:: ‘Política’
Após ser ‘bombardeado’, Nilo promete revelar gastos e salários da Alba

O presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), Marcelo Nilo (PDT) foi bombardeado pelos apresentadores Zé Eduardo e Mário Kertész durante entrevista nesta quinta-feira (20). O assunto que dominou a conversa entre os radialistas e o parlamentar foi o gasto na Casa. “O orçamento do ano passado foi de R$ 375 milhões, Pernambuco tem R$ 379 milhões para 49 deputados”, revelou.
Senador defende redução da maioridade penal para 13 anos
Foto: Pedro França/ Agência Senado
Itororó: Empresário preso pela Polícia Federal tinha contrato com o município na gestão de Adroaldo
Adroaldo ex – prefeito do município 2008 – 2012
Adriano Alves Bastos Moitinho – Sócio da empresa SBS Bastos de Administração, um dos presos na maior operação da Polícia Federal em Vitória da Conquista, realizada na última terça-feira (18), celebrou contratos com dezenas de prefeituras no Interior da Bahia, dentre elas a prefeitura de Itororó, celebrados na gestão do prefeito Petista JOSÉ ADROALDO SILVA ALMEIDA, na gestão do prefeito Adroaldo foram celebrados vários contratos para a área de transporte escolar com a empresa investigada.
Adriano Alves Bastos Moitinho – Sócio da empresa SBS Bastos de Administração preso na Operação da Polícia Feral
Os números divulgados pela Operação são exorbitantes. Começando pelos próprios valores desviados dos cofres públicos: R$ 60.879.949,00 (sessenta milhões, oitocentos e setenta e nove mil, novecentos e quarenta e nove reais).
Embora o processo em Segredo de Justiça, a imprensa acabou conseguindo os nomes dos 13 envolvidos que foram levados à carceragem da Polícia federal, depois conduzidos ao Presídio Nilton Gonçalves e finalmente, após apenas 5 horas de detenção, foram liberados pela Justiça. Segundo as informações, as mulheres porque o Presídio não tem como receber presos e os homens porque nele não existem celas especiais, privilégio constitucional garantido àqueles que tem Diploma de Curso Superior. Mas, o fato é que todos foram soltos, após pouco mais de cinco horas de prisão.
São eles: Elve Cardoso Pontes – Médico e presidente da Associação do Corpo Clínico do Hospital da Santa Casa; Terezinha Ataíde – Ex-esposa de Elve Cardoso Pontes; José Henrique Tigre (Quinho) – Ex-vice-prefeito de Belo Campo; Eliene Tigre – Esposa de Quinho; Elbson Dias Soares (Bibi) – Ex-prefeito de Anagé; José Carlos Vieira Bahia (Zé Bahia) – Ex-prefeito de Tremedal; Norma Suely Dias Coelho – Ex-prefeita de Caraíbas; Enaldo Meira (Gazo) – Ex-prefeito de Bom Jesus da Serra; Matheus Alves Bastos dos Santos – Sócio da empresa SBS Bastos de Administração e Serviços; Adriano Alves Bastos Moitinho – Sócio da empresa SBS Bastos de Administração e Serviços; Vagner do Amor Divino Pereira – Dono de empresa de transportes e urbanização em Poções; Almir Rogerio Silva Souza– Empresário e ex-secretário de Infraestrutura de Poções e Luana de Souza Miranda.
A linha de investigações que levou à prisão os acusados, tem três vertentes, transportes escolares, coleta de lixo e serviços médicos. Os Inquéritos foram instaurados a partir de relatórios da Controladoria Geral da União sobre desvio e apropriação indevida de verbas públicas federais. No ano passado, a Polícia Federal e o Ministério Público Federal realizaram um trabalho conjunto de inteligência sobre os dados existentes e constataram que todos os IPLs estavam ligados ao mesmo grupo criminoso, motivo pelo qual decidiram reuni-los e deflagrar a operação.
