O Vaticano confirmou, por meio de um publicação no Twitter, a morte do papa emérito Bento XVI, neste sábado (31/12).
Bento XVI tinha 95 anos e se encontrava em estado grave. O papa Francisco, atual chefe da Igreja Católica, havia orações aos fiéis para o seu antecessor.
Mateo Bruni, diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, publicou nota em seguida. “Com pesar informo que o papa emérito Bento XVI faleceu hoje às 9h34, no Mosteiro Mater Ecclesiae, no Vaticano. Assim que possível, serão enviadas novas informações”, diz a publicação.
Nascido Joseph Aloisius Ratzinger, o papa emérito renunciou ao cargo em 2013. Desde então, vive em um antigo convento dentro dos jardins do Vaticano, com o secretário dele, o arcebispo Georg Ganswein, auxiliares e uma equipe médica.
Ele entrou no seminário em 1939 e se tornou padre em 29 de junho de 1951. Na tarde de 19 de abril de 2005, Ratzinger foi escolhido como papa para suceder o futuro santo João Paulo II, que exerceu a função por 26 anos, 5 meses e 17 dias.
Depois dois dias e quatro rodadas de conclave, às 17h56 (horário local), a chaminé da Capela Sistina exalou a fumaça branca: havia sido escolhido o 265º sucessor de Pedro. Então prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, Ratzinger pediu para ser chamado de Bento XVI.
A explicação: ele queria se inspirar na coragem de Bento XV (1914-1922) durante a 1ª Guerra Mundial. E também em São Bento de Núrsia, co-padroeiro da Europa, chamado de Patriarca do monaquismo ocidental.