Whatsapp libera função para economizar pacote de dados; veja como
Disponível para aparelhos Android e iOS, a configuração é muito simples e pode ser feita pelo menu do app
Passo a passoDisponível para aparelhos Android e iOS, a configuração é muito simples e pode ser feita pelo menu do app. Mas antes é necessário atualizar a versão do seu Whatsappp para a 2.12.194 – disponível no site oficial do app.
Após fazer a atualização, o usuário que quer reduzir o uso de dados nas ligações deve acessar o menu de configurações/ ajustes do Whatsapp. Depois, basta clicar em ‘conversas e Ligações’ (iOS) ou ‘conversas e Chamadas’ (Android) e selecionar a opção de reduzir uso de dados.
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Disponível para aparelhos Android e iOS, a configuração é muito simples e pode ser feita pelo menu do app
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‘A senhora foi legitimamente eleita, mas eu também fui’, diz Collor em reunião com Dilma
O ex-presidente Fernando Collor de Mello (PTB) não está nada satisfeito com o andamento da Operação Lava Jato, da Polícia Federal, do qual é alvo. Atualmente senador pelo Alagoas, Collor renunciou ao mandato em 1992 para escapar do impeachment após grave crise política. Segundo a coluna Painel, da Folha de S. Paulo, ele teria “aconselhado” a presidente Dilma Rousseff (PT), que agora sofre pressão para deixar o posto.
“A senhora foi legitimamente eleita, mas eu também fui”, teria dito o petebista em reunião com a presidente antes do jantar no Palácio da Alvorada. Ele criticou, ainda, a “judicialização da política” e a “instabilidade das instituições”, que seriam fruto da condução das investigações sobre corrupção na Petrobras.
Collor teve bens apreendidos pela PF em uma das fases da Lava Jato e chegou a xingar o procurador-geral da República ,Rodrigo Janot, na semana passada. Em conversas reservadas com outros senadores, o ex-presidente sugeriu que Dilma deveria consulta-lo sobre o processo de impeachment de 1992.
Fonte: BN
Estado Islâmico explode prisioneiros em novo vídeo
As dez vítimas são acusadas de colaborar com os rivais talibãs
O grupo terrorista Estado Islâmico divulgou um novo vídeo de suas atrocidades: desta vez, os extremistas explodem prisioneiros. Em julho, os terroristas divulgaram um vídeo em que uma criança decapita um soldado sírio. No mês anterior, outro vídeo mostrava o grupo decapitando, afogando e carbonizando dezesseis homens acusados de espionagem.
Nas imagens divulgadas neste domingo, militantes aparecem enterrando explosivos alinhados, em um local não identificado do Afeganistão. Em seguida, um grupo de dez prisioneiros vendados é obrigado a se ajoelhar sobre o terreno onde estão enterrados os artefatos, que são então detonados.
Todas as vítimas são descritas como ‘apóstatas’, ou seja, deixaram de seguir os mandamentos religiosos dos jihadistas. Acredita-se que os homens foram acusados de ajudar o Talibã na província afegã de Nangarhar, de onde o EI foi expulso recentemente.
Qual seu maior defeito? Candidato a emprego deve ser sincero ao responder?
Considerado um clichê em entrevistas de emprego, a pergunta “qual é o seu maior defeito?” ainda é muito comum, segundo especialistas, e pode deixar um candidato desconcertado. É melhor ser sincero, dando um possível motivo para a empresa não contratá-lo, ou tentar fugir de uma resposta direta?
O UOL pediu para que profissionais de empresas especializadas em recrutamento apontassem como um candidato deve (e não deve) responder.
São eles: André Ferragut, consultor da Hays; Jorge Martins, gerente de divisão da Robert Half; Ricardo Rocha, gerente executivo da Michael Page; e Roberta Marquesini, coordenadora de recrutamento e seleção da Wyser.
Como um candidato deve responder a essa pergunta?
Thinkstock

André Ferragut (Hays): A principal dica é a sinceridade. Bons profissionais reconhecem os seus pontos a desenvolver e traçam planos de ação para melhorarem suas principais competências.
O importante em uma entrevista é avaliar a relevância do defeito apresentado para que, caso seja um ponto crítico para a área, detalhar também as medidas para a correção destes pontos de desenvolvimento e citar exemplos de melhorias.
Jorge Martins (Robert Half): Sendo verdadeiro, tendo um real conhecimento de seus pontos a melhorar. É importante, também, mencionar o que está sendo feito para melhorar essas características. Isso passa a mensagem de que o candidato está preocupado em se aperfeiçoar.
Recomendo, também, uma pesquisa profunda sobre a empresa e a posição em questão, pois suas respostas podem afastar ou aproximar você da oportunidade.
Impaciência é um exemplo bem comum [usado por candidatos]. Didática [ruim] é geralmente um bom ponto a melhorar. Pode ser bom citar microgerenciamento [quando o gestor busca ter um controle muito detalhado do trabalho da equipe] como um defeito, porque muitas empresas buscam o oposto.
Ricardo Rocha (Michael Page): O mais efetivo é ser sincero, demonstrar o ponto fraco e mostrar o que está fazendo para melhorá-lo. O recrutador quer ver o quanto o candidato se conhece e o quanto está se desenvolvendo. Também é bom demonstrar alguma situação em que aquela fraqueza o pode ter prejudicado.
Roberta Marquesini (Wyser): O candidato deve responder citando não um defeito, mas um aspecto de seu comportamento a ser desenvolvido, ou em desenvolvimento, e inserir um exemplo de como isso é percebido dentro de seu ambiente de trabalho.
Qual é a pior maneira de responder?
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