Os acusados estão indiciados pelos crimes de fraude em licitações, desvio de verba pública, formação de quadrilha, previstos nos artigos 89 (03 a 05 anos de reclusão), 90 (02 a 04 anos de reclusão), 92 (02 a 04 anos de detenção) e 96 (03 a 06 anos de detenção) da Lei 8.666/93, artigo 1º, I a III do Decreto-Lei 201/67 (02 a 12 anos de reclusão) e Art. 288 do Código Penal Brasileiro (01 a 03 anos de reclusão). As penas, se somadas, chegariam a 46 anos de reclusão.
Contrato celebrado com a prefeitura de Itororó e Adriano Alves Bastos Moitinho – Sócio da empresa SBS Bastos de Administração
Fonte: Blog do Diga Diga
Não apostem em rompimento entre PMDB e DEM, diz Neto
Apesar das especulações de que a oposição sairá rachada na eleição deste ano, o prefeito ACM Neto (DEM) descartou que as forças contrárias ao governo petista se dividam. “Não vão acontecer duas candidaturas ao governo pela oposição. Não apostem em rompimento entre PMDB e DEM”, cravou em entrevista à rádio Metrópole.
Segundo o prefeito, todo o processo está sendo conduzido por ele, além dos dois nomes que disputam o encabeçamento da chapa: Geddel Vieira Lima (PMDB) e Paulo Souto (DEM). Neto reafirma que um ou outro vai ser candidato ao Senado, descartando que o peemedebista saia magoado do processo.
Apesar da pressão dos apresentadores Mário Kertész e Zé Eduardo, o demista disse que o anúncio da chapa só ocorrerá depois da festa momesca. “Vou cumprir meu prazo, que é logo depois do Carnaval”. A PSDB já está certa a vaga na vice.
Ao ser informado de que o candidato a governo pelo PT, o secretário da Casa Civil, Rui Costa, vem crescendo nas pesquisas – embora a oposição o tenha como fraco – ACM Neto manteve uma postura de equilíbrio. “Nunca achei isso. Tenho respeito por Rui. Ele é candidato do governador e de um partido que ganhou duas eleições para o governo do Estado, o que faz dele forte e competitivo. Jamais ia subestimar a força e o potencial dele. Agora, confio também na nossa força”.
Embora IPTU e a eleição 2014 tenham dominado a entrevista, houve espaço para descontração. Quando questionado como vai curtir o Carnaval, Neto brincou. “Primeira vai ter marcação de Zé Eduardo, a segunda da federal”, brincou referindo-se à sua namorada, a promoter Rafaela Meccia.
Senado rejeita reduzir maioridade penal de 18 para 16 anos
Proposta prevê a redução em casos específicos, como crimes inafiançáveis ou reincidência
A CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) rejeitou nesta quarta-feira (19) a proposta que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos em crimes hediondos e casos específicos, como os crimes inafiançáveis, tortura, terrorismo, tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins.
A comissão analisou conjuntamente sete PECs (propostas de emenda à Constituição) que tratavam da redução da maioridade penal. O relator, senador Ricardo Ferraço (PMDB-ES), recomendou a rejeição de seis delas e a aprovação de apenas uma de autoria do senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), que reduzia a maioridade para 16 anos nos crimes hediondos e casos específicos.
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| Aloysio defendeu PEC de sua autoria (Foto: Agência Senado) |
Como a comissão rejeitou o relatório de Ferraço, Nunes disse que vai recorrer da decisão da comissão para levar a discussão ao plenário da Casa. Ele precisa do apoio de um décimo dos senadores (9 no total) para evitar que a proposta seja definitivamente arquivada. Oito membros da comissão votaram a favor da PEC e 11 contrários, o que derrubou a matéria na comissão.
No plenário, Nunes disse acreditar que a matéria tenha apoio da maioria dos senadores. “Muitos manifestaram o desejo de continuar discutindo a matéria, a votação foi muito apertada. Vamos ao plenário com a discussão contrária da comissão”, afirmou.
O PT votou unido contra a PEC de Aloysio Nunes, mantendo a posição do governo federal contrária à redução da maioridade penal. “A gente teria que discutir no âmbito do ECA a forma como poderíamos fazer gradações diferentes e responsabilizações dessa redução penal. Proponho suspender a discussão para debatermos no âmbito do ECA”, disse a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), ex-ministra da Casa Civil.
