura, o ato partiu de Indoor para um momento de dor ao Prefeito, os foliões reagiram com muitas vaias.
Alguns secretários municipais estavam presentes no evento, mas se absterão de encostar em seu chefe, com medo de queimar o filme.
Fonte: Blog do Diga Diga
