O PMDB, principal aliado do governo, votou a favor da proposta de Aloysio Nunes e promete repetir a postura se a discussão chegar ao plenário da Casa. “Você tem que dar respostas à sociedade nessa onda de violência. Não dá para se fechar a tudo isso”, afirmou o senador Romero Jucá (PMDB-RR). Presidente da CCJ, o senador Vital do Rêgo (PMDB-PB) disse que a comissão agiu de forma “democrática”, mas que o Senado não pode se furtar ao debate do tema.
Proposta
A PEC de Aloysio Nunes prevê a redução para 16 anos em casos específicos, como crimes inafiançáveis (tortura, terrorismo, tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins e crimes hediondos) ou reincidência, desde que haja parecer do promotor da infância e autorização da Justiça.
Há, contudo, sugestões mais radicais que foram rejeitadas no relatório de Ferraço, como a que considera penalmente imputáveis os maiores de 13 anos em caso de crimes hediondos; ou proposta que, além reduzir a maioridade para 16 anos, torna o voto obrigatório para a mesma idade. A mais antiga delas tramita desde 1999 no Senado, que pela primeira vez analisou o tema nessa legislatura.
No entanto, o governo federal e o PT são radicalmente contrários a qualquer mudança na lei. Hoje, um adolescente que comete crime pode ficar internado por, no máximo, três anos e até os 21 anos. O crime não fica registrado nos antecedentes do jovem. No ano passado, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), encaminhou ao Congresso projeto para elevar de três.
MPF ajuíza 177 casos de improbidade administrativa contra prefeitos baianos
As 177 ações – que não inclui ações de improbidade sem risco de prescrição – integrou meta dos procuradores da República na Bahia, a fim de evitar a prescrição em relação às investigações que apuram irregularidades durante gestão de prefeitos municipais cujos mandatos encerraram-se no ano de 2008.
As ações foram ajuizadas pelo Ministério Público Federal (MPF) e abrangeu mais de 109 municípios baianos, incluindo a capital e Vitória da Conquista. Entre os crimes de improbidade investigados pelo MPF estão fraudes em licitação, malversação de recursos federais, ausência de prestação de contas, apropriação de recursos, aplicação irregular de recursos federais e desvio de verbas. Os crimes foram praticados, em sua maioria, com recursos da Educação, Saúde, Agricultura e Turismo.
Apenas uma ação do MPF, movida contra o prefeito do município de Gentio do Ouro, na região a Chapada Diamantina, busca reparar o prejuízo de quase um milhão de reais aos cofres públicos.
Brasil quer convencer Cuba a aumentar repasse a médicos
Foto: Reprodução/Ministério da Saúde
Entrevista: “Não vou sair da política”, garante Wagner
Wagner respondeu sem pestanejar sobre o futuro político dele pós 2014, quando deixará o posto de governador após oito anos. Também falou sobre o desejo de receber mais um jogo da Copa do Mundo de futebol, além dos seis já previstos, e da esperança que ainda nutre de ter uma mulher como vice na chapa em que o secretário estadual da Casa Civil, Rui Costa, encabeça como pré-candidato para a disputa pelo governo da Bahia.
– Governador, a equipe de ACM Neto tem auxiliado o Estado para a melhoria de Salvador?
– Wagner: “Evidente que se você trabalha com uma prefeitura que tem um grau de organização melhor, você funciona melhor. Eu não posso negar isso aí, que a equipe dele é uma equipe que tá muito mais organizada do que a anterior. Apesar que eu era aliado de João Henrique, mas o que é que eu vou fazer”.
– Caso a Arena da Baixada, em Curitiba, não esteja em condições de receber os jogos da Copa do Mundo, Salvador vai entrar na briga?
– Wagner: “Antes da decisão da FIFA eu não quero tomar nenhuma iniciativa para não parecer que estou trabalhando para tirar Curitiba do ‘ar’. Se efetivamente a FIFA desclassificar Curitiba e me procurar, eu irei batalhar para ter mais um jogo aqui em Salvador, mas eu espero que eles consigam equacionar o problema”.
– Sobre a possibilidade de uma mulher sair como vice na chapa do governo. Ainda está de pé?
– Wagner: “Eu continuo simpático, estou conversando com os partidos. Serão indicações partidárias. Se as indicações puderem recair sobre uma mulher será bom. Não é uma obrigação, eu tô dizendo que é um desejo. Eu acho que é importante, não é uma imposição, mas se puder ter será ótimo”.
– Como o governador chegou aos nomes para representar a base na disputa pelo governo do Estado e Senado?
– Wagner: “Nós conseguimos resolver internamente no PT com uma certa rapidez. Eu ajudei na medida em que eu abri mão daquilo que se considera que era a vaga do governador que é do senado. Então, facilitou a arrumação. Otto confirmou esse desejo e houve uma concordância do grupo, até por ser o segundo maior grupo da base, o primeiro é o PT. E agora, depois de março, vamos resolver e vamos pra luta. Até porque quem ganha eleição é o trabalho. Eleição não se ganha de véspera, tem que rodar muito”.
– O que Jaques Wagner irá fazer depois que deixar o posto do governador em dezembro de 2014?
– Wagner: “Eu vou terminar a minha tarefa. Eu tomei essa decisão pessoalmente. Poderia ser candidato a deputado, poderia ser candidato a senador, mas achei que era melhor agente quebrar esse ciclo que obrigatoriamente o governador quando está no segundo mandato sai para ser senador. O povo me elegeu para ser governador e vou completar os oito anos. E seguramente não vou sair da política. Se a presidenta Dilma entender que eu tenho contribuição a dar no governo federal, essa é uma hipótese. Se não for isso, eu vou procurar uma outra forma dentro de partido. Tem muita coisa para agente fazer. Eu acho que você não pode ficar escravo do mandato, acho que você tem espaço pode contribuir no terceiro setor, em organização não governamental, organização partidária. Pra mim fez bem tomar essa decisão. Eu não fico fazendo conta, ah vai voltar. Acho que já dei minha contribuição como deputado, ministro de Lula, governador”.
Último procurado na operação GRANFALOON se entrega à Polícia Federal
por Mateus Novais
O último procurado pela Polícia Federal entre os 13, que tiveram o mandado de prisão preventiva determinado pela judicial, se entregou por volta das 13h30 desta sexta-feira (18).
O empresário identificado apenas como Mateus se apresentou na sede da PF em Vitória da Conquista e conseguiu despistar a imprensa. O empresário se junta aos demais envolvidos na quadrilha que desviou de mais de 60 milhões de recursos públicos do SUS e FNDE, entre 2008 e 2012, nos municípios de Anagé, Belo Campo, Tremedal, Caraíbas e Bom Jesus da Serra.
MP pede fim de sorteios para o Minha Casa Minha Vida
Em Conquista vereador do PT foi denunciado ao Ministério Público Federal
O Ministério Público Federal em Goiás (MPF-GO) entrou com uma Ação Civil Pública contra a União para acabar com os sorteios na escolha de beneficiários do Programa Minha Casa Minha Vida (MCMV), do Ministério das Cidades. O procurador da República Ailton Benedito alega que a prática vai contra a própria prerrogativa do programa que visa priorizar as famílias de baixa renda em situação de maior necessidade da moradia. Destacou também que os sorteios permitem várias irregularidades, dentre elas os “‘sorteios’ dirigidos para favorecimento pessoal de candidatos”. .
Em dezembro do ano passado, o MPF encaminhou uma recomendação ao Ministério das Cidades para que revogasse a utilização de sorteios para a escolha de beneficiários do programa. Na ação, o promotor pede, além do fim do sorteio, o pagamento de multa diária de R$ 200 mil caso ela não cumpra com as determinações.
Em Vitória da Conquista, o líder do prefeito na Câmara de Vereadores, Florisvaldo Bitencourt (PT), foi flagrado e fotografado discursando quando da realização de um sorteio de unidades do programa Minha Casa, Minha Vida, no Ginásio de Esportes Raul Ferraz. A imoralidade praticada foi denunciada ao Ministério Público Federal.


